segunda-feira, 30 de julho de 2012

[DICA] As férias acabaram...

...E, na volta às aulas, uma cena se repete na entrada das escolas: a criança chorando, agarrada ao pescoço da mãe ou do pai, enquanto a professora tenta convencê-la a entrar. Sofrimento? Nem sempre.

Na verdade, em agosto muitos pequenos estão estreando na vida escolar. E esse começo, tanto para os pais como para os filhos, é repleto de expectativa, ansiedade, alegria e também receio. Nada mais natural e esperado do que uma reação que expresse o medo diante do desconhecido.

Já para quem está voltando aos bancos escolares, existe a vantagem da experiência prévia. Mas mesmo essa turma pode enfrentar um novo período de adaptação. Daí, as mais diversas manifestações de estranhamento dão as caras novamente. Isso porque nem sempre a criançada consegue verbalizar suas sensações e organizar as idéias – e a confusão de sentimentos é o gatilho para toda aquela cena na porta do colégio.

Quanto mais preparado o seu filho estiver, mais fácil será lidar com a situação – uma boa conversa sobre o início das aulas ou o retorno é uma forma de encorajá-lo. Muita calma nessa hora: é essencial que você não demonstre insegurança diante da separação. Claro que, para isso, é importante ter plena confiança nos profissionais que você escolheu. E lembrar-se de que a escola já está preparada para lidar com esse tipo de reação.

Ali, na entrada, com a proximidade do tão temido momento da despedida, evite prolongar a angústia. Diga que ele deve ficar lá, dê um beijo carinhoso e deixe os educadores fazerem o resto. Outra coisa: não minta nunca. Se disser que vai ficar no portão, fique. Se avisar que precisa sair, volte no horário combinado. Por fim, evite chantagens – nada de associar a freqüência às aulas a um presente, por exemplo. Ir para a escola deve ser uma recompensa.

O chilique ainda pode se repetir algumas vezes, principalmente quando a criança notar a presença dos pais. Mas acredite: passa. Não estranhe se, em pouco tempo, seu filho começar a abrir o berreiro na hora de voltar para casa.


Fonte: bebe.com.br

quinta-feira, 26 de julho de 2012

[DICA] Acidentes na infância

Como prevenir e socorrer em casos de emergências

Acidentes são comuns durante a infância, portanto, os pais devem estar sempre preparados para agir com os primeiros socorros e buscar ajuda médica rapidamente. A maioria dos acidentes com bebês e crianças, sobretudo as quedas, causa lesões leves, porém, alguns podem ser fatais.
Segundo o Dr. Paulo Sérgio Ciola, chefe do Departamento de Pediatria do Hospital Ana Costa, os acidentes são a causa mais comum de mortes em crianças maiores de um ano. Também causam incapacidade e sofrimento significativos em crianças e podem acarretar estresse pós traumatismo.
Bebê aproximando a mão da tomada - eprom /ShutterStock

Os tipos de acidentes que acometem os pequenos dependem da idade e do estágio de desenvolvimento da criança. Por exemplo, na fase entre 1 e 2 anos de idade, os acidentes em geral ocorrem no domicilio. As crianças com essa faixa etária são propensas às quedas, escaldaduras, ingestão de substâncias potencialmente nocivas, e afogamentos na banheira ou piscina.
“Lactentes e crianças de 1 a 2 anos necessitam de supervisão constante feita por adultos. A maioria dos acidentes graves em crianças pequenas pode ser prevista e prevenida por um adulto”, alerta o Dr. Ciola.
Já as crianças maiores sofrem uma gama diferente de acidentes, sobretudo como pedestres ou ciclistas, durante a prática de esportes ou por quedas ao escalar alturas.
Prevenção de acidentes e procedimentos de emergência:

- Acidentes com pedestres: as crianças entre 5 e 9 anos estão sobre risco máximo, sobretudo na saída da escola. São incapazes de estimar a velocidade ou prever perigos do trânsito e situações perigosas. Embora seja importante conscientizar as crianças sobre os riscos, a prevenção primária deve ser feita com supervisão adulta.

- Acidentes com passageiro: uso do cinto de segurança e cadeira adequadas para idade e posicionamento correto é fundamental para evitar acidentes no trânsito.

- Acidentes com ciclistas: quando a criança aprende a andar de bicicleta as quedas são inevitáveis. Portanto, o uso de capacete de segurança é muito importante para evitar lesões graves.

- Lesões internas: muitas vezes aparentemente a criança não está machucada após um traumatismo intenso, porém, pode haver lesões internas. Nesses casos devem ser levadas ao Pronto Socorro imediatamente após o acidente para serem realizados exames.

- Queimaduras e Escaldaduras: as queimaduras são a segunda maior causa de morte mais frequente na infância. Alguns cuidados para prevenir esse tipo de acidente são evitar que as crianças circulem perto de fogões, deixar os cabos das panelas sempre virados para dentro, e não deixar tomadas sem proteção. As crianças com grandes queimaduras deverão ser encaminhadas imediatamente ao Pronto Socorro.
Para queimaduras leves, ou seja, vermelhidão sem formação de bolhas provocada por contato leve com ferro quente, panela quente, etc., coloque a parte queimada embaixo de água corrente fria ou, se possível, dentro de uma vasilha com água fria por uns 5 minutos. Depois, apenas enxugue sem esfregar e envolva a área com uma gaze ou pano limpo e seco.
Não passe ou coloque nenhum tipo de produto no ferimento, como pomadas, pó de café, pasta de dente, e nem esfregue no cabelo.
Se a queimadura for mais intensa, com formação de bolhas, coloque a área afetada embaixo da água corrente por 5 minutos. Se for preciso, coloque a pessoa no chuveiro, usando sempre água fria. Depois de passados 5 minutos, envolva o corpo com um pano limpo e seco, sem esfregar, e leve a pessoa ao pronto-socorro imediatamente.
Se a queimadura foi resultante de contato intenso com fogo ou produtos químicos, leve o paciente imediatamente ao pronto-socorro.
E lembre-se: nunca fure as bolhas.

- Afogamentos ou quase afogamentos: deixar uma criança sozinha em uma banheira, mesmo que só por alguns minutos, pode ser fatal. Mesmo as crianças maiores podem escorregar e ter dificuldade de se levantar em uma banheira cheia de água. As piscinas devem ter cercas ou redes que evitem o acesso. Ainda assim, a supervisão de um adulto sempre que estiverem perto do local é importante.

- Intoxicação: crianças são curiosas e adoram experimentar coisas que desconhecem. Para evitar esse tipo de acidente, evite armazenar produtos de limpezas em garrafas PET de refrigerantes, não deixe produtos tóxicos ao alcance dos pequenos, guarde remédios em armários trancados. Caso haja ingestão de quaisquer produtos, seja limpeza, remédios ou outras substâncias, a criança deve ser imediatamente levada ao Pronto Socorro.

- Engasgamento: crianças pequenas adoram levar objetos estranhos à boca e é comum engasgar ou sufocar com eles. Para evitar, não deixe peças pequenas por perto. Se ocorrer o engasgamento, estimule a criança a tossir e tente retirar da garganta se o objeto estiver à mostra. Caso contrário, leve imediatamente a um pronto socorro para que um profissional possa fazer a remoção adequadamente.

- Traumatismo Crânio Encefálico: esta é a maior causa de morte em crianças. Em geral, para evitar esse tipo de trauma, não deixe as crianças sem supervisão de adultos. Lembre-se que os pequenos são rápidos e não tem noção do perigo. Verifique sempre a segurança do ambiente e a manutenção dos brinquedos. Mesmo parquinhos projetados para crianças podem oferecer perigo. Em casos de trauma, é mais importante entrar em contato com pediatra da criança ou levá-la ao Pronto Socorro.
Em qualquer caso de acidente com crianças, é importante os pais manterem a calma para socorrer a criança. Não é recomendado medicar a criança sem a orientação de um pediatra. Em casos de traumas leves, os pais podem observar a criança e ligar para o pediatra para pedir orientações. Se houver cortes profundos, lesões, intoxicação, queimadura, engasgamento ou outro trauma grave, a criança deve ser imediatamente levada ao Pronto Socorro.

Fonte: Guia do Bebê

quarta-feira, 25 de julho de 2012

[DICA] 19 dicas para viajar em família

19 dicas para viajar em família

Médicos e mães nos ajudaram a reunir as principais dicas que podem salvar pais e bebês de apuros em viagens. Leia antes de fechar a mala!

Não importa se esta será a primeira ou a vigésima viagem com seus filhos. Sempre haverá um detalhe que pode passar despercebido. Para auxiliar os pais a encarar a aventura Brasil – ou mundo – afora, montamos uma lista com dicas para garantir o sucesso de suas férias.

1. Pesquise antes de fazer as reservas
Faça uma lista de pré-requisitos antes de começar a ligar para os hotéis. Alguns estabelecimentos oferecem um berço extra para bebês, a maioria das vezes sem custo adicional. Como a procura pelo acessório é grande, será preciso reservá-lo com antecedência. Vale conferir também se a pousada escolhida entrega refeições durante todo o dia, se a cozinha é acessível para esquentar alimentos, como o leite do pequeno, e se o quarto tem geladeira. Se a ideia é se hospedar em um flat, pergunte o quanto equipada é a cozinha.

2. Algumas agências oferecem descontos em pacotes para a família
ANa maior parte das companhias aéreas, crianças até os 2 anos pagam no máximo 10% da passagem. Confira ainda se a empresa não oferece lanche especial para as crianças. Para garanti-lo, o passageiro deve avisar a companhia no momento da compra da passagem. Se o destino for outro país, dá para conseguir também bons descontos em tíquetes de trem e ônibus.

3. Prefira os horários em que a criança costuma ficar mais calma
Fazer o bebê encarar um longo trecho de estrada às 8 horas da manhã pode ser sinônimo de problema. Principalmente se esse é o horário em que a criança está mais disposta e agitada – ela pode ficar irrequieta demais. A alternativa é sair nos períodos em que o pequeno esteja mais pacato. “Aconselho os pais a partirem em horários alternativos e mais frescos e que as paradas para descanso aconteçam com frequência”, alerta o pediatra José Gabel, presidente do Departamento Científico Ambulatorial da Associação Paulista de Pediatria.

4. Para garantir conforto em viagens de avião
Assim como nas viagens de carro, prefira voar em horários em que a criança esteja calma – e não no pico de sua energia. Embora controlar esse fator muitas vezes seja difícil. Uma dica para pais com bebês de colo é chegar mais cedo para o check-in. Com isso, vocês poderão escolher as poltronas em que vão se sentar e até deixar um assento vazio no meio. Se o voo não estiver lotado, o bebê poderá ficar mais confortável entre vocês. Caso o lugar seja comprado por outro passageiro, não há problema algum em pedir para a pessoa trocar de assento com um dos responsáveis. Christiane Nakayama Pessoa, analista de sistemas e mãe de Júlia, agora com 1 ano e 3 meses, ainda dá outra sugestão: “Leve roupa extra tanto para a criança quanto para você. Pois podem ocorrer alguns acidentes no voo, e assim ninguém vai ficar sujo ou molhado”.

5. Economize na sua bagagem
Cadeirinha, bebê-conforto, roupas, comida, fraldas e mamadeiras. Essa é somente uma parte da bagagem de uma criança. Portanto, quem não souber economizar nesses itens de apoio deve ser muito objetivo quando montar a própria mala. “Não é necessário levar muitos brinquedos, pois para o pequeno qualquer coisa entretém: garrafas plásticas vazias, chaveiros, caixas”, aconselha Christiane Pessoa, mãe de Julia. Ela, que viajou com a filha pelo Brasil e pela Europa, admite que já errou nesse quesito. O cuidado vai poupar toda a família de colocar o pé na estrada em um carro abarrotado e, em caso de percursos feitos de avião, do risco de levar uma multa por excesso de bagagem.

6. Remédios: o que não pode faltar
Analgésico, antitérmico, curativos adesivos, antissépticos, algodão, termômetro e remédios antigases são alguns dos itens que devem compor a caixa de primeiros socorros. Mas o pediatra José Gabel alerta: “Os medicamentos devem ser criteriosamente indicados pelo especialista”. “Tenho sempre comigo o telefone do médico. E não viajo caso meu bebê já esteja doente”, conta Renata Chao, 27 anos, turismóloga e mãe de Duda, 2 anos e 10 meses. Essa lição ela aprendeu na marra. De malas prontas para uma temporada na Bahia, Renata decidiu passar no hospital para ver o motivo pelo qual Duda estava com febre e vômito. Acabou descobrindo que se tratava de rotavirose e precisou interná-la por dez dias. “Imagina se tivéssemos seguido viagem?” Além dos remédios, também não se esqueça do repelente e um protetor solar que seja aprovado pelo médico.

7. Tenha um plano para acabar com o tédio
É certo que em algum momento o pequeno vai reclamar que está entediado. “Certa vez, viajamos para Londres e minha filha Júlia, na época com 10 meses, ficava aborrecida muito fácil. A nossa estratégia foi encher o notebook com os vídeos que ela gostava”, conta Christiane Pessoa. Para quem não dispõe desse artifício, vale ter sempre à mão os brinquedos que a criança adora e, para os mais velhos, revistas e jogos.

8. Leve comidinhas de casa
Inclua na bagagem de mão comidinhas que seu filho adora. Pode ser que você não encontre os sabores e a marca de preferência dele na viagem. No entanto, se o destino for outro país, lembre-se de que muitos não permitem a entrada de alimentos. “A segurança do aeroporto de Londres cismou com a comida da Júlia e fez a gente abrir e experimentar. Ou seja, acabei perdendo quase tudo”, lembra Christiane Pessoa, mãe da pequena. Ela ainda procurou nas lojas e farmácias dentro da área de embarque papas para substituir o que tinha sido perdido, mas não encontrou. “Fiquei muito preocupada. Ela teria somente biscoitos e a papa de frutas, que, como a embalagem era pequena, não foi preciso experimentar.” Por sorte, Júlia dormiu durante todo o voo e só acordou quando desembarcou.

9. Bolsa térmica: a melhor amiga
“Sempre saio com uma bolsa térmica recheada”, conta Renata Chao, mãe da pequena Duda, 2 anos. Ela defende que essa é a melhor amiga da alimentação saudável na praia e carrega consigo frutas, barras de cereais e sucos naturais. Atente apenas para a qualidade dessa bolsa. Caso contrário, se a vedação não for boa, os alimentos estragarão facilmente.

10. O que levar para comer
“Para viagens curtas, a melhor opção são as frutas. Mas elas devem ser higienizadas corretamente em casa e acondicionadas em sacos plásticos descartáveis próprios”, ensina Kelen Martins, nutricionista infantil. A especialista também recomenda que a mãe dê preferência às frutas que podem ser consumidas com a casca, como a maçã, a pera e a goiaba, que, além de mais nutritivas, são mais resistentes.

11. Libere uma refeição por dia
Se adultos têm o direito de fugir da rotina alimentar nas férias, por que com as crianças e bebês seria diferente? Além de deliciosos, os sorvetes e quitutes garantem o bom humor da criançada. É como faz Renata Chao: “Não dou frituras nem salgadinhos, até mesmo para evitar um mal-estar, mas deixo minha filha de 2 anos tomar um sorvete”, confessa. “Não existe alimento proibido, mas os que devem ser consumidos esporadicamente, como refrigerantes, balas e outras guloseimas”, esclarece a nutricionista infantil Kelen Martins.

12. Não perca seu filho na praia ou na multidão
Esse problema preocupa os pais quando os bebês começam a andar e só termina perto da adolescência. Viajar com amigos e casais que tenham filhos minimiza o risco. A atenção deve ser redobrada quando o destino escolhido é a praia, que em altas temporadas ficam lotadas de guarda-sóis parecidos.

13. Inclua a criança na programação das atividades
Lembre-se de que essa é uma viagem em família e todos têm o direito de se divertir. A típica displicência de solteiros e casais sem filhos de sair pela cidade sem destino provavelmente irá estressar o pequeno. Verifique a necessidade de um guia turístico para determinados passeios. E evite sair de carro sem foco. Ficar perdido por ruas desconhecidas, errar endereços e passar horas queimando gasolina pode ser o estopim para choros nervosos do seu bebê.
“É sempre bom reservar os dois primeiros dias para a criança se adaptar ao novo local, ao hotel, à nova cama etc.”, defende Christiane Pessoa, mãe de uma menina de 10 meses e vive com o pé na estrada. Respeitar os horários do bebê é uma medida que vai garantir a paz das suas noites também. Para alguns casais, é preciso abrir mão da diversão noturna, a não ser que a família disponha de uma babá ou um parente para cuidar da criança.

14. Documentos importantes
Quando o destino é outro país, é preciso providenciar um passaporte. Para férias por aqui, o documento de identidade e a certidão de nascimento são cruciais para provar que os acompanhantes são os pais ou têm algum grau de parentesco. Mesmo que a companhia aérea diga que não é necessário, é melhor providenciá-los para evitar problemas no trajeto.

15. Vacinas
As vacinas da criança precisam estar em dia independente da época do ano. Mas, especialmente para viagens para o exterior, é necessário conferir na embaixada ou consulado do país quais são as vacinas locais que são exigidas. Essa providência precisa ser tomada com muita antecedência, já que cada vacina tem um tempo para começar a valer.

16. Para a viagem não sair mais cara do que o planejado
Antes de viajar, defina o limite de gastos com compras. Afinal, no clima descontraído de férias, é de esperar que aumente a tendência – já normal – de as crianças quererem mimos diversos.

17. Seguro saúde e viagem
Considere a possibilidade de fazer um seguro viagem, pelo menos para a criança. Embora isso possa parecer um dinheiro desperdiçado, se algo acontecer no trajeto, você estará mais bem amparada. Nem é preciso dizer o quanto é importante para todos ter um convênio médico. Caso o passeio seja para o exterior, e a família não tenha um plano de saúde, é recomendado contratar um especial apenas para a ocasião. Até mesmo porque, em muitos países, as farmácias não vendem sequer um analgésico sem prescrição médica. Logo, caso haja um imprevisto, você precisará levar seu filho a uma consulta.

18. Dores de ouvido
Sim, elas são supercomuns em viagens, seja de carro, seja de avião. “Diferenças de pressão no ouvido interno podem provocar dor. O ato de mamar, chupar chupetas e mascar chicletes pode minimizar ou evitar o transtorno”, explica o pediatra José Gabel.

19. Como evitar os enjoos
Em viagens para o litoral, a descida da serra e o ziguezague do carro, e em rotas de avião, a diferença da pressão podem estimular náuseas e vômitos nos adultos e nas crianças. “Uma dica é fazer refeições preferencialmente frias e em pequenas quantidades. Ou então tomar algum remédio que evite o enjoo, receitado pelo pediatra”, esclarece o médico José Gabel. Vale saber: ficar de estômago totalmente vazio também é tão nocivo quanto comer demais.

Fonte: Bebe.com.br

terça-feira, 24 de julho de 2012

[ARTIGO] Filhos de férias: eles crescem mais?

Além da diversão, os dias de folga também fazem a criança se desenvolver física e mentalmente




 Shutterstock

Você tem a sensação de que seu filho cresce mais no período das férias escolares? Saiba que isso até pode acontecer. “O hormônio de crescimento é secretado em dois picos principais: durante os exercícios físicos e o sono”, diz Mauro Borghi, pediatra Hospital São Luiz.
Sendo assim, se nos dias de folga seu filho praticar mais atividades físicas do que nos outros dias do ano e se alimentar corretamente, é provável que ele cresça um pouco mais. Mas atenção: já aquelas crianças que passam a maior parte do tempo deitadas, em frente à TV ou no computador, com certeza, além de não ter o seu desenvolvimento estimulado, é bem possível que voltem às aulas um pouco acima do peso.

Veja, a seguir, 5 coisas que farão seu filho crescer nas férias (e não só fisicamente!):

1. Quando a criança está mais solta, tem mais liberdade para descobrir o que gosta de fazer. E assim ela constrói a própria identidade.

2. Sem as cobranças normais dos pais com os deveres escolares dos filhos, as férias acabam os aproximando. A criança deixa de ser filho-aluno para ser filho-filho.

3. Os passeios culturais não se restringem aos fins de semana. Sem contar que ele vai agregar conhecimento sem cunho pedagógico.
4. Brincar também é uma maneira de se desenvolver física e emocionalmente. A diversão está liberada!

5. Viagens, além de revelar lugares e histórias novas, aproximam as crianças de realidades diferentes, que elas não conheceriam de outra forma.

Fonte: Crescer

[DICA] Volta às aulas: confira dicas para as crianças retomarem a rotina

Dormir mais cedo alguns dias antes do início das aulas é fundamental

Por Renata Demôro

Fim de férias costuma ser um momento de apreensão para as crianças. Novos professores, outras matérias e, em alguns casos, escola e amigos diferentes. Para que os primeiros dias do ano letivo sejam bem aproveitados é preciso retornar a rotina gradativamente.  De acordo com a psicóloga e terapeuta familiar Miriam Barros, “antecipar o horário de ir para cama e acordar é essencial. O processo deve ter início quatro dias antes do início das aulas. No primeiro dia é comum que a criança relute e demore a pegar no sono, mas ao longo da semana a rotina voltará ao normal”. Veja outras dicas para facilitar a retomada da vida escolar dos pequenos.
  • Material escolar
    Mochila, estojo e cadernos novos são itens necessários ao ano letivo, mas também podem fazer parte de um processo estimulante. “Envolver as crianças na compra do material escolar e do uniforme ajuda a aproximá-las do retorno às aulas. Folhear os livros novos junto com os filhos ajuda a aumentar o interesse pelos temas que serão abordados ao longo do ano”, explica Miriam Barros.
  • Primeiro dia de aula
    De acordo com a psicóloga Elisabeth Gelli, especialista em educação, é preciso preparar o terreno com antecedência. “O mais importante é manter o vínculo de confiança entre a criança e o ambiente escolar. Lembrar que ela irá rever os professores e os amigos, além de aprender coisas novas”, diz a psicóloga. Ela reforça a ideia de que o primeiro passo para que a criança goste de retomar os estudos é a escolha da escola: “Quando os filhos estão felizes naquele ambiente, não encontrarão problemas em retornar”. Para Miriam Barros, a criança precisa se sentir tranquila no ambiente escolar. “Permitir que a criança leve um brinquedo pode ajudar na readaptação”, sugere a psicóloga. 
  • Escola nova
    Para crianças que começam o ano letivo em uma nova escola, é interessante estimular a familiarização com o novo espaço. “Leve seus filhos para visitar a escola com antecedência. Assim eles poderão conhecer os professores, salas de aula e ainda os ambientes próprios para o lanche, os esportes e o recreio”, diz a psicóloga Elisabeth Gelli.  Escolas para crianças menores costumam oferecer dias de adaptação, em que o pai e a mãe ficam na escola.
  • Independência
    Deixar a mochila dos filhos preparada parece muito mais fácil do que ensinar as crianças a organizá-la. No entanto, a psicóloga Miriam Barros explica que a independência é importante para a autoestima das crianças, e ainda pode estimulá-las no retorno aos estudos.  “Aos 5 ou 6 anos, a criança já pode deixar o uniforme arrumado na noite anterior. Com 8 ou 9 anos, a maioria das crianças já é capaz de preparar o próprio lanche para o recreio. É importante que as crianças sintam que são capazes de cuidar das próprias coisas, mas não vale tornar a prática motivo para brigas e discussões”, recomenda a psicóloga Miriam Barros.
  • Hora de lazer
    Conhecendo o currículo escolar, os pais podem, nos momentos de lazer, estimular o interesse das crianças pelos temas que serão abordados em sala de aula. “Uma visita ao zoológico, por exemplo, pode ensinar muito para uma criança”, explica a psicóloga Elisabeth Gelli. Viagens, museus, parques verdes e praias também apresentam um mundo novo aos pequenos, mas a psicóloga Miriam Barros reforça a necessidade de não transformar os passeios em momentos de estudo: “Os estímulos devem acontecer de forma tranquila e sem cobranças. Durante as férias as crianças precisam, principalmente, brincar e descansar, sem ter a preocupação de aprender algo”. Ela explica que o mesmo vale para os fins de semana e feriados em família.

Fonte: GNT

segunda-feira, 23 de julho de 2012

[DICA] 12 dicas práticas para fotografar crianças!

12 dicas práticas para fotografar crianças!
por Francine de Mattos   
topo.jpg
A arte de fotografar crianças é totalmente inspiradora, um desafio gostoso e divertido de brincar enquanto trabalha. Afinal, é impossível não se contagiar com a alegria dessas criaturinhas maravilhosas. Mas também vamos concordar: não é nada fácil fotografar uma criança!

E por não ser uma tarefa assim tão fácil, montei uma lista com 12 dicas práticas para fotografar os pequenos. Formulei essas dicas por experiência própria, já que entre tantas áreas da fotografia, fotografar a criançada tem sido uma das minhas preferidas.

Dica 1 -    Espontaneidade  
espontaneidade.jpg
O bom das crianças é que elas naturalmente espontâneas. Toda ação, sorriso, olhar... Tudo que ela faz é algo de vontade própria. Por isso evite chamar a atenção dela, fazer com que ela pose para você. Aproveite os momentos que está brincando, distraída, porque é nesses momentos que você irá conseguir os melhores cliques.

Dica 2 -   Colorido das cores  
composicoes_coloridas.jpg
A infância é algo que nos remete às cores vibrantes e alegres. A criança uma explosão de alegria, e pra que essa sensação possa ser transmitida de forma direta, nada melhor do que compor suas fotografias abusando das cores. Você pode conseguir isso com roupas coloridas ou fotografar em jardins. As cores dos ambientes abertos como os jardins, onde se encontram flores, árvores e céu azul, são os momentos certos para poder brincar com composições vivas.

Dica 3 -   Brinque e crie amizade  
Um fotógrafo que trabalha com criança, primeiramente, deve gostar de estar na companhia de uma. Sorrir, brincar e criar uma amizade são passos fundamentais para que haja uma relação de confiança e, assim, o fotógrafo possa trabalhar sem se surpreender com atitudes nada colaborativas. A melhor maneira de fotografar uma criança é tornando-se amigo dela.

Diac 4 -   Bokeh  
bokeh.jpg
Eu costumo chamar o efeito bokeh de "estrelinhas". Trata-se do efeito que ocorre nas áreas desfocadas da fotografia, produzido por lentes de com grandes aberturas. Escolha lentes claras para fotografar crianças. Além desse tipo de lente tornar a focagem mais fácil (no AF), elas produzem lindos bokehs.

  Recomendo duas lentes em especial: a 85mm e a 50mm.  
lentes.jpg

Dica 5 -   Expressividade dos olhos  
olhos.jpg
Se tem um detalhe nas crianças que chama atenção, são os olhos. Elas possuem um olhar sempre muito expressivo, carregado de sentimentos. Dizem que os olhos são a janela da alma, e concordo. Na hora de fotografar, busque-os.


Dica 6 -   Sorrisos sinceros  
sorrisos.jpg
Outro detalhe muito lindo das crianças e que simplesmente encantam qualquer pessoa, é o sorriso. Conseguir registrar sorriso sincero de uma criança feliz vale mais que mil palavras. Por isso, vale ressaltar a dica de criar amizade com a criança. Assim, ela não vai ficar tímida quando você apontar uma câmera. 

Dica 7 -   Na natureza, no jardim  
natureza.jpg
O melhor lugar pra se fotografar uma criança é em externas. Aproveite a luz natural, os elementos naturais (grama, flores, céu, árvore), aproveite o clima de liberdade que estar num ambiente aberto dá para conseguir registrar a criança mais à vontade, mais relaxada. E por estar num ambiente aberto, com luz natural, vai ser quase raro o uso do flash, o que permite a naturalidade da imagem.

Dica 8 -   Brinquedos e bichos de estimação  
bichos_brinquedos.jpg
Uma dica para criar um ambiente mais amigo e propício para fotos é trazer brinquedos, ou até mesmo o bichinho de estimação. Deixe que ela interaja.

Dica 9 -   Retratos preto e branco  
preto_branco.jpg
Apesar de ser uma grande defensora da fotografia colorida para crianças, não posso negar que um belo retrato preto e branco envolve uma expressividade maior. E juntando com os olhos carregados de sentimentos, o preto e branco é uma grande cartada para um retrato de impacto. 

Dica 10 -   Disposição na busca pela melhor foto
Fotógrafo de criança tem que ter uma elasticidade sem tamanho e não pode ter medo de sujar. É na busca pelo ângulo perfeito, pelo clique certo que o fotógrafo vai muitas vezes rolar no chão. Mas sujar as calças e praticamente virar uma criança vale na hora de buscar o melhor clique. 

Dica 11 -   Nova perspectiva 
perspectiva.jpg
O que mais costumo ler sobre o ângulo certo de ser fotografar uma criança é ficar na mesma altura dela. Não há nada de errado nisso. Mas as regras estão aí para serem quebradas. Eu gosto de fotografar as crianças de um ângulo superior, fazendo com que elas direcionem o olhar para mim. Nessa nova perspectiva, quebrando uma regra, é possível capturar os olhares e sorrisos sinceros que falamos logo acima. 

Dica 12 -   Fotografe com amor 

amor.jpg
Maior e mais valiosa dica que posso dar pra quem quer seguir essa área da fotografia, ou qualquer outra área, é fazer tudo com muito amor. Quando se faz algo com amor, tudo se torna ainda mais lindo e prazeroso. A fotografia é muito mais que técnicas, regras e equipamento. A fotografia é um ato de amor, dedicação e confiança. Fotografe seguindo o seu coração.

Todas as fotografias utilizadas para colorir este post são da fotógrafa:

Erika Verginelli

sexta-feira, 20 de julho de 2012

[DICA] IPAD, 7 Aplicativos para Crianças!


7 Aplicativos para Crianças! 



Esta quarta-feira meu filhote completou um ano de vida, e aproveitando a deixa trago para vocês uma lista dos meus aplicativos preferidos para crianças pequenas.
Aproveite para compartilhar com seus filhos, sobrinhos ou netos a experiência mágica que é mexer em um iPad.

Eu sei, o iPad é um device caro e deixá-lo na mão de uma criança é um risco.
Mesmo com os cases apropriados (sim existem) a mais educada das crianças pode danificar o aparelho sem intenção. Acredito que com a devida supervisão você não terá contratempos, pelo contrário, vai se divertir bastante.

O primeiro da lista eu já citei aqui, na minha primeira postagem no blog, mas não pode ficar de fora desta:

Toy Story Read-Along

Toy Story Read-Along (AppStore Link)
Chamar este aplicativo de “Livro” chega a ser um insulto. O Toy Story Read-Along, além de todas as funcionalidades, explora todas as possibilidades do formato digital de uma maneira exemplar, com um grau de interatividade absurdo e caprichado em cada detalhe.
Não precisa ser criança para ficar impressionado.

Colorama Free - Kids Coloring Book

Colorama Free - Kids Coloring Book (AppStore Link)
Toda criança gosta de pintar, este aplicativo é um dos melhores que já vi na categoria. Oferece vários desenhos grátis e uma interface bem fácil de aprender para as crianças.


Talking Tom Cat (grátis)

Acho difícil alguém que não tenha sequer ouvido falar neste app. Tom é um gato que irá responder exatamente o que você disser. Existem outras ações secundárias como acariciar o gatinho, dar leite e cutucá-lo, mas a parte mais engraçada e ouvir o que você disse reproduzido com a voz estridente do bichano. Este aplicativo não é apenas para crianças, mas tem um efeito especial sobre elas.
(O sucesso do aplicativo é responsável por uma infinidade de “Talking qualquer coisa” na App Store. Alguns são divertidos outros nem tanto. Tem até talking justin bieber… acredite se quiser.)

Monkey Preschool Lunchbox

Monkey Preschool Lunchbox (AppStore Link)   
Aproveite o interesse natural das crianças por tecnologia, para ensinar.
São 7 jogos diferentes para o seu pequeno aprender cores, letras, números, formas, tamanhos, semelhanças e diferenças, e inglês, já que não existe em versão traduzida. Um aplicativo completo que tem atualizações lançadas frequentemente. $0,99 muito bem investidos.

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (AppStore Link)   
Sim, este é mais caro, mas para você ter uma idéia, ele é nada menos do que o primeiro livro a atingir o topo da lista dos aplicativos mais baixados. Muitíssimo bem feito e altamente interativo. Um verdadeiro exemplo a ser seguido pela categoria.  

Considerações Finais

Em minha opinião, esta é uma lista de aplicativos obrigatórios para você que tem criança pequena em casa.
Diversão garantida para a família e uma ferramenta mágica para manter uma criança se divertindo e aprendendo enquanto você precisa realizar alguma tarefa, quando está dirigindo ou até mesmo para tirar aquele merecido descanso (pais saberão do que eu estou falando).
Assunto para debate:
  • Esta foi a minha lista. E você, qual recomenda?
  • Não tem crianças no convívio (ou falta coragem de compartilhar o iPad), qual o jogo classificado como infantil que você não resiste? Sempre tem um.
Abraço a todos e um ótimo inicio de semana!

por: Vitor Fogassa

 Fonte iPadDicas

quarta-feira, 18 de julho de 2012

[DICA] Como tratar a ENURESE e ajudar seu filho



A criança faz xixi enquanto dorme, acorda com a cama toda molhada e a situação repete-se algumas vezes. Vale perguntar-se, antes de tomar qualquer atitude, em que medida isso pode representar um problema real. "Muitos pais preocupam-se com o fato antes da hora", diz o pediatra David Nisenbaum, para quem, antes dos seis ou sete anos de idade, fazer xixi na cama uma vez ou outra não configura, de fato, enurese, mas uma resposta da criança à dinâmica familiar.

Apesar de considerar a enurese um problema que deve ser avaliado de forma multidisciplinar, Dr. David observa que muitos casos podem ser resolvidos sem acompanhamento psicológico, aliando apenas a compreensão dos pais e algumas dicas médicas. Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a enurese, ou micção noturna, é um problema constrangedor e difícil para a criança. Se ela é incapaz de prender a urina durante a noite, as razões desse fato devem ser investigadas, começando por uma visita ao pediatra. Julgar a situação como mau comportamento da criança é um equívoco, porque fazer xixi na cama não é uma atitude intencional. Ao culpar a criança, os pais só interferem negativamente na sua auto-estima.

O pediatra aponta dois tipos de casos: a enurese primária, quando a criança tem um histórico de nunca ter controlado a vontade de urinar, e a enurese secundária, caracterizada como doença ou comprometimento psicológico. "No primeiro momento, a conduta médica deve ser a de investigar possíveis problemas orgânicos", afirma o Dr. David. As causas orgânicas geralmente referem-se a infecções no trato geniturinário, que podem interferir no funcionamento normal da bexiga. Mas também podem ter relações com a espinha dorsal, diabetes ou disfunções hormonais. Algumas vezes, a cobrança dos pais no sentido de que o filho apresente amadurecimento e total controle gera estresse e medo na criança, o que acaba por provocar a enurese, diz o pediatra.

"A crítica construtiva, sem expor a criança ao ridículo, é o melhor caminho". Lembrando sempre que cada criança tem seu tempo próprio de desenvolvimento.
Como ajudar seu filho:
Afastadas as causas orgânicas para esse comportamento, algumas dicas simples podem contribuir para evitar o fato. Os pais devem estar atentos, em primeiro lugar, para não cobrar atitudes do filho, orienta o Dr. David, segundo ele, o ideal é que o menor número de pessoas saiba sobre o que está acontecendo.

Estabelecer uma "política de prêmios" é uma estratégia que leva a bons resultados, sugere. "Montar um calendário, onde a própria criança marca com quadradinhos os dias em que não fez xixi na cama é um bom começo", ensina o pediatra. Cada noite sem molhar a cama deve ser recompensada com um pequeno prêmio, que pode começar com uma bala, aumentando-se gradativamente o valor dos prêmios.

O volume de líquidos ingerido à noite deve ser controlado e a criança deve ser estimulada a fazer xixi uma ou duas vezes antes da hora de dormir. E é ainda possível praticar com a criança um exercício para auxiliá-la a controlar a vontade de fazer xixi. O chamado ato de urinar em dois tempos pode transformar-se numa brincadeira: os pais estimulam o filho a fazer um pouco de xixi e parar, segurar a urina, para depois continuar.

Se essas práticas, mais o carinho e entendimento dos pais, não funcionarem, há ainda a alternativa de utilização de medicamentos, como, por exemplo, um spray nasal de hormônio antidiurético, que ajuda o corpo a reabsorver água e reter a urina. Somente depois desse processo de investigação e tentativas para solucionar o problema, e o recomportamento da criança mantiver-se inalterado, ocorre o encaminhamento para orientação psicológica, assinala o Dr. David.

Fonte: AloBebe

segunda-feira, 16 de julho de 2012

[DICA] Dicas para fazer o bebê dormir a noite toda

Bebê dormindo 

Duas da manhã. Um choro rompe o silêncio, estremece seu corpo. A aflição e a dúvida surgem com a esperança: será que o bebê dorme de novo? E ele continua berrando!

Saiba que esta cena se repete todas as noites, em várias cidades do mundo. É que são muitos os bebês e todos eles choram à noite. Alguns truques simples ajudam você a induzir o pequeno a dormir como uma anjinho - e na própria cama. Confira as dicas dos especialistas:

· O bebê quer encontrar o mesmo ambiente, situação ou objeto que o levam a dormir: a cama dos pais, o urso de pelúcia, o colo da mãe, o som de uma cantiga de ninar, a mão da babá, o balanço do carrinho, a mamadeira etc. O ideal é que durma no próprio berço e seja colocado ali ainda acordado.

· Crie um ritual. Vale conversar baixinho - "Tá na hora de nanar", "Vamos colocar o pijaminha"... -, cantar uma música, contar uma história... Depois, a criança já no berço, dê-lhe um beijo de boa noite. O papai pode revezar com você.

· A sensação de saber o que vai acontecer é muito importante para a criança. Procure manter o mesmo ritmo todos os dias.

· Os bebês choram porque não sabem dizer "Quero você aqui". Fale do seu quarto algo como "Vamos dormir, meu amor... Pegue seu ursinho (ou seu paninho), o cachorrinho também está nanando...": isso facilita o aprendizado.

· A casa também precisa estar silenciosa. Evite luminosidade excessiva e mantenha o som baixo.

· Seja carinhosa. "Hora de dormir não é hora de dar bronca. É momento de acalmar, de estabelecer o diálogo com seu filho: dê-lhe um banho, faça carinhos ou uma massagem", recomenda a psicanalista Ester Woiler.

· O cheiro da mãe é um poderoso calmante. Ponha uma manta do nenê em contato com o seu corpo e depois coloque-a junto dele.

· O dia do bebê tem a ver com a noite que ele dorme. A pediatra Cristina Guttilla diz: "O bebê é suscetível a qualquer alteração em seu dia-a-dia. Festinhas, viagens e visitas podem atrapalhar seu sono". Estímulos em excesso - TV, vídeo, som, brinquedos, falatório e até carinho demais - cansam o bebê e deixam-no irritado.

· Evite levar a criança para a sua cama. "Pode tornar-se um hábito difícil de ser extinto. Estabeleça só os sábados e as manhãs de domingo para fazer isso", sugere a psicóloga Maria Teresa Raduan.

· Pais que trabalham até tarde e acordam a criança com o argumento de "só tenho essa horinha para brincar com meu filho" atrapalham qualquer sono.

· Tente entender o que a criança quer e necessita. Tendo dificuldade, converse com o pediatra ou um psicólogo, expondo sua insegurança e os problemas.

Fonte: mdemulher

quarta-feira, 11 de julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

[DICA] Agências de modelos infantis

Saiba o que fazer na hora de entrar em contato com uma agência de modelos infantis para não cair em uma cilada e frustrar o sonho de ver seu bebê em um comercial.

Muitos pais sonham ver a carinha de seu filho estampada em comerciais, mas têm medo de entrar nesse mundo e transformar seu bebê em um modelo. As dúvidas são muitas: a criança aguenta o ritmo do trabalho? Vale a pena financeiramente? Quem procurar?

Atendendo pedidos de muitas leitoras do site, o Guia do bebê reuniu as principais informações sobre as agências de modelos do país. Aqui, você poderá tirar suas dúvidas e decidir se essa é uma boa ideia para sua família.

Existem diversas agências de modelos especializadas em crianças e bebês espalhadas por todo o país. São eles que fazem a intermediação entre os modelos e as produtoras que contratam para trabalhos em TVs, comerciais, campanhas publicitárias, anúncios e sessões fotográficas.


Criança segurando máquina fotográfica - Loskutnikov / ShutterStock
O primeiro passo é o mais importante: escolher uma agência séria e confiável. A dica da empresária Isabel Bruns, da agência Kids, é que as mães pesquisem sobre a agência, seus principais clientes e com que frequência os modelos são chamados para testes ou trabalhos. “Alertamos as mães que as agências sérias nunca fazem avaliação ou entrevista via MSN ou webcam. Além disso, empresas idôneas não prometem trabalho e muito menos dizem que a criança só poderá fazer um trabalho que está ‘praticamente aprovado’ se fizer o material fotográfico/agenciamento”, diz Isabel.

Ao pesquisar as agências, é importante se informar sobre taxas e valores que devem ser pagos. “Em média, as boas agências cobram de R$ 300,00 a R$ 500,00 de taxa de agenciamento ou material fotográfico” afirma Isabel. Ela explica que agências que cobram em torno desse valor são as que lucram com as comissões de trabalho e não com o agenciamento de crianças.

Essa taxa é paga para que a criança possa fazer parte do casting da agência e deve ser paga mesmo que o bebê não seja contratado para nenhum trabalho. “As agências têm seus custos e, portanto, cobram pelo serviço que fazem. As agências são apenas intermediadoras, o trabalho delas é fazer a divulgação das imagens. Quem escolhe as crianças para testes e trabalhos é o cliente final”, explica.

Antigamente, era obrigatório fazer um book, ou seja, um livro com fotos profissionais da criança. Hoje, muitas agências usam imagens digitais, que podem ser atualizadas mais facilmente, já que as crianças crescem e mudam muito rápido.

Se o objetivo dos pais é o retorno financeiro, esse pode não ser o melhor negócio. Dependendo do trabalho, o valor dos cachês pode variar de R$ 50,00 a R$ 10.000,00. “É claro que milagre não existe e, em geral, cachês muito altos significam exclusividade ou grande veiculação da imagem. A maior parte dos modelos fazem trabalhos suficientes para cobrir seus gastos, mas a maioria faz pela vontade de ver seu filho num comercial de TV ou revista, não pelos cachês”, afirma a empresária.

Porém, esse não deve ser apenas um sonho dos pais. É preciso lembrar que é a criança quem deverá encarar o trabalho, muitas vezes bastante cansativo. Em alguns casos, os pequenos passam o dia inteiro fotografando ou filmando. Se seu filho já é crescidinho, antes de tomar uma decisão é legal conversar com a criança e ver o que ela acha da ideia. Os pais devem pensar também na sua disponibilidade para acompanhar o filho em testes e trabalhos.

Algumas crianças parecem ter nascido para ser modelo. Mas se tiver dúvidas de como seu filho irá se comportar em frente às câmeras, procure uma agência que ofereça testes de fotogenia gratuitos. Se ele se sair bem e as fotos ficarem legais, você poderá fazer o agenciamento com mais segurança.

Quanto ao perfil dos pequenos, é importante lembrar que hoje a diversidade está em alta. “O perfil que mais encontramos nas agências são os loiros de olhos claros e castanhos, mas temos muitos pedidos de crianças orientais, negros, ruivos etc., que acabam tendo pouquíssima concorrência”, diz a diretora da Agência Kids.

Confira abaixo algumas agências de modelos que trabalham com bebês e crianças:
ATENÇÃO!

O Guia do Bebê nunca realizou trabalho com essas agências listadas abaixo e não possui qualquer tipo de ligação com as mesmas. Essas agências foram relacionadas a partir de um trabalho de pesquisa.

Agências com sede em Brasília
Scouting - www.scouting.com.br
Agências com sede no Ceará
Agência New Faces - www.agencianewfaces.com.br
Agências com sede em Minas Gerais
Fashion Models - www.fashionbh.com.br
Agências com sede no Paraná
Casa Blanca - www.casablancamodels.com.br
Mundo Model - www.mundomodel.com.br
Agências com sede em Pernambuco
EP Models Agency - www.epmodelsagency.com.br
Agências com sede no Rio de Janeiro
Désir Models - www.desir.com.br
Latinamerica Talents - www.latinamericatalents.com
Top Kids  - www.topkids.com.br
Agências com sede no Rio Grande do Sul
Maribel Cachoeira Modelos - www.maribelcachoeira.com.br
Primeiros Passos - www.agenciapp.com.br
Agências com sede em Santa Catarina
Nova Estrela - www.agencianovaestrela.com.br
Agências com sede em São Paulo
Agência Alternativa - www.agenciaalternativa.com
Agência Baby - www.agenciababy.com.br
Agência Kids - www.agenciakids.com
Art Bambini - www.artebambini.com.br
Agência Vogue - www.agenciavogue.com.br
Boneca de Pano - www.agenciabonecadepano.com.br
Dois Tons - www.doistons.com.br
Fifi Kids - www.finekids.com.br
Fine Kids - www.fifikids.com.br
Green Casting - www.greencasting.com.br
Meu Capricho - www.meucapricho.com.br
Nini Casting - www.ninicasting.com
Styllus - www.agenciastyllus.com
Totem Modelos - www.totemmodelos.com.br
Tutti Modelli - www.tuttimodelli.com.br
Typos - www.typos.com.br
You Model's Agency - www.youmodels.com.br

Paula R. F. Dabus

Fonte: Guia do Bebê

segunda-feira, 9 de julho de 2012

[DICA] Prepare o primogênito para a chegada do irmão


Nada como um bom papo para explicar que a família vai ganhar um novo integrante

Não é fácil para uma criança entender e aceitar que os pais optaram por ter outro bebê. Para ajudá-la a digerir a idéia e mostrar que seu espaço na família não está ameaçado, a regra é soltar o verbo. “Falar é sempre a melhor alternativa, independentemente da idade”, ressalta Ada Morgenstern, professora de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. O que muda, conforme a idade, é o tom da conversa.

Se o pequeno só balbucia o bê-á-bá, não adianta apostar em longos discursos. Nesse caso, é preferível esclarecer, por exemplo, que a barriga da mamãe irá aumentar porque ali está crescendo um irmãozinho. Já os maiores são capazes de compreender que o bebê a caminho será um ser com necessidades e sentimentos próprios.

Desde o momento da notícia, inclusive, os pais podem estimulá-los a compartilhar, no futuro, uma parcela de responsabilidade em relação ao caçula – sem forçar a barra ou sobrecarregá-los, é claro.
Prepare o primogênito para a chegada do irmão Apesar de o ciúme ser inevitável, as reações do filho estão diretamente associadas à forma como os pais encaram a gravidez. Por isso, nada de transmitir insegurança.

“A melhor maneira de contar é envolver a criança e criar a possibilidade de que a situação nova seja boa para ela”, aponta Luciene Tognetta, do Laboratório de Psicologia Genética da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.

Uma dica: no período próximo ao nascimento do novato na família, evite fazer transformações bruscas no cotidiano do mais velho. “A chegada do irmão já é uma mudança muito dura para ele”, afirma Luciene.

Colocar na escola, tirar o bico da mamadeira ou alterar a decoração do quarto pode dificultar esse momento de transição na vida do pequeno.

Fonte: Bebe

domingo, 8 de julho de 2012

Importados Lulu

Importados Lulu - por Luana Jessyck
Vestidos, Conjuntos de saias e blusas e etc...
Acesse nossa loja e confira nossos produtos.

importadoslulu.bazarfashionbaby.com.br/


quinta-feira, 5 de julho de 2012

[DICA] As crianças e os fogos de artifício

No Brasil, os fogos de artifício sempre causam acidentes graves em crianças.
O mês de junho, principalmente nas cidades do Norte e Nordeste do Brasil, os feriados de São João e São Pedro são as festas maiores dessas regiões, e as de maior duração. Como já é tradição, durante as festas juninas, as vendas de fogos de artifício aumentam consideravelmente e se proliferam nas cidades, a maioria clandestinamente, tanto na produção como na venda. Ouvimos sempre nos noticiários informações sobre incêndios de casas inteiras que armazenavam esses produtos.

Outro agravante são os balões, que são muito bonitos e atrativos quando sobem, mas quando descem, causam destruição, e já são motivo de alerta para bombeiros e polícia todos os anos.

No que diz respeito às crianças, todo ano, temos informação de muitas delas que perdem dedos, membros e até ficam cegas no manuseio de fogos de artifício. Crianças não tem muito senso de perigo, e cabem aos pais vigiá-los aonde estão e de que forma estão se divertindo, e saber como evitar acidentes com fogos. http://www.guiainfantil.com/images/blog/100/133/001_small.jpg


Que fogos de artifício podemos dar aos nossos filhos

Não existem fogos de artifício inofensivos. Esses produtos causam, geralmente, queimaduras de segundo grau que necessitam de uma média de 15 dias de tratamento médico. Além disso, eles podem explodir nas mãos, mutilando o usuário. As populares bombinhas e os traques podem ser vendidos, pois estão regulamentados. Por outro lado, a venda de bombas, pólvora e rojões para menores pode acarretar em pena de seis meses a dois anos de reclusão.

Dados da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ) mostram que, durante as festas juninas, os atendimentos a pessoas que sofreram queimaduras nas emergências dos hospitais chegam a dobrar. Mais de 80% das vítimas são crianças. Os motivos para esta alarmante incidência: a imprudência no uso de materiais inflamáveis e explosivos (fogos de artifício, balões) e brincadeiras perto das chamas das fogueiras.

Algumas dicas para se evitar acidentes con fogos

- Jamais carregar bombinhas no bolso;
- Nunca acender rojões próximos ao rosto;
- Não reaproveitar bombinhas ou rojões que falharam;
- Prender o rojão em uma armação e afastar-se na hora de acender;
- Nunca associar bebida alcoólica com o uso de fogos e nem entregar fogos de artifício a crianças, pessoas alcoolizadas ou pessoas inabilitadas para o uso;
Manter as crianças afastadas do local;
- Compre fogos de artifício apenas em lugares especializados e evite a aquisição junto a camelôs;
- Observe se os estabelecimentos comerciais que vendem esse tipo de mercadoria têm licença de funcionamento da prefeitura. Observe ainda, se no local há restrição de venda dos fogos, de acordo com a idade;
- Atentar para o tipo e a quantidade de pólvora existente no produto, pois quanto mais pólvora, maior é a periculosidade e potência do mesmo;
- Seguir atentamente as instruções do fabricante (transporte, uso, armazenamento, composição, data de validade e os riscos que os fogos podem causar). Além disso, essas informações devem estar em língua portuguesa, mesmo que o produto seja importado, e de maneira clara, precisa e ostensiva nas mercadorias, conforme o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor;
- Não solte fogos perto de hospitais, sob copas de árvores ou perto de fiações elétricas;
- Prefira soltar os fogos de artifício em locais abertos, de preferência em áreas amplas e sem vegetação por perto;
- Nunca aponte para pessoas e verifique se não existem materiais combustíveis nas proximidades;
- Atentar para a classificação por idade e habilitação de cada tipo de fogos de artifício.


Fonte: Guia Infantil

terça-feira, 3 de julho de 2012

[DICA] 10 dicas para estimular a criança a andar

“Meu filho andou com 11 meses.” Pronto! Basta ouvir isso de outra mãe para você entrar em desespero com o seu filho que acabou de completar 1 ano e ainda não anda? Fique tranquila! Leia esta reportagem até o fim e você vai ver por que não é preciso desespero e o que pode fazer para ajudar seu filho nessa etapa do desenvolvimento dele. Mas lembre-se: o principal estímulo em qualquer fase é o que carinho que você dá a ele, todos os dias.

Esqueça as comparações
Essa é a primeira dica porque é também motivo de ansiedade dos pais. Não há uma idade certa para a criança andar, e sim um período - entre 10 e 18 meses - para que isso aconteça. Se o seu filho só deu os primeiros passos sozinho com 1 ano e 4 meses, e o da sua irmã com 1 ano, não quer dizer que ele tem um atraso neurológico ou neuromotor ou que foi pouco estimulado por você. É o tempo dele! Apenas isso.

ThinkStockDeixe-o explorar
Deixe o bebê experimentar o chão, fazer suas próprias rotas, procurar os melhores caminhos, descobrir texturas com os pés e as mãos. Claro, fique sempre por perto.

Incentive
Você pode, por exemplo, se colocar a um metro da criança e chamá-la. Ela irá se esforçar para chegar até você. Também pode ajudá-la a ficar em pé na ponta do sofá para que caminhe até a outra – onde você a espera. Usar brinquedos é outra dica. Afaste-os para que seu filho, aos poucos, tente pegá-los.

Com as suas mãos
Eles adoram! Segure as duas mãozinhas do seu filho e vá caminhando junto com ele. Depois, segure apenas uma, até que ele se sinta seguro e você consiga soltar a outra. Tenha calma. Isso pode não acontecer na primeira vez. Segure a ansiedade!

Dê segurança
A posição ereta e os primeiros passos significam um novo mundo para o bebê. A capacidade de locomoção o leva a se arriscar – é aí também que a atenção dos pais será decisiva. Se seu filho tropeçar ou derrubar algo, alerte-o de forma carinhosa. Broncas agressivas ou impacientes podem retrair a criança e até atrasar seu desenvolvimento motor.

Não o assuste
OK. Dá até um frio na barriga de ver aquele bebê andando todo desengonçado a ponto de cair a qualquer momento. Mas a sua postura é fundamental para que ele não se assuste (isso pode até atrasar o tempo de ele andar). Se por acaso, cair para trás e bater a cabeça, socorra-o, mas sem (pelo menos mostrar para ele...) desespero. Então, conforte-o e observe se não fica sonolento ou vomita. Se perceber qualquer modificação no comportamento do seu filho, ligue para o médico.

Esqueça o andador
Além de ser responsável por acidentes com crianças, o acessório, diferente do que se imagina, não estimula a criança a andar. Ao contrário. O andador pode atrasar o desenvolvimento psicomotor do seu filho, fazendo com que leve mais tempo para ficar de pé e caminhar sem apoio. Isso sem falar que ele encurta uma etapa importante, o engatinhar.

Calçado ideal?
O melhor é deixar seu filho descalço. Além de dar mais aderência, ao sentir o chão, ele se sente mais seguro. Meias antiderrapantes também são boas opções, principalmente para os dias frios. Esqueça calçados duros demais. Opte por tênis molinhos, confortáveis e no tamanho certo.

Um lugar diferente
Leve seu filho para passear num parque ou numa praça. Um bichinho ou uma folha grande de árvore pode aguçar sua curiosidade e ser um estímulo para que queira andar e chegar mais perto.

Sobre quinas, móveis e mais
Ao mesmo tempo que é uma delícia ver seu filho andar, nessa fase (que inclui o engatinhar) é preciso ficar atento com tudo o que estiver aos olhos dele. Uma toalha de mesa que pode puxar, quinas de móveis, escadas, objetos pequenos e pontiagudos e até móveis fáceis de virar. Com todas essas sugestões, vale reforçar: “Aproveite essa fase do andar. Aproveite todas as fases da criança, sem neura”, diz Edilson Forlin, ortopedista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

Fontes: Edilson Forlin, ortopedista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR); Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP); Luiza Batista, coordenadora de políticas públicas da ONG Criança Segura; Maria Amparo Martinez, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).

Fonte: Revista Crescer

Moto com empurrador

Moto com empurrador
Somente R$90,00

Clique aqui e veja mais detalhes.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

[DICA] Bebê zen e família também...

Bebê zen e família também...
Toda casa que tem bebê vira sinônimo de choro alto, noites sem sono e pais exaustos, certo? Não. Há famílias que vivem esta fase sem traumas, com muito mais tranquilidade que estresse. Segundo especialistas, não há mistério.

Crescem não só o conhecimento a respeito das crianças e das formas como lidar com suas emoções, como também a preocupação das famílias em manter a estabilidade emocional coletiva.

Massagens, exercícios e outras técnicas ganham adesão de profissionais e pais que pretendem oferecer conforto e, ao mesmo tempo, fortalecer o vínculo entre eles e os filhos cada vez mais cedo. Seja para diminuir a tensão comum nessa fase, tranquilizar o sono ou harmonizar todo o ambiente familiar, o toque, a ginástica corporal, os sons e cheiros possuem papel importante neste momento do desenvolvimento humano.

A possibilidade de promover estímulos externos ajuda na melhora dos resultados dos testes de desenvolvimento psicomotor; diminui as crises de choro e aprimora a relação entre o bebê e os pais. A iluminação do ambiente pode ser regulada, sendo suavizada em momentos específicos. O banho de ofurô é uma das formas de acalmar. O contato com a água quentinha e os limites do balde permitem que os bebês sejam remetidos às lembranças intrauterinas, relaxando e sentindo-se seguros, chegando a dormir melhor.

A técnica de imersão vertical é muito usada até mesmo no final da shantala (massagem de origem indiana), e não tem contraindicação. A água deve estar em torno de 37 ou 38 graus, e cobrir todo o corpo no balde (apropriado, vendido em diversas lojas), deixando apenas a cabeça fora da água.
Os sons do ambiente também devem ser controlados, para auxiliar no relaxamento. Reservar um momento para estes cuidados fará diferença para a criança e para o adulto. Estas são algumas sugestões que fazem a diferença na rotina da família e ajudam a manter a tranquilidade do bebê e dos pais.


Fonte Principal: blog Cryar

Fonte Secundára: Pequenos por Menos