sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Kit Festa Digital - Pocoyo

O kit é composto por 12 itens, será enviado por email.
Os arquivos vão prontos, sem precisar alterar, é só abrir e imprimir.
Itens:
Água
Batom
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Brownie
CD
Convite
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Papinha
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SHORT DIVERTIDO

SHORT DIVERTIDO
Lindo short com desenhos de bichinhos no bumbum para deixar seu bebe ainda mais fofo.

Somente R$15,00

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[DICA] Dia das Crianças: Presentes para meninos

Dia das Crianças: Presentes para meninos


Muita gente acredita que presentear meninos é mais difícil do que presentear meninas. E é mesmo! Principalmente agora, em temos de tecnologia e mentes cada vez mais avançadas. Antes, era só comprar um carrinho, uma bola ou uma pipa que o rapazinho abria aquele sorrisão. Agora…
Bem, agora você tem o Dicas de Presentes para te ajudar a escolher o presente ideal para os meninos. Levando em consideração que mundo mudou, as crianças mudaram e os gostos delas também. Aproveite que o Dia das Crianças vem aí e faça a escolha certa.

 Videogames
A criança adora videogame? Porque não comprar um PSP, Wii, Xbox 360 ou um Nintendo DS?  O problema é que o presente não é muito barato, mas é garantia de sorrisos. O PS3 mais barato, por exemplo, sai por ao menos R$ 1.399 (na versão com HD de 160 GB), mas é possível encontrá-lo por R$ 900 em lojas da internet. O Wii, que custa oficialmente R$ 999, pode ser achado a partir de R$ 550.

Jogos de computador
Jogos de forma geral são bem atrativos para os meninos. Se a criança for muito pequenininha, mas já frequenta o mundo virtual, aposte nos jogos mais educativos e interativos neste dia das crianças, como a coletânea de Coelho Sabido, um jogo que exercita as habilidades e auxilia na coordenação motora da criança. Para as crianças maiores, a dica é apostar uma corrida alucinante em Need for speed, também disponível para videogames. Só evite os jogos de violência!

Camisa do time preferido
Se desde pequeno esse rapazinho já curte futebol. Dar a ele a camisa oficial do time que ele curte pode ser uma boa pedida. Mas atenção, neste caso, dê a camisa original, nada de produtos pirateados. Se o saldo permitir, você também pode montar um kit do time com chaveiro, caneca, bola e outros itens oficiais.

Bicicleta
Para garantir diversão ao ar livre, uma bicicleta pode ser uma ótima opção. Fique atento aos itens de segurança. Algumas já vem com as rodinhas e capacete, para garantir o passeio com toda a segurança para o pequeno.

Carrinhos de controle remoto
Um carro irado para a criança acelerar e fazer muitas manobras radicais, pode ser outra opção de presente certeiro. Estes carrinhos, geralmente, funcionam a bateria e constumam ser resistentes, o que o torna um presente durável.

Mini-veículos
A paixão por carros começa desde cedo! Para incentivar isso, dar para a criança um mini-veículo é o caminho. Alguns são tão parecidos com os modelos reais que contam com vários recursos capazes de proporcionar à criança a sensação de estar dirigindo um carro de verdade, como luz traseira, faróis dianteiros, painel, chave liga-desliga, alavanca que aciona o ronco do motor, acelerador, buzina e retrovisor.

Livros e jogos educativos
Para as crianças pequenas vale investir, sempre, em presentes educativos. No mercado há várias opções de livros pedagógicos de quebra-cabeça, de caça-palavras, para colorir e desenhar, dentre outros. O mesmo acontece com os jogos. Há vários por aí. Uma boa sugestão é você olhar na embalagem do produto sua classificação etária. Assim não tem erro!

Fonte: Dicas para presente

terça-feira, 18 de setembro de 2012

[DICA] A Criança e os Mimos

Uma criança necessita de atenção, carinho, cortesia no trato por parte de quem quer que seja, e especialmente respeito, que se traduz em simplesmente, da parte de nós adultos, do ter o cuidado, o respeito e consideração de não contaminá-las com nossos vícios, manias e maus hábitos.



mãe com bebê

"Respeito é quando ensinamos, não quando corrigimos..."

Sim, nós somos os contaminadores, uma vez que elas, psicologicamente, ao nascerem, ainda não são nada, não têm personalidade, costumes, sequer pensam. Mas, logo nos encarregamos de preenchê-las com aquilo que em nós temos de mais precioso, ou seja, nossas vaidades, crendices, superstições, medos, desejo de mudar o mundo de conformidade com nossa imagem e semelhança.
Observe o que motiva um corrupto. Não são os agrados, o prazer de ganhar alguma coisa, de levar alguma vantagem, obter um algo mais que o permita viver de forma mais confortável, algo que lhe dê a sensação de maior poder pessoal? Imagine se existisse uma maneira de tornar nossa vida mais fácil, ainda mais quando isso não requer muito esforço de nossa parte para ser obtido, já que isso tende a chegar para nós como um presente. Não é exatamente isso que busca também um corrupto, alguém disposto a levar sempre vantagem, um homem sem ética, um fiel partidário da lei do menor esforço?

Quando uma criança é tratada como mimos excessivos, quer dizer presentes e alguma forma de coerção para que cumpra seus deveres, ao invés de respeito, ela está diante das mesmas condições que motivam também um corrupto. Criança não precisa de tais mimos, criança precisa de educação, zelo e respeito, disciplina ordenada, que é o sentido de organização pessoal, toque e carinho. Essa espécie de mimo, isso sabemos bem, além de não educar, corrompe o caráter, a formação moral daquela criança, que ainda está criando seus alicerces.

Observe o mundo à nossa volta, as milhares de gerações humanas que já povoaram essa terra, quase todas a mimar seus filhos como uma norma institucional e educacional, e veja-se o resultado obtido. Sabemos bem como a indústria do dar e receber presentes e agrados, cada vez se firma mais em nossos dias. Tornou-se uma religião, faz parte de todas as tradições, de todos os povos, em todos os tempos. Sendo assim, se há tanta cordialidade entre os indivíduos, se aumentam as formas de confraternizar, por que o mundo simplesmente ignora tudo isso e segue moralmente deformado?

Observe o mimo como agrado, o que tal coisa significa à mente infantil. Trata-se de um pagamento, uma compensação, uma demonstração clara, por parte de quem o pratica, de que aquilo lhe deve ser dado, porque, de alguma forma lhe é coisa necessária. Trata-se assim de uma compensação, uma cortesia. E ao lhe ser dada, também lhe informa, que ela, a criança, deve retribuir com algo em troca, seja um simples gesto de obediência, seja um sorriso, o que quer que seja. Mas logo, pela força do hábito, esse tipo de troca se torna uma necessidade, um vício sem o qual, à medida que cresce e quando se torna adulta, ela não consegue mais conviver. Torna-se uma necessidade.

A mãe a “agrada” quando a criança lhe dá alguma coisa, e logicamente também o recebe. Pode ser apenas um sorriso involuntário, e através do mimo, a mãe lhe retribui o gesto. Depois a coisa progride para as pequenas tarefas, ou no desempenho escolar, ou no bom comportamento, e assim por diante. 

É comum os pais ficarem encantados com os primeiros gestos dos filhos, e logo, vêem ali, diante deles, não um ser humano, mais uma espécie de brinquedo animado, vivo, que lhes pertence, que é capaz de reagir aos seus estímulos. E para que as crianças permaneçam “felizes”, sempre sorrindo, já que isso, aos olhos dos pais, quer significar bem estar, logo, as primeiras brincadeiras, expressas através de estímulos sensoriais de todos os tipos, se transformam naquilo que chamamos de mimos pagamentos. Se o mimo, carinho, gratuito, é para nós uma forma válida de educarmos, compensarmos e demonstrarmos afeto pelos nossos filhos, esse mesmo mimo, quando se transforma em pagamento é para eles uma fonte de futura dependência.  

Devemos nos lembrar que, naquela mente, ainda em formação, não existe nenhum conceito de regras sociais, nem a idéia do errado, ou certo, ou qualquer outra coisa. Mas, aquela pequena psique, ainda sem nada escrito em sua programação, sabe, por instinto, o que é bom para ela, isto é, o que é necessário à sua sobrevivência. Isso não lhe foi ensinado por ninguém, é um dote da natureza para todos os animais. 


mãe e filho
Admitir que não sabemos nos faculta a aprender.


E sobreviver significa simplesmente: se não me favorece deve ser evitado; se ao contrário, favorece, deve ser aceito e cultivado. Mas, ela ainda não possui conceitos sobre ética, sobre comportamento incorreto ou correto, e a depender do meio onde apreende as coisas, tudo isso passa a ser coisa relativa daquela cultura, ou grupo, ou indivíduo educador, no caso, seus tutores, ou pais. 

Uma mente lógica é o que possuímos. Uma mente que foi programada pela natureza para associar às impressões percebidas do mundo exterior, ao que favorece aquele corpo físico, cuja instrução principal é a sobrevivência a todo custo. E logo ela, a criança, percebe que recebe “agrados” sempre que ocorrem “certas” coisas, e uma destas são os mimos que lhe fazem os pais quando esta sorri. Se os agrados lhe favorecem, passam a ser cultivados como coisa necessária.

Mimo, o carinho espontâneo, é coisa válida, torna-a mais segura de si, mais confiante, mais sensível, mas sem a necessidade de trocas de nenhuma natureza, seja porque o bebê sorri, seja porque ele pronuncia alguma coisa engraçada.

Mais crescida, logo aprende que toda espécie de agrado ou compensação está vinculado a um sistema troca, do qual, logo ela se inteira. Dá-se algo para receber uma recompensa, e vice e versa. Nós lhe ensinamos isso, pode ser consciente ou não, mas ensinamos. Depois a coisa ultrapassa a fronteira da compensação física, ou seja, aquela que podemos ver e tocar, e entra no mundo das nossas crenças pessoais. Assim, quando ela fizer alguma coisa considerada correta ou ética, mesmo que nenhum adulto esteja presente para compensá-la, olhos invisíveis, que a vigiam permanentemente, certamente estarão cuidando de uma futura e valorosa compensação.

Assim, nós lhes ensinamos que nada deve ser feito sem que exista uma contrapartida. Trata-se da regra básica de todas as sociedades: é dando que se recebe. Está lá, em nosso manual básico de vida na terra. Assim aprendemos, assim repassamos aos nossos filhos, e o resultado é o mundo que podemos ver hoje. Como podemos esperar que a compaixão sincera desperte em nossos filhos, quando tudo que lhes ensinamos é que “é dando que se recebe”? Pode existir compaixão onde existe o desejo de compensação por alguma ação praticada?

Alguns defendem que não é possível educar sem tais mimos, agrados materiais, como se de fato isso significasse educação. De verdade, não precisamos corromper a mente de nossas crianças com sistemas cada vez mais elaborados de coesão, com promessas que jamais poderão ser cumpridas, tirando delas, logo no berço, sua capacidade de se expressar com naturalidade, espontaneamente.

A criança não precisa ser corrompida para cumprir suas obrigações, precisa sim, ser instruída para não se corromper. Isso se faz simplesmente não a corrompendo com os fáceis agrados de toda vida. Já crescida, consciente das coisas, que mal há em lhes darmos um presente, sem motivo, sem ocasiões especiais, sem cobrança de coisa alguma, de parte nenhuma?

Todo educador, isso inclui os pais, precisa repensar sua forma de agir, e ponderar seriamente sobre o assunto, isso se queremos sinceramente formar indivíduos que não sejam multiplicadores do caos, da deformação moral, da insensibilidade, que ora presenciamos com tanta intensidade em nossos dias.
  


Fonte: Site de Dicas

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Kit Festa Digital - Filme Os Carros - Cars

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[DICA] ATIVIDADES E BRINCADEIRAS - Segurança no parquinho

ABNT lança novas regras para evitar acidentes em playgrounds e parques de diversão


  shutterstock

A Secretaria da Saúde de São Paulo divulgou nesta semana os dados sobre acidentes em playgrounds e parques de diversão no Estado. Em 2011, 353 pessoas com entre 0 e 19 anos se feriram nesses locais. Essa faixa etária, porém, foi a que teve o menor número de casos. Entre os adultos de 20 a 39 anos foram 584 internações. As informações foram divulgadas um dia após uma menina de quatro anos morrer atingida pela barra de sustentação de um balanço em Águas de São Pedro, no interior paulista.
No próximo dia 30 de julho a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançará oficialmente a nova norma para playgrounds. As regras, que existem no país desde 1999, foram atualizadas. O novo documento é dividido em sete partes, cada uma delas destinada a uma etapa da instalação do playground. Assim, empresas, projetistas e equipes de manutenção poderão visualizar de maneira mais simples quais os requisitos para garantir a segurança dos brinquedos e das crianças que o utilizam.

Segundo Fabio Nakami, coordenador da comissão de estudo e revisão da norma, a expectativa é que o novo formato contribua para facilitar sua compreensão e aplicação, aumentando consequentemente a segurança das crianças. Ele explica que em caso de acidente, a norma também é utilizada para punir os responsáveis. Por exemplo, se a manutenção não foi feita de acordo com as exigências da ABNT, a pessoa que deveria tomar conta disso é punida. Mas a questão é que não há fiscalização o suficiente, então, os pais têm de ficar de olho!
Prevenção é tudo
Para evitar os acidentes no seu condomínio ou na praça do seu bairro, por exemplo, preste atenção em alguns detalhes. Segundo a ONG Criança Segura, checar os equipamentos antes de deixar as crianças se divertirem no parquinho, por exemplo, é fundamental. O ideal é que os brinquedos estejam em bom estado, sem ferrugem, peças soltas ou partes cortantes expostas, e estejam instalados sobre um piso que absorve impacto, como grama, borracha ou areia fina. Qualquer problema deve ser denunciado ao responsável pela manutenção - seja o síndico ou a prefeitura da sua cidade. E nao esqueça de buscar equipamentos apropriados para a idade do seu filho.

LEIA MAIS: Playground ecológico na sua casa

Durante a brincadeira no playground, retire acessórios como capuz e cachecol, pois há risco de estrangulamento. Segundo o supervisor médico do Grupo de Resgate e Atendimento a Urgência (Grau) da Secretaria, Gustavo Feriani, a cadeira dos balanços exige atenção especial. Isso porque caso o corpo seja projetado para trás, a criança fica exposta a fraturas da coluna e da região posterior da cabeça. Se for ejetada para frente, são frequentes as fraturas e ferimentos no punho, mão, braço, face e cabeça. O escorregador também é considerado um local de risco para acidentes com crianças, com quedas de alturas superiores a 1,5 metro, o que pode provocar múltiplas fraturas.
“A melhor recomendação é que um adulto sempre acompanhe as crianças quando estiverem brincando num playground, uma vez que elas não têm noção do perigo e do limite”, avisa Feriani. Ele também alerta para a importância de manter a vacinação (isso mesmo!) em dia. “Como alguns brinquedos podem não apresentar boa conservação, e terem pontos de ferrugem, essa atitude é essencial para imunizar o paciente contra o tétano.”

LEIA MAIS: Como se comportar no playground

Já no caso dos parque de diversões, é preciso observar se há fios desencapados aparentes e oxidação ou ferrugem nos brinquedos, o que indica sinais de manutenção inadequada. Além disso, todos os brinquedos devem ter uma ficha (que fica na entrada de cada atração) especificando as restrições ergonômicas e de saúde.


Fonte: Revista Crescer

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

[PRODUTO] Kit Festa Digital - Pocoyo

Kit do Pocoyo. Composto de 12 itens, personalizado com seus dados
O kit é composto por 12 itens, será enviado por email.
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Veja abaixo os itens:

Água
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Bisnaga de alumínio
Brownie
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[DICA] Como fazer seu filho escovar os dentes sem dramas

Aqui, outras mães e um especialista no assunto ajudam a leitora Andréa a fazer o filho escovar os dentes.

O filho da Andréa tem 3 anos e dá um trabalhão para ela na hora de escovar os dentes. Você tem alguma dica para ajudá-la?
Gabriel Rinaldi

Escovar os dentes    Estou com grande dificuldade para escovar os dentes do Leonardo, principalmente os do fundo. Acabo brigando com ele todos os dias por causa disso. Como posso mudar essa situação? Andréa Canassa, 35, Mãe de Leonardo, 3 anos

Escove os dentes do brinquedo
Com meu filho faço o seguinte: dou a ele uma escova para que ele escove os dentes de um coelho de EVA que fica em cima da pia e ele adora. Depois combinamos que eu escovo os dentes dele e ele, os do coelho. Carolina Faustino Ferreira, 33, mãe de João Antônio, 2 anos e 8 meses
 
Conte uma história sobre a cárie
Sempre conto para Sophia a história dos bichinhos que querem destruir os dentes dela. E que no creme dental e na escova ficam os soldadinhos que irão proteger seus dentes. Ela se diverte! Aracele Cristina de Souza, 30, mãe de Sophia, 4 anos e 6 meses
 
Ele começa, você termina
Luísa começou a me dar trabalho para escovar os dentes. A solução que encontrei foi deixá-la escovar os dentes primeiro e até brincar um pouco com a escova. Depois eu dizia: “Você começa e a mamãe termina, OK?”. Quando não dá certo, a deixo escovar os dentes no banho, mas, da mesma forma, ela começa e eu termino. Fernanda Piovezani, 37, mãe de Luísa, 3 anos
 
Quem fizer direito ganha um prêmio
Eu deixava meus filhos escovarem os dentes sozinhos e brincava de fada dos dentes. Dizia que após a escovação a fada tinha que inspecionar a escovação e eles ganhavam um ponto a cada dia quando estava tudo perfeito. No final da semana, aparecia uma moeda embaixo do travesseiro. Andréa Azevedo, 38, mãe de Caio, 10, e Thiago, 6
 
Deixe ele escovar os seus
Uso o truque de contar até dez e deixar meu filho escovar os meus dentes. Depois eu escovo os dele. Ele se diverte com essa brincadeira! Foi uma dica do odontopediatra. Fernanda Derossi, 28, mãe de Robert, 1 ano e 10 meses
 
Tudo o que o mestre mandar
Quando vou escovar os meus dentes, dou a escova para a minha filha e vou falando como ela deve fazer. Ela vai me imitando e dá certo! Só ainda não consegue escovar os dentes superiores de trás, mas eu sempre ajudo. Silvia Mara Rodrigues, 32, mãe de Luana Beatriz, 2 anos 

O que diz a especialista?
A escovação dos dentes faz parte da higiene corporal do seu filho, como tomar banho e cortar as unhas. Ajude-o a entender isso, para que ele aprenda que é importante cuidar da saúde como um todo. Assim que o primeiro dente de leite aparecer, comece a usar uma dedeira ou escova, mostrando que faz parte da rotina de todos: da mãe, do pai, dos irmãos. A melhor forma de educar é dar exemplo, então escove os seus dentes junto, mostrando como se faz. Seja criativa, invente histórias e brincadeiras, como dar nomes para cada dente ou contar como você aprendeu a escovar os dentes quando pequena. A escolha da escova é muito importante, existem diversas com cores e personagens, e você pode investir em uma elétrica, as crianças adoram!

Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp e autora dos livros Dentista não é coisa do outro mundo, Eu e a Escova e O troca-troca dos dentes (todos da Ed. Santos)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

[DICA] Birra demais?

Ataques de birra frequentes podem esconder problemas mais graves, diz pesquisa

 

Se as explosões são agressivas, acontecem diariamente e sem motivo aparente podem ser um sinal de que a criança está “pedindo ajuda”



  shutterstock

Quem nunca viu um ataque de birra no meio do corredor de um supermercado? Aqueles em que a criança bate o pé, se joga no chão, chora, grita e esperneia? Apesar de nos deixar morrendo de vergonha, a birra faz parte do desenvolvimento infantil e acontece quando a criança ainda não tem maturidade suficiente para lidar com uma determinada frustração e acaba explodindo. Essa explosão vem em forma de choro incontrolável, gritos, aquela movimentação intensa difícil de conter.

LEIA MAIS: Por que bater não educa e ainda torna o seu filho agressivo, agora e no futuro

Os ataques de birra sempre acontecem por um motivo e são dirigidos a alguém. Por exemplo, seu filho pode estar com sono, cansado ou querer um brinquedo que não vai ganhar e, então, explode, para testar o limite dos pais ou de quem está cuidando dele naquele momento. Mas agora a ciência resolveu olhar para o que pode estar por trás dos ataques que acontecem sem motivo aparente, ou seja, quando ele está brincando ali sozinho e, de repente, explode, sem se dirigir a ninguém.

Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina Feinberg, da Universidade Northwestern, em Chicago, nos Estados Unidos, com pais de 1.490 crianças de 3 a 5 anos, mostrou que, quando a birra acontece diariamente, de forma agressiva e sem motivo, ela pode esconder outros problemas. Para chegar a esse resultado, os pais responderam a um questionário com cinco perguntas sobre o comportamento de seus filhos no mês anterior.

De acordo com o relato dos participantes, 83,7% das crianças têm ataques de raiva ocasionalmente, sempre provocados por um motivo, ou seja, quando a criança se frustra ou está cansada – como aquela situação que contamos no início desta reportagem. Mas 8,6% “explodem” diariamente e sem motivo - e a birra dura mais de cinco minutos e de forma agressiva (com chutes, tentativas de agredir os pais, os irmãos e até a si mesma).

“Apesar de ser um estudo baseado apenas no comportamento das crianças no último mês, pude perceber, ao analisar os dados, que não é comum uma criança ter ataques de birra todos os dias, principalmente quando acontecem sem motivos e não são direcionados a uma pessoa, como o pai ou a babá”, disse, em nota, Lauren Wakschlag, principal autor do estudo e vice-presidente do departamento de medicina da Universidade. No entanto, o especialista destaca que é preciso cautela antes de definir o que é ou não normal no comportamento e desenvolvimento de uma criança.

Para a psicóloga infantil Patrícia Nakagawa, da Universidade Federal de São Paulo, certos comportamentos escondem outros problemas que podem estar causando sofrimento à criança. Pode ser uma crise de ansiedade causada pela mudança de casa, de escola, a morte de um parente querido ou de um animal de estimação, a separação dos pais e até mesmo a falta de diálogo em casa. Essa é uma forma de a criança pedir socorro. O melhor a fazer é procurar a ajuda de um profissional.

LEIA MAIS: E quando o seu filho chora compulsivamente em local público?


Importância da rotina

Se você está na dúvida se os ataques de birra do seu filho estão dentro do esperado, comece, antes de tudo, observando se algo mudou na rotina dele. Criança gosta de saber o que vai acontecer, o que pode e não pode fazer. É assim que ela se sente segura. Por isso, a família toda precisa se organizar. Se alguma coisa diferente aconteceu recentemente, converse com a criança e tente entender o que pode estar provocando essas crises de nervosismo. Se achar necessário, converse com o professor, mas não deixe de pedir ajuda de um especialista.


Sim, dá para evitar!

Vale lembrar que a birra clássica começa muito antes dos berros e do choro. É uma manha, um pedido que não pode ser realizado, um lugar muito agitado e cheio de gente, sono e cansaço. Quando os primeiros sinais surgirem, é hora de negociar. E aí, vale conversar, mudar de ambiente, propor uma brincadeira, pedir a ajuda dele, enfim, mudar o foco! Se mesmo assim, ele explodir, é hora de aprender a lidar com a birra. E aqui não importa se ela acontece todos os dias, de forma agressiva, sem motivo ou é esporádica, por um motivo certo para atingir alguém. O melhor jeito, segundo a psicoterapeuta Teresa Bonumá, de São Paulo, é sempre com muita paciência. Veja a seguir:

- Se a criança estiver em um lugar perigoso em que possa se machucar ao se debater, como, por exemplo, próximo à prateleira do supermercado ou na cozinha, retire-o de lá imediatamente, não importa a intensidade do berro dele.

- Não grite e lembre-se de que você serve de modelo para o seu filho. Por isso, quanto mais calmo você ficar, mais rápido a situação vai se resolver.

- Desvie o foco da criança. Como ela está nervosa, evite conversar. Quando perceber que se acalmou, é hora de dar um abraço bem gostoso para ela perceber que está tudo bem e, só então conversar. Tente explicar a ela o porquê explodiu usando uma linguagem fácil para que a criança entenda.

- E, se achar necessário, você pode dar ao seu filho um castigo, sempre de acordo com a idade. Por exemplo, se ele jogou o brinquedo no chão pode ser que ficar sem ele já seja suficiente. Se ele for mais velho, vale excluir algo importante para ele, como a TV ou o computador por alguns minutos. O mais importante é que a criança perceba a relação entre o que fez e a consequência. Aos poucos, seu filho vai entender e, se for preciso, peça, sim, a ajuda de um especialista. Vai ser bom para ele e para você!

 

[DICA] Mitos e verdades sobre ter um bicho

Muitas dúvidas vão passar pela sua cabeça antes de comprar ou adotar um pet. E você vai ouvir tantas informações e conselhos desencontrados que fica difícil saber o que é mentira e o que não é nos cuidados que devemos ter com a nossa saúde e com o animal. CRESCER mostra os mitos e verdades para acabar com suas dúvidas



Steven Errico

Estou grávida e preciso afastar meu gato da minha casa
Não, mentira. Você vai ouvir isso de muita gente porque os gatos podem transmitir toxoplasmose, uma zoonose que pode causar má formação no feto. Mas o animal não é o principal responsável. Carnes malpassadas, frutas e verduras mal lavadas também são perigosas. Você vai ter de tomar alguns cuidados a mais, sim, e diminuir o contato e os carinhos ao bicho, mas não precisará abandoná-lo. A doença é transmitida por meio do contato com as fezes. Por isso, você não deve recolher a sujeira do bichano. Fique atenta, pois o autêntico banho de gato, feito com a língua, pode espalhar partículas pelo corpo. Banhos semanais diminuem o risco, embora gato e água não sejam melhores amigos, e não se esqueça de lavar as mãos após acariciar o pet. Se você ainda está programando a gravidez e tem um gato, pode fazer o exame de sorologia de toxoplasmose. Se o resultado for positivo significa que você já teve contato com a doença e o organismo reagiu bem, sem sintomas. Nesse caso, os riscos são bem menores. Converse com seu médico e com o veterinário de seu gato para tirar qualquer dúvida.

Tanto cães quanto gatos precisam tomar vacinas todos os anos
Verdade. Para evitar a transmissão de doenças, cães e gatos devem ser imunizados anualmente. Os cachorros devem tomar a vacina contra raiva, gripe canina e a V8, que protege contra leptospirose, cinomose, adenovírus, coronavirose, parvovirose, adenovírus tipo 2 e parainfluenza, hepatite infecciosa canina. Gatos precisam tomar as vacinas contra raiva e quádrupla felina.

Meu filho tem alergia e nunca vai ter um bicho
Em partes. Na maioria dos casos, a convivência com um animal só traz benefícios. Muitas vezes, a criança vai ter reações mais fortes no começo e depois passa a tolerar mais e a alergia diminui. Em situações crônicas, como asma ou outras alergias respiratórias, o contato pode, sim, ser prejudicial. Antes de decidir ter um pet, analise a reação de seu filho. Se durante a visita à casa de alguém que tenha bicho ele já começar a sofrer, use o bom senso. Agora, se o animal já estiver na sua casa, nem sempre é recomendável separá-lo da criança, pois a doença tem um fundo emocional. Nesse caso, a saída pode ser manter os pelos do bicho curtos e passar pano úmido no chão e nos móveis diariamente.

Meu cachorro toma banho toda semana. Por isso, pode subir na cama do meu filho
É mentira. Por mais limpo que o bicho seja, ainda assim é bom que eles não tenham acesso aos quartos da família. Os animais soltam pêlos, pisam no chão, no xixi, no cocô e acabam trazendo bactérias indesejadas. Eles podem passear por todos os cômodos, mas o ideal é que os quartos sejam preservados. OK, os veterinários e os pediatras sabem que muitos deles vão ficar na cama mesmo assim. Então, não descuide da frequência dos banhos.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

[DICA] Nove dicas para incentivar e ensinar as crianças a lerem



A coisa mais simples e também a mais importante que os adultos podem fazer para ajudar as crianças na fase da Pré ou Alfabetização, a criarem o hábito de buscarem o conhecimento do qual elas irão precisar, para serem bem sucedidas na vida pessoal e profissional, é simplesmente ler alto para elas, começando com isto desde cedo.
A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.

Veja a seguir, As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes, dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar seus pequenos a aprenderem e a criar neles o gosto pela leitura.

1. Leia em Voz Alta, para seu filho diáriamente. Do nascimento até os seis meses, ele provávelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo.
A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.

2. Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.

3. Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no
Circo?"

4. Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.

5. Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"

6. Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.

7. Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.

8. Visite com frequencia uma Biblioteca. Começe fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros da biblioteca. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.

9. Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.

Fonte:U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series

por Criança Genial

terça-feira, 21 de agosto de 2012

[DICA] Mel alivia a tosse noturna, diz estudo

Pediatras, porém, dizem que ele apenas ameniza o desconforto da garganta e não substitui outros tratamentos



  shutterstock
Essa é uma daquelas coisas que a sua avó já dizia: mel é bom pra tosse. Uma pesquisa realizada por uma equipe de pediatras israelenses acaba de reforçar o efeito positivo desse alimento. Publicado na revista científica Pediatrics, o estudo analisou 300 crianças, entre 1 e 5 anos, para identificar se o mel aliviava a tosse noturna.

LEIA MAIS: 8 problemas das crianças na hora de comer legumes e como resolvê-los

Os cientistas dividiram os participantes em quatro grupos. Os três primeiros receberam diferentes tipos de mel e o quarto recebeu placebo – um xarope com a mesma cor e consistência. Os pais responderam a cinco perguntas sobre a tosse dos filhos um dia antes e um dia depois de oferecer o produto, e a conclusão dos pesquisadores foi a de que as crianças que ingeriram mel apresentaram melhora da tosse noturna e menos dificuldade para dormir. Será?

Segundo o pediatra Eduardo Troster, do Hospital Albert Einstein (SP), o mel é uma boa opção para aliviar a irritação da garganta  - que pode fazer com que a tossse se repita -, mas não acaba com ela. “Até porque a tosse é um sintoma, não uma doença”, afirma. Ou seja, se seu filho estiver tossindo porque o ar está muito seco ou porque pegou um resfriado, o mel não vai sumir com o problema, vai apenas aliviar o desconforto.

LEIA MAIS: 4 alimentos que não podem faltar no prato do seu filho (e você nem imagina por quê)

Para Yechiel Moises Chencinski, pediatra e homeopata, o mel é um coadjuvante no tratamento. “É preciso tomar cuidado para não usar apenas o mel e deixar o tratamento correto para depois. O médico deve ser consultado antes que a tosse piore, e é ele quem irá determinar se o mel basta, se é preciso fazer inalação ou tomar algum remédio”, diz. A recomendação também vale para quem tem problemas alérgicos, como asma. O mel está liberado, desde que não substitua os remédios indicados pelo médico.

Outra coisa que é preciso saber é que a tosse é um mecanismo para limpar o pulmão. “Os pais ficam angustiados com a tosse, e é compreensível, mas é importante que eles não tentem freá-la a todo custo”, explica Troster. Isso porque, se o organismo está querendo se livrar do catarro, é preciso deixar que ele saia, e investigar o que está causando o problema. Nesse caso, dar bastante água para a criança é o melhor a ser feito. Ao hidratar, o catarro fica mais fluido e sai mais fácil.


Nem todo mundo pode

Em tese, o mel é uma substância natural e não faz mal para ninguém. Mas não é bem assim. Crianças com menos de 1 ano não podem consumir o produto, porque seu organismo ainda não tem proteção contra a bactéria Clostridium botulinum, que pode estar presente no mel e é responsável pela transmissão do botulismo, doença que atinge os nervos e músculos e pode até matar.

Outra restrição é em relação a quem tem alergia a pólen e picada de insetos. De acordo com o imunologista e alergista Ricardo Martins de Souza Queiroz, do Hospital São Cristóvão (SP), essas pessoas podem apresentar intolerância ao mel.

Os pais também precisam ficar de olho para o alimento não se tornar um adoçante. Colocar no leite quando a criança está resfriada pode se tornar um hábito e fazer com que ela se acostume com aquele líquido adocicado - o que é um problema, já que depois ela pode não aceitar mais o leite puro. E, claro, sempre que o mel for ingerido antes de dormir é preciso escovar os dentes. “O mel é doce e um potencial causador de cáries”, alerta Moises Chencinski.


Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

[DICA] Eta soninho bom!

Crianças de creche e pré-escola precisam de um local tranqüilo e confortável para dormir, repor as energias e voltar a brincar


Dormir para crescer: durante o repouso são liberados hormônios essenciais ao desenvolvimento. Foto: Gustavo Lourenção
DORMIR PARA CRESCER  Durante o repouso são liberados hormônios essenciais ao desenvolvimento.
O almoço da turminha de 3 anos no Centro de Educação Infantil Bryan Biguinati, em São Paulo, acontece diariamente às 11 horas. Logo em seguida, enquanto uma professora organiza a fila na porta do banheiro e põe pasta na escova de dentes dos pequenos, outra espalha os colchões pelo chão da sala. O ambiente está quase pronto. Depois de fazer o xixi e a higiene bucal, cada um vai para a própria caminha. A rotina muda com os de 4 e 5 anos. Como não querem perder um só minuto de brincadeira, eles resistem a esse hábito. Para que descansem assim mesmo, são convidados a fazer atividades mais tranqüilas, como manusear livros e desenhar. Os que sentem vontade de tirar uma sonequinha encontram colchões disponíveis em um dos cantos.
A regra muda em cada escola de Educação Infantil. Em algumas, a hora de repousar vale para todos, sem exceção! Em outras, o que manda é a necessidade de cada criança. Umas vão para os berços, outras para os colchonetes.

Nesse panorama tão variado, o que se destaca de maneira comum, no entanto, é a falta de formação e informação do professor, que, em grande parte das creches e pré-escolas, não conta nem mesmo com o tema dentro das diretrizes pedagógicas. " Isso deveria fazer parte das preocupações de qualquer profissional encarregado de cuidar de uma criança e educá-la", diz Magda Rezende, coordenadora do grupo de pesquisas Cuidado à Saúde Infantil, da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.

O sono é importante para a aprendizagem, para a regulação da emoção e para o crescimento, além de ser uma necessidade fisiológica. Quando uma criança adormece, é porque está realmente precisando. O hormônio somatotrópico, também conhecido como hormônio do crescimento, é liberado durante o dia todo, mais ou menos a cada duas horas. Porém, é durante o sono mais profundo que ele é liberado em uma quantidade tão grande que estimula o desenvolvimento das células e a deposição de cartilagem nas regiões de crescimento.

Pais viram alunos
Foto: Gustavo Lourenção
GRANDES COMPANHEIROS Bichos de pelúcia e outros brinquedos dão segurança na hora do descanso
Além de cuidar da soneca das crianças durante o período escolar, é também função da equipe compartilhar o que sabe com os pais e responsáveis. "Logo no primeiro contato com a família, é importante investigar como os filhos dormem", diz Katia Chedid, orientadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. Alteração de humor, dificuldade de socialização e atraso na fala e no crescimento são sinais de alerta para aprofundar a investigação. Esses problemas podem estar relacionados a noites maldormidas. Nesses casos, um neuropediatra deve ser consultado.

Outra informação que você poderá passar aos responsáveis é que o sono é um mecanismo fisiológico que pode ser ensinado. Há crianças que não precisam de nenhum ritual para adormecer. Marcia Pradella, médica responsável pelo setor de pediatria do Instituto do Sono, em São Paulo, defende que os bebês a partir de 5 meses de vida têm capacidade de dormir sem a ajuda dos adultos. "É melhor que se aprenda bem cedo para, na adolescência ou na vida adulta, não necessitar de recursos como a TV ou mesmo medicamentos."  

Organização é tudo 
Foto: Gustavo Lourenção 
Não há segredos para promover a hora do repouso. Em primeiro lugar, é preciso organizar os horários de trabalho dos funcionários da escola de acordo com a rotina dos pequenos - e não o contrário - para que eles não sejam acordados pelo entra-e-sai. Na Creche-Escola A Ciranda, em Viçosa (MG), os turnos contemplam as necessidades da criançada. "Um pessoal começa às 7 horas e vai até as 11, enquanto outro vai das 11 às 17 horas", explica a diretora, Luciana Fiel. "Dessa maneira, evitamos tumultos no momento de descanso, após a refeição."

No que se refere ao espaço reservado para o repouso, Damaris Maranhão, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, recomenda que seja arejado, com luz indireta e isolado dos demais ambientes. "A área pode ser separada da sala de atividades por um vidro para possibilitar a supervisão constante." O local não precisa ser usado somente para esse fim, mas tem de estar sempre disponível para os que quiserem descansar.

Até os 8 ou 10 meses, os bebês ficam em berços, que devem estar distantes uns dos outros no mínimo 60 centímetros. Depois que começam a descer deles por conta própria, o melhor é recorrer aos colchonetes colocados sobre o piso, como na Bryan Biguinati. "As crianças ficam seguras e livres para levantar quando quiserem", explica a diretora, Amélia Olave. O mais adequado é que os colchões sejam forrados com uma lona plastificada para facilitar a limpeza com água e detergente neutro.

Foto: Gustavo Lourenção 

Cada criança tem de ter seu lençol e sua fronha. Mesmo se não forem trazidos de casa, devem ser de uso individual durante a semana. Isso evita a transmissão de pediculose (piolho), escabiose (sarna) ou outras doenças de pele. Para promover a segurança física e afetiva, cada um pode trazer objetos queridos, como bichinhos de pelúcia, chupetas e paninhos.

É essencial ter um adulto sempre observando a turma. Uma criança pode acordar assustada ou indisposta e precisar de ajuda imediata. Não é raro também alguma delas querer brincar, morder o amigo que dorme ao lado ou mesmo tropeçar ao tentar se levantar. Tudo isso deve ser previsto. A babá eletrônica é outro bom recurso. Ela permite ouvir os ruídos que indicam algum desconforto, choro ou apenas que alguém já despertou.

E se alguns querem ficar acordados? A situação é comum e acontece por vários motivos: mudança do horário da família no dia anterior, início de uma infecção, erupção de dentes ou simplesmente o temperamento. Para esses momentos, Luciana tem uma solução. Montar na sala um canto com livros, brinquedos, papéis, lápis de cor e outros materiais utilizados em atividades silenciosas para entretê-los.
Tirar uma soneca na escola... - Desenvolve a cognição e regula a emoção
- Estimula o crescimento
- Promove conforto e bem-estar

Tempo de sono por dia
- Recém-nascido: entre 16 e 17 horas
- De 1 mês a 6 meses: entre 14 e 15 horas
- De 7 meses a 1 ano: entre 13 e 14 horas
- De 2 a 5 anos: entre 11 e 13 horas

Os ritmos e a saúde
Foto: Gustavo Lourenção 

 CADA UM TEM UM RITMO Enquanto alguns dormem em colchonetes, outros brincam O tempo de sono varia de acordo com a idade. Um bebê recém-nascido dorme várias vezes ao longo de um dia. Esse comportamento se mantém até o terceiro mês em cerca de 90% dos casos. Os 10% restantes adormecem somente durante a noite desde o nascimento. Nesse período, ainda não é produzida a melatonina - hormônio que indica para o organismo que está na hora de repousar. Por isso, o nenê dorme conforme sua necessidade durante as 24 horas do dia.

Entre o terceiro e o quinto mês, o sono passa a se concentrar à noite. O bebê amadurece e o mecanismo que regula essa atividade também. Com 1 ano, ele repousa à noite e tira duas ou três sonecas durante o dia. A duração delas também não é rígida: para alguns, bastam 20 minutos, enquanto para outros são necessárias duas horas e meia. Depois dos 3 anos, a maioria das crianças deixa de repousar durante o dia. Para as que vêm de regiões onde até os adultos tiram a sesta, o hábito se prolonga. "É preciso sempre dispor de colchões para esses casos", diz Magda.

As necessidades e os ritmos também são diversos. O sono sofre influência do clima e da vida social. Se os pais vão para a cama cedo, provavelmente o filho fará o mesmo. O estado de saúde também é determinante e alguns transtornos podem se manifestar nessa fase. Eles são divididos em duas categorias: respiratórios (ronco e apnéia) e não respiratórios (fragmentação do sono).

No primeiro caso, a criança tem parada respiratória enquanto está adormecida por causa de amígdalas ou adenóide grandes e acorda antes de entrar no estágio profundo. Com isso, seu organismo não libera o hormônio do crescimento na quantidade ideal e o seu desenvolvimento fica comprometido.

Já os não-respiratórios são chamados de benignos e estão ligados à maturação do sistema nervoso. Seus sintomas são o gemido ou o choro durante a soneca. Eles diminuem com a maturidade até desaparecer. "É importante que a escola conheça os hábitos e o estado de saúde da criança para que possa dar a ela boas condiçoes de sono e, assim, promover seu completo desenvolvimento", conclui Damaris.

 

Fonte: Revista Escola

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

[DICA] Pré-escola particular: como escolher

Como escolher a creche ou pré-escola particular ideal para o seu filho? O que a escola para crianças de até 6 anos deve ter? A que você escolheu está mesmo fazendo o melhor por seu filho? Nossas pistas vão ajudar a descobrir!


Foto: crianças na pré-escola

O melhor caminho é fazer perguntas simples e observar o funcionamento da escola, por exemplo, as crianças parecem felizes? Brincam sozinhas? Tem uniforme?

Um dos primeiros dilemas de qualquer mãe ou pai de crianças pequenas é o que levar em conta na hora de eleger a escola de educação infantil. Essa é mesmo uma escolha importante: hoje se sabe que os primeiros anos de formação repercutem nas fases seguintes de escolaridade, na saúde e até na personalidade.

Desde a década de 1980, o avanço das tecnologias de mapeamento cerebral confirmou a espantosa velocidade de formação de neurônios nesse período da vida, bem como a imensa plasticidade do cérebro, ou seja, sua capacidade de se modificar à medida que novos conteúdos são absorvidos. "Trata-se de um período crucial, no qual se formam mais de 90% das conexões cerebrais graças à interação com os estímulos do ambiente", afirma João Augusto Figueiró, médico e psicoterapeuta do Hospital das Clínicas e presidente do Instituto Zero a Seis, em São Paulo. Não à toa, pesquisas mostram que crianças que frequentam uma pré-escola estimulante costumam se tornar melhores estudantes. É o que assegura a pesquisadora inglesa Brenda Taggart, que desde 1997 estuda o impacto da formação infantil. Em comparação com as que não foram matriculadas na pré-escola ou que frequentaram escolas inadequadas, elas se revelaram mais cooperativas, independentes e sociáveis, além de apresentar desempenho escolar satisfatório. "A passagem por escolas infantis competentes tem influência a curto, médio e longo prazo", afirma.

Mas atenção: o objetivo da educação infantil não é antecipar etapas. Antes de começar as visitas a escolas candidatas, deve-se ter em mente que uma criança com menos de 6 anos precisa brincar, investigar e explorar o ambiente ao seu redor. Por isso, tentativas de iniciar muito cedo a alfabetização são vistas com reservas: é necessário cuidado para não atropelar etapas e lembrar que cada uma tem seu ritmo. A brincadeira desempenha papel decisivo. É por meio dela que o pequeno compreende como funciona o mundo real. "O desafio atual das escolas é trazer para o centro das suas reflexões o confronto entre as crianças reais, e não aquelas das teorias, e as propostas curriculares", explica a antropóloga e educadora Adriana Friedmann, de São Paulo. Para entender o que isso significa, basta recuperar uma imagem da infância. Enquanto nas gerações passadas aprendia-se a ler textos distantes do dia a dia, com frases como "vovô viu a uva", e sentava-se em carteiras rígidas, hoje as crianças brincam com as letras e trabalham histórias e lendas com liberdade.

Trabalho de detetive

O problema é como identificar uma escola com propostas consistentes para a educação infantil. Com frequência, os pais chegam às instituições com perguntas-chavão, como "Qual é a linha pedagógica?", e quase sempre recebem respostas técnicas e vagas: "Somos socioconstrutivistas", "montessorianas"... Além de vazias de sentido para os pais, essas respostas acabam por nivelar todas as instituições, ainda que elas escondam uma conquista: admitem o valor da experiência prévia do pequeno, deixando de tratá-lo como alguém sem ideias próprias sobre o mundo. Uma boa escola reconhece a criança como criança, respeitando-a sem subestimá-la. O melhor caminho é fazer perguntas simples, óbvias até, e observar o funcionamento da escola. As crianças parecem felizes? Brincam juntas ou cada uma isolada em seu canto? Nos intervalos, os adultos acompanham e intervêm quando necessário ou simplesmente ficam batendo papo enquanto a criança se esborracha no chão? Quando há uma briga, a escola faz o quê? E quando não quer comer? E quando morde? Tem uniforme? Não há resposta-padrão, mas a escola tem de ter uma postura. "É direito dos pais receber respostas transparentes a todas as dúvidas para que tenham segurança com relação aos educadores a quem irão confiar parte tão significativa da vida dos seus filhos", enfatiza a antropóloga Adriana. O próximo passo é cruzar a resposta obtida com o que cada família considera certo e compatível com seus valores. É fundamental conhecer também a rotina proposta, ou seja, como será o dia do seu filho na escola. Terá momentos de descanso ou apenas atividades? Há diversidade ou brincadeiras pré-combinadas? Vários aspectos do desenvolvimento são contemplados (artes, música, esportes) ou o foco é apenas na alfabetização? Quando as crianças brincam livremente? Elas encontrarão na escola coisas que gostam de fazer? Observe que são questões ligadas à vida que os pais desejam para os filhos. Famílias que acham a criança tímida e fechada gostariam que ela convivesse muito com os colegas, por exemplo. Outras, que consideram o filho muito agitado, prefeririam uma escola que também oferecesse atividades mais calmas. Antes de fazer perguntas aos coordenadores, é preciso que os pais as façam a si mesmos.

Professores Tinindo

Segundo a pesquisadora em educação Maria Alice Proença, de São Paulo, a escola deve estar de acordo com o conceito dos pais em relação ao que consideram uma infância feliz. Algumas famílias acreditam que encontrar o filho sujo de barro no final do dia é sinal de que brincou e se divertiu. Outras preferem ver a criança limpa, perfumada e com um livro na mão, já mergulhada desde cedo na leitura. "A escola e a família devem ser parceiras e compartilhar valores, crenças e relações de respeito e afeto", aconselha. Mas, além do campo das características individuais, é preciso olhar com atenção para a atividade pedagógica. Algumas pistas para descobrir se a escola faz um bom trabalho são óbvias: uma classe de educação infantil com 30 crianças e um professor provavelmente é incontrolável e exigirá uma disciplina incompatível com a idade. O ideal é que haja um educador para cada dez ou 15 alunos. Do mesmo modo, educar crianças pequenas deixou de ser tarefa para leigos e requer que os professores se preparem e estudem constantemente. Na escola de seu filho, investe-se em formação de professores? Como?
Para a pedagoga Teca Antunes, de São Paulo, uma boa ideia é olhar o que está exposto na parede das salas de aula. "Será possível ver se há produção das crianças ou apenas a reprodução de imagens estereotipadas", analisa. Além disso, é preciso que o ambiente revele empenho em promover a interação. "Mesas individuais mostram que é valorizada a ação de cada um, e não do grupo, e que se evita a conversa entre os pequenos", afirma. Do mesmo modo, armários altos, acima do alcance das crianças, indicam que não há preocupação com a construção da autonomia, já que os alunos sempre dependerão dos adultos para pegar os materiais e brinquedos com que lidarão.
Ao colocar todas as suas dúvidas e perguntas sobre a mesa, não se sinta um peixe fora d’água: as descobertas recentes sobre o valor da educação infantil desencadearam um grande debate no mundo todo, e a questão desembarcou por aqui também. Recentemente, o Ministério da Educação, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Fundação Carlos Chagas avaliaram o desempenho de 174 creches e pré-escolas públicas de seis capitais brasileiras. Foram analisados quesitos como espaço físico, mobiliário, linguagem utilizada com os alunos e estímulo ao raciocínio. Todas foram reprovadas. Os pontos que mais inquietaram os pesquisadores: a má formação dos professores, que não sabem o que fazer com as crianças pequenas em sala de aula, e a falta de uma proposta pedagógica. "As três palavras que mais se ouvem nesses locais são: ‘fique sentado’, ‘durma’ e ‘quieto!’", observa Maria do Pilar Lacerda, secretária nacional da educação básica. A pesquisa deverá oferecer amparo para ações com as prefeituras com a meta de melhorar a educação infantil. Segundo Maria do Pilar, só há pouco tempo as creches começaram a se preocupar com o aspecto educativo. Um avanço recente, que deve melhorar o quadro, foi a aprovação, este ano, de uma mudança na Constituição que torna a educação obrigatória para crianças a partir de 4 anos e habilita os municípios a receber mais recursos. Hoje, estima-se que 25% dos pequenos com idade entre 4 e 5 anos estejam fora das escolas. É um número muito alto. "A meta é que nos próximos anos o atendimento seja universalizado", afirma a secretária.


Fonte: Educar para Crescer

terça-feira, 14 de agosto de 2012

[DICA] Decoração de quarto de bebê em 16 dicas essenciais


dicas decoracao quarto bebe
1 -    Para quartos pequenos, os móveis de tamanhos exageradamente grandes reduzem o ambiente e criam a sensação de um espaço ainda menor e impedem a boa circulação. O ideal é escolher móveis com medidas padrões menores e ideais para o quarto.

2 -    A decoração perfeita não significa entulhar o quarto do bebê de enfeites, quadros, acessórios e móveis. Isso pode ser feito de maneira planejada para que se tenha um ambiente bonito mas sem exageros.

3 -    As cores fortes podem sim ser usadas no quarto de bebê, mas devem ser aplicadas com cautela e em locais onde o bebê não irá olhar constantemente ou que façam o ambiente diminuir.

4 -    O quarto deve ter berço e cômoda essencialmente, para as outras peças como a poltrona, cama e armários podemos utilizar de recursos alternativos como por exemplo: poltrona que vira cama, ou armário que vira cômoda.

5 -    O berço nunca deve ficar exposto a correntes de vento.

6 -    O uso de ventilador de teto em quartos de bebês tornar o quarto um ambiente fresco e arejado, ajudando o bebê a dormir melhor, evitando também que o recém nascido se sufoque.

7 -    Encostar os móveis nas paredes para liberar o meio do quarto é uma boa dica para conseguir uma área livre para circulação e brincadeiras.

8 -    Os tapetes, cortinas e pisos vinílicos, além de completarem a decoração do quarto também auxiliam na absorção de impactos sonoros internos e externos, filtram a luz excessiva e evitam escorregões.

9 -    A aplicação de tecidos ou papéis nas paredes, como também os rebaixos de gesso ajudam a abafar os ruídos externos.

10 -  Para um sono tranquilo para a mãe e bebê é necessário uma iluminação de efeito com pouca intensidade de luz e que possa ficar ligada durante toda a noite, ajudando assim a mãe em sua amamentação, trocas de fraldas e vigias noturnas.

11 -  A primeira coisa que se deve fazer para definir o quarto de bebê é fazer o lay out dos móveis e definir os mesmos, escolhendo os melhores locais para cada um e as melhores medidas. A partir daí poderemos definir a iluminação e a decoração do quarto.

12 -  O ideal e recomendável é utilizarmos de berços, cômodas e poltronas que são fabricados dentro das normas de segurança da ABNT.

11 -  Não são recomendáveis : lençol de flanela, carpetes e tapetes grossos, paredes texturizadas, enchimentos de penas e edredons de materiais sintéticos.

12 -  Manter a janela do ambiente aberta durante o dia.

13 -  Utilizar materiais de fácil limpeza como a laca.

14 -  Ao adquirir peças novas de mobiliário para o quarto do bebê, espere-as descansar durante 15 dias para perder o cheiro de cola e tinta antes do bebê chegar.

15 -  O uso de cortinado é essencial.

16 -  Não é recomendável a utilização de vidro em nenhum detalhe do quarto, a dica é substituí-lo por acrílico, mas lembre-se de usá-lo sempre com muita cautela ou evitá-lo.

Créditos:.

Arquiteta Mariela Romano
Telefones: ( 62) 9971-0800 / 3088-3322
E-mail: mariela@marielaromano.com e marielaromano@terra.com.br
Site: www.marielaromano.com

Fonte: Quarto de Bebê

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

[DICA] 10 dicas para ser um pai bacana


Aproveitar cada momento ao lado do bebê é essencial para aproximar pai e filho e manter a família unida

É muito comum o papai se sentir excluído da relação com o filho quando ele ainda é recém-nascido. Nos primeiros meses de vida, a mãe é a pessoa mais exigida pela criança, que praticamente mama e dorme o dia inteiro. Entretanto, isso não significa que o homem deva se isentar dessa rotina. Muito pelo contrário: além de ajudar com os cuidados ao pequeno, evitando sobrecarregar a mulher, o homem tem um papel muito importante para o desenvolvimento do bebê.

À medida que o filho cresce, mãe e pai têm maneiras distintas de cuidar da criança, e é fundamental que ela entenda essas diferenças desde cedo. O pai tem o papel de fazer o contorno emocional da família, ajudando a estabelecer regras à educação do filho e, inclusive, contrabalanceando a dificuldade que muitas mães têm em dizer não. “A presença masculina na vida do bebê facilita a transição do relacionamento restrito à mãe para a vida social e o convívio com outras pessoas”, explica a psicóloga infantil Daniella de Freixo Faria, de São Paulo.

Segundo a especialista, o homem também geralmente faz com que a criança desenvolva alguns aspectos necessários para toda a vida, como o senso de limite interno, a independência e a superação dos desafios. “Mesmo que não possa contar com a presença da figura do pai, a criança pode buscar essa referência em outras pessoas próximas, como o tio, o padrinho ou o avô”, diz Daniella.

Com o dia dos pais se aproximando, o especial Vida de Bebê lista dez dicas de como ser um pai bacana para seu filho desde cedo. Confira.

1. Pesquisar sobre a maternidade pode ajudar a tirar as possíveis dúvidas nas consultas com o obstetra.

2. O papel do pai começa mesmo antes de o filho nascer: participar das consultas de pré-natal e conhecer o médico que fará o parto e o pediatra que vai cuidar do bebê.

3. A decoração do quarto do bebê não precisa ser responsabilidade exclusiva da mulher, já que será um ambiente onde a família passará bastante tempo junta.

4. O contato com o bebê ainda recém-nascido é importante para o desenvolvimento da relação entre pai e filho. Tirar a licença-paternidade é uma oportunidade de aproveitar os primeiros dias da criança em casa.

5. O pai pode ficar encarregado de dar os primeiros banhos no bebê, pois esse é um momento em que a criança desenvolve uma relação de reconhecimento da figura paterna.

6. Nas primeiras noites do bebê em casa, levantar para ver o motivo do choro é uma forma de aumentar o contato físico do pai com a criança, o que é importante para fortalecer o relacionamento entre os dois já nos primeiros dias de vida da criança.

7.  Quando a criança for crescendo, assistir aos programas infantis junto do pequeno aproxima pai e filho e pode virar tema para o diálogo entre ambos.

8. Participar das refeições da família e comendo os mesmos alimentos que seu filho é importante para ensinar ao pequeno que há regras para comer.

9. Brincar é uma forma de estimular o desenvolvimento cognitivo da criança. Por isso, solte a imaginação, invente brincadeiras e aproveite para ensinar pequenas lições.

10. Aproveite os horários em que o sol não está muito forte (até às 10h e depois das 16h) para brincar com seu filho ao ar livre. Levá-lo ao parque ou mesmo ao playground do prédio é uma forma de fazer o pequeno interagir com outras crianças.


Coletânea Editorial
Especial para o Terra


Fonte: Vida de Bebê

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Bloquinhos de anotações

Kit de 10 bloquinhos de anotações revestido em papel ou tecido, encadernação wire-o, preenchido internamente com folhas coloridas não pautadas. Pode ser usado como lembrancinhas de aniversários, convites e etc.

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[DICA] 14 Dicas para o Banho do Bebê

14-dicas-para-o-banho-do-bebeO banho é muito mais do que um ato de higiene, é um cuidado com a saúde do bebê. Para que o banho seja algo agradável para a mãe e para o bebê, é necessário atentar para algumas regrinhas fundamentais!
Dar banho em um filho é trocar com ele muito carinho e receber também! Que tal aproveitar o momento do banho para massagear o bebê e estimulá-lo com muitas brincadeiras?
  1. Escolha uma hora do dia que esteja mais quente. Nunca sendo logo após uma mamada, já que dar banho no bebê com o estômago cheio pode provocar regurgitações e desconforto. Ninguém merece ser tão manuseado de barriguinha cheia!
  2. Retire anéis, pulseiras e relógios.
  3. Mantenha as unhas bem amparadas e lixadas e higienizadas!
  4. Certifique-se de que depois do banho seu bebê não será exposto a correntes de ar.
  5. Antes de tirar a roupinha do pequenino providencie as roupas da troca, a toalha, o sabonete, o shampoo. Deixe tudo que você for precisar à mão!
  6. Numa banheira limpa, previamete higienizada, coloque água morna. Comece colocando pouca água. A medida que você for ganhando experiência poderá usar mais água.
  7. Teste a temperatura da água com o cotovelo.
  8. Ao tirar a fraldinha e a roupinha do bebê, faça uma boa higienização eliminando qualquer resíduo de fezes e urina.
  9. Coloque o bebê na banheira e lave o rostinho dele, delicadamente.
  10. Atenção: nunca, jamais, deixe seu bebê sozinho na banheira e no trocador. Muitos acreditam que com pouca idade, como o bebê não sabe rolar e pouco se mexe, nada poderá acontecer. E é então que acidentes, até graves, acontecem!
  11. Lave o corpinho com muita suavidade, vá conversando com o bebê. Fale pra ele como ele é amado, como o banho está gostoso! Com a mesma delicadeza incline a cabecinha do bebezinho para trás e lave-a tomando cuidado para que não entre água nos olhos, nariz e ouvidos. Vire-o de bruços e lave as costas e o bumbum!
  12. Terminado esse banho gostoso, retire-o da banheira e seque-o com uma toalha bem macia. Não precisa esfregar, a pele do bebê é muito sensível!
  13. No trocador, ou em outra superfiicie firme e confortável, seque o corpinho do pequeno, dando atenção a cada dobrinha, entre os dedos, atrás das orelhas. E sempre vá conversando com ele. Vá falando o que você está fazendo. Troque olhares. Se permitido pelo pediatra, use um hidratante próprio para bebês e vá acariciando, cantarolando! Seu bebê vai se sentir mais amado, mais cuidado!
  14. Vista uma roupa limpa e confortável adequada para o clima! Com uma escova macia, escove o cabelinho dele e pronto! Seu bebê está cheiroso e limpo. E não só isso, seu bebê saberá mais uma vez que você o ama muito!
Banho é tudo de bom!


Fonte: Bebe Dicas

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

[DICA] 11 dicas para escolher o nome do bebê



Para ajudar nessa dura missão, separamos dicas valiosas de especialistas do mundo afora. Veja abaixo
11 dicas para escolher o nome do bebê
1. O nome deve ter um significado especial
O ideal é que ele expresse algo que soe positivo para você. Afinal, o nome é sempre o que causará a primeira impressão nas pessoas, além de refletir como os pais enxergam o filho quando se tornar um adulto. Se imagina que o bebê, por exemplo, será um atleta, escolha um nome que esteja relacionado a força física e agilidade.

2. Combine com o sobrenome
Repita a combinação diversas vezes para verificar o ritmo. Se você tem um sobrenome comum, como Silva ou Sousa, pense em um nome um pouco menos usual para fazer a associação perfeita. Uma boa dica é procurar no Google quantos homônimos o seu filho terá. Se a lista for muito grande, melhor pensar em outra opção. É importante também verificar se há redundância — Fernanda Fernandes, por exemplo. Se a cacofonia não lhe agradar, melhor escolher outro nome.

3. Leve a grafia em consideração
Se o nome escolhido tiver uma grafia pouco habitual, caberá a seu filho (coitado!) corrigi-la a todo instante. Por outro lado, se o nome é facilmente encontrado, a grafia diferente poderá torná-lo menos trivial.

4 . Repare como ficam as iniciais juntas
Cheque se as iniciais do nome, principalmente a do primeiro e a do último juntas, não formam nenhuma expressão com significado indesejado. O nome Ricardo Augusto Tavares Orsolin, por exemplo, forma a rubrica RATO. Em muitas empresas, as pessoas são identificadas pelas iniciais, em crachás por exemplo. O nome também fica reduzido em cartões de crédito e assim por diante. Então, esse tipo de detalhe também conta.

5. Decida se quer, ou não, honrar alguma tradição familiar
Será que a família tem a tradição de dar certo nome, herdado de geração para geração? Veja se realmente o significado dele condiz com seu desejo. E lembre-se: essa decisão é dos pais, que não devem se sentir pressionados a seguir o comportamento familiar. Se, no entanto, preferir a diplomacia, uma saída é usar esse nome tradicional como o do meio.

6. Pense nos possíveis apelidos
Você está preparado para ouvir seu filho sendo chamado por um apelido? Beatriz, por exemplo, comumente vira Bia, mesmo que a gente insista no nome original. Então, não dá para fazer nenhuma escolha sem imaginar todos os apelidos que determinado nome poderá render.

7. Repita, repita, repita
Antes de tomar a decisão final, pronuncie o nome centenas de vezes. Um ótimo exercício é usar as mais variadas entonações e sentidos, para ver se a sonoridade agrada pra valer.

8. É legal dar nomes exóticos?
Pense duas vezes antes de dar um nome pouco comum para o seu filho. Pesquisas apontam que crianças com nomes “estranhos” são mais facilmente alvos de brincadeiras de mau gosto nas escolas durante a infância. Mas, se não se importa com isso, vá em frente.

9. Nomes fora de moda costumam voltar
Lembre-se disso. Não se incomode se gostar de um nome que parece em desuso. Ou o contrário: não escolha um nome só porque ninguém mais é chamado assim, na esperança de ser original. Nomes considerados antigos costumam voltar à voga . Joaquim, por exemplo, já foi considerado um nome fora de moda e, agora, retornou com tudo. Isso sempre muda e não pode ser fator determinante.

10. Nomes de celebridades: muito cuidado
Essa é uma boa maneira de homenagear os seus ídolos. No entanto, pense duas vezes antes de fazê-lo, principalmente se a celebridade ainda estiver na ativa. Afinal, ninguém sabe como a Madonna, por exemplo, entrará para a história.

11. As emoções da hora do nascimento importam
A lista está acabando e você já notou quantos fatores precisa levar em consideração na escolha do nome do seu bebê. No entanto, a hora do nascimento é o momento que realmente importa! As sensações e emoções que veem à tona fogem da lógica. Assim, uma boa dica é: esqueça a opinião de amigos, familiares e escolha um nome ou sustente uma decisão anterior baseando-se nos sentimentos desse momento tão especial. Receba seu bebê com todo o amor e carinho. E não perca a oportunidade de olhar para o seu rostinho e ser a primeira pessoa a pronunciar o seu nome.

Fonte: Bebe.com.br

segunda-feira, 30 de julho de 2012

[DICA] As férias acabaram...

...E, na volta às aulas, uma cena se repete na entrada das escolas: a criança chorando, agarrada ao pescoço da mãe ou do pai, enquanto a professora tenta convencê-la a entrar. Sofrimento? Nem sempre.

Na verdade, em agosto muitos pequenos estão estreando na vida escolar. E esse começo, tanto para os pais como para os filhos, é repleto de expectativa, ansiedade, alegria e também receio. Nada mais natural e esperado do que uma reação que expresse o medo diante do desconhecido.

Já para quem está voltando aos bancos escolares, existe a vantagem da experiência prévia. Mas mesmo essa turma pode enfrentar um novo período de adaptação. Daí, as mais diversas manifestações de estranhamento dão as caras novamente. Isso porque nem sempre a criançada consegue verbalizar suas sensações e organizar as idéias – e a confusão de sentimentos é o gatilho para toda aquela cena na porta do colégio.

Quanto mais preparado o seu filho estiver, mais fácil será lidar com a situação – uma boa conversa sobre o início das aulas ou o retorno é uma forma de encorajá-lo. Muita calma nessa hora: é essencial que você não demonstre insegurança diante da separação. Claro que, para isso, é importante ter plena confiança nos profissionais que você escolheu. E lembrar-se de que a escola já está preparada para lidar com esse tipo de reação.

Ali, na entrada, com a proximidade do tão temido momento da despedida, evite prolongar a angústia. Diga que ele deve ficar lá, dê um beijo carinhoso e deixe os educadores fazerem o resto. Outra coisa: não minta nunca. Se disser que vai ficar no portão, fique. Se avisar que precisa sair, volte no horário combinado. Por fim, evite chantagens – nada de associar a freqüência às aulas a um presente, por exemplo. Ir para a escola deve ser uma recompensa.

O chilique ainda pode se repetir algumas vezes, principalmente quando a criança notar a presença dos pais. Mas acredite: passa. Não estranhe se, em pouco tempo, seu filho começar a abrir o berreiro na hora de voltar para casa.


Fonte: bebe.com.br

quinta-feira, 26 de julho de 2012

[DICA] Acidentes na infância

Como prevenir e socorrer em casos de emergências

Acidentes são comuns durante a infância, portanto, os pais devem estar sempre preparados para agir com os primeiros socorros e buscar ajuda médica rapidamente. A maioria dos acidentes com bebês e crianças, sobretudo as quedas, causa lesões leves, porém, alguns podem ser fatais.
Segundo o Dr. Paulo Sérgio Ciola, chefe do Departamento de Pediatria do Hospital Ana Costa, os acidentes são a causa mais comum de mortes em crianças maiores de um ano. Também causam incapacidade e sofrimento significativos em crianças e podem acarretar estresse pós traumatismo.
Bebê aproximando a mão da tomada - eprom /ShutterStock

Os tipos de acidentes que acometem os pequenos dependem da idade e do estágio de desenvolvimento da criança. Por exemplo, na fase entre 1 e 2 anos de idade, os acidentes em geral ocorrem no domicilio. As crianças com essa faixa etária são propensas às quedas, escaldaduras, ingestão de substâncias potencialmente nocivas, e afogamentos na banheira ou piscina.
“Lactentes e crianças de 1 a 2 anos necessitam de supervisão constante feita por adultos. A maioria dos acidentes graves em crianças pequenas pode ser prevista e prevenida por um adulto”, alerta o Dr. Ciola.
Já as crianças maiores sofrem uma gama diferente de acidentes, sobretudo como pedestres ou ciclistas, durante a prática de esportes ou por quedas ao escalar alturas.
Prevenção de acidentes e procedimentos de emergência:

- Acidentes com pedestres: as crianças entre 5 e 9 anos estão sobre risco máximo, sobretudo na saída da escola. São incapazes de estimar a velocidade ou prever perigos do trânsito e situações perigosas. Embora seja importante conscientizar as crianças sobre os riscos, a prevenção primária deve ser feita com supervisão adulta.

- Acidentes com passageiro: uso do cinto de segurança e cadeira adequadas para idade e posicionamento correto é fundamental para evitar acidentes no trânsito.

- Acidentes com ciclistas: quando a criança aprende a andar de bicicleta as quedas são inevitáveis. Portanto, o uso de capacete de segurança é muito importante para evitar lesões graves.

- Lesões internas: muitas vezes aparentemente a criança não está machucada após um traumatismo intenso, porém, pode haver lesões internas. Nesses casos devem ser levadas ao Pronto Socorro imediatamente após o acidente para serem realizados exames.

- Queimaduras e Escaldaduras: as queimaduras são a segunda maior causa de morte mais frequente na infância. Alguns cuidados para prevenir esse tipo de acidente são evitar que as crianças circulem perto de fogões, deixar os cabos das panelas sempre virados para dentro, e não deixar tomadas sem proteção. As crianças com grandes queimaduras deverão ser encaminhadas imediatamente ao Pronto Socorro.
Para queimaduras leves, ou seja, vermelhidão sem formação de bolhas provocada por contato leve com ferro quente, panela quente, etc., coloque a parte queimada embaixo de água corrente fria ou, se possível, dentro de uma vasilha com água fria por uns 5 minutos. Depois, apenas enxugue sem esfregar e envolva a área com uma gaze ou pano limpo e seco.
Não passe ou coloque nenhum tipo de produto no ferimento, como pomadas, pó de café, pasta de dente, e nem esfregue no cabelo.
Se a queimadura for mais intensa, com formação de bolhas, coloque a área afetada embaixo da água corrente por 5 minutos. Se for preciso, coloque a pessoa no chuveiro, usando sempre água fria. Depois de passados 5 minutos, envolva o corpo com um pano limpo e seco, sem esfregar, e leve a pessoa ao pronto-socorro imediatamente.
Se a queimadura foi resultante de contato intenso com fogo ou produtos químicos, leve o paciente imediatamente ao pronto-socorro.
E lembre-se: nunca fure as bolhas.

- Afogamentos ou quase afogamentos: deixar uma criança sozinha em uma banheira, mesmo que só por alguns minutos, pode ser fatal. Mesmo as crianças maiores podem escorregar e ter dificuldade de se levantar em uma banheira cheia de água. As piscinas devem ter cercas ou redes que evitem o acesso. Ainda assim, a supervisão de um adulto sempre que estiverem perto do local é importante.

- Intoxicação: crianças são curiosas e adoram experimentar coisas que desconhecem. Para evitar esse tipo de acidente, evite armazenar produtos de limpezas em garrafas PET de refrigerantes, não deixe produtos tóxicos ao alcance dos pequenos, guarde remédios em armários trancados. Caso haja ingestão de quaisquer produtos, seja limpeza, remédios ou outras substâncias, a criança deve ser imediatamente levada ao Pronto Socorro.

- Engasgamento: crianças pequenas adoram levar objetos estranhos à boca e é comum engasgar ou sufocar com eles. Para evitar, não deixe peças pequenas por perto. Se ocorrer o engasgamento, estimule a criança a tossir e tente retirar da garganta se o objeto estiver à mostra. Caso contrário, leve imediatamente a um pronto socorro para que um profissional possa fazer a remoção adequadamente.

- Traumatismo Crânio Encefálico: esta é a maior causa de morte em crianças. Em geral, para evitar esse tipo de trauma, não deixe as crianças sem supervisão de adultos. Lembre-se que os pequenos são rápidos e não tem noção do perigo. Verifique sempre a segurança do ambiente e a manutenção dos brinquedos. Mesmo parquinhos projetados para crianças podem oferecer perigo. Em casos de trauma, é mais importante entrar em contato com pediatra da criança ou levá-la ao Pronto Socorro.
Em qualquer caso de acidente com crianças, é importante os pais manterem a calma para socorrer a criança. Não é recomendado medicar a criança sem a orientação de um pediatra. Em casos de traumas leves, os pais podem observar a criança e ligar para o pediatra para pedir orientações. Se houver cortes profundos, lesões, intoxicação, queimadura, engasgamento ou outro trauma grave, a criança deve ser imediatamente levada ao Pronto Socorro.

Fonte: Guia do Bebê

quarta-feira, 25 de julho de 2012

[DICA] 19 dicas para viajar em família

19 dicas para viajar em família

Médicos e mães nos ajudaram a reunir as principais dicas que podem salvar pais e bebês de apuros em viagens. Leia antes de fechar a mala!

Não importa se esta será a primeira ou a vigésima viagem com seus filhos. Sempre haverá um detalhe que pode passar despercebido. Para auxiliar os pais a encarar a aventura Brasil – ou mundo – afora, montamos uma lista com dicas para garantir o sucesso de suas férias.

1. Pesquise antes de fazer as reservas
Faça uma lista de pré-requisitos antes de começar a ligar para os hotéis. Alguns estabelecimentos oferecem um berço extra para bebês, a maioria das vezes sem custo adicional. Como a procura pelo acessório é grande, será preciso reservá-lo com antecedência. Vale conferir também se a pousada escolhida entrega refeições durante todo o dia, se a cozinha é acessível para esquentar alimentos, como o leite do pequeno, e se o quarto tem geladeira. Se a ideia é se hospedar em um flat, pergunte o quanto equipada é a cozinha.

2. Algumas agências oferecem descontos em pacotes para a família
ANa maior parte das companhias aéreas, crianças até os 2 anos pagam no máximo 10% da passagem. Confira ainda se a empresa não oferece lanche especial para as crianças. Para garanti-lo, o passageiro deve avisar a companhia no momento da compra da passagem. Se o destino for outro país, dá para conseguir também bons descontos em tíquetes de trem e ônibus.

3. Prefira os horários em que a criança costuma ficar mais calma
Fazer o bebê encarar um longo trecho de estrada às 8 horas da manhã pode ser sinônimo de problema. Principalmente se esse é o horário em que a criança está mais disposta e agitada – ela pode ficar irrequieta demais. A alternativa é sair nos períodos em que o pequeno esteja mais pacato. “Aconselho os pais a partirem em horários alternativos e mais frescos e que as paradas para descanso aconteçam com frequência”, alerta o pediatra José Gabel, presidente do Departamento Científico Ambulatorial da Associação Paulista de Pediatria.

4. Para garantir conforto em viagens de avião
Assim como nas viagens de carro, prefira voar em horários em que a criança esteja calma – e não no pico de sua energia. Embora controlar esse fator muitas vezes seja difícil. Uma dica para pais com bebês de colo é chegar mais cedo para o check-in. Com isso, vocês poderão escolher as poltronas em que vão se sentar e até deixar um assento vazio no meio. Se o voo não estiver lotado, o bebê poderá ficar mais confortável entre vocês. Caso o lugar seja comprado por outro passageiro, não há problema algum em pedir para a pessoa trocar de assento com um dos responsáveis. Christiane Nakayama Pessoa, analista de sistemas e mãe de Júlia, agora com 1 ano e 3 meses, ainda dá outra sugestão: “Leve roupa extra tanto para a criança quanto para você. Pois podem ocorrer alguns acidentes no voo, e assim ninguém vai ficar sujo ou molhado”.

5. Economize na sua bagagem
Cadeirinha, bebê-conforto, roupas, comida, fraldas e mamadeiras. Essa é somente uma parte da bagagem de uma criança. Portanto, quem não souber economizar nesses itens de apoio deve ser muito objetivo quando montar a própria mala. “Não é necessário levar muitos brinquedos, pois para o pequeno qualquer coisa entretém: garrafas plásticas vazias, chaveiros, caixas”, aconselha Christiane Pessoa, mãe de Julia. Ela, que viajou com a filha pelo Brasil e pela Europa, admite que já errou nesse quesito. O cuidado vai poupar toda a família de colocar o pé na estrada em um carro abarrotado e, em caso de percursos feitos de avião, do risco de levar uma multa por excesso de bagagem.

6. Remédios: o que não pode faltar
Analgésico, antitérmico, curativos adesivos, antissépticos, algodão, termômetro e remédios antigases são alguns dos itens que devem compor a caixa de primeiros socorros. Mas o pediatra José Gabel alerta: “Os medicamentos devem ser criteriosamente indicados pelo especialista”. “Tenho sempre comigo o telefone do médico. E não viajo caso meu bebê já esteja doente”, conta Renata Chao, 27 anos, turismóloga e mãe de Duda, 2 anos e 10 meses. Essa lição ela aprendeu na marra. De malas prontas para uma temporada na Bahia, Renata decidiu passar no hospital para ver o motivo pelo qual Duda estava com febre e vômito. Acabou descobrindo que se tratava de rotavirose e precisou interná-la por dez dias. “Imagina se tivéssemos seguido viagem?” Além dos remédios, também não se esqueça do repelente e um protetor solar que seja aprovado pelo médico.

7. Tenha um plano para acabar com o tédio
É certo que em algum momento o pequeno vai reclamar que está entediado. “Certa vez, viajamos para Londres e minha filha Júlia, na época com 10 meses, ficava aborrecida muito fácil. A nossa estratégia foi encher o notebook com os vídeos que ela gostava”, conta Christiane Pessoa. Para quem não dispõe desse artifício, vale ter sempre à mão os brinquedos que a criança adora e, para os mais velhos, revistas e jogos.

8. Leve comidinhas de casa
Inclua na bagagem de mão comidinhas que seu filho adora. Pode ser que você não encontre os sabores e a marca de preferência dele na viagem. No entanto, se o destino for outro país, lembre-se de que muitos não permitem a entrada de alimentos. “A segurança do aeroporto de Londres cismou com a comida da Júlia e fez a gente abrir e experimentar. Ou seja, acabei perdendo quase tudo”, lembra Christiane Pessoa, mãe da pequena. Ela ainda procurou nas lojas e farmácias dentro da área de embarque papas para substituir o que tinha sido perdido, mas não encontrou. “Fiquei muito preocupada. Ela teria somente biscoitos e a papa de frutas, que, como a embalagem era pequena, não foi preciso experimentar.” Por sorte, Júlia dormiu durante todo o voo e só acordou quando desembarcou.

9. Bolsa térmica: a melhor amiga
“Sempre saio com uma bolsa térmica recheada”, conta Renata Chao, mãe da pequena Duda, 2 anos. Ela defende que essa é a melhor amiga da alimentação saudável na praia e carrega consigo frutas, barras de cereais e sucos naturais. Atente apenas para a qualidade dessa bolsa. Caso contrário, se a vedação não for boa, os alimentos estragarão facilmente.

10. O que levar para comer
“Para viagens curtas, a melhor opção são as frutas. Mas elas devem ser higienizadas corretamente em casa e acondicionadas em sacos plásticos descartáveis próprios”, ensina Kelen Martins, nutricionista infantil. A especialista também recomenda que a mãe dê preferência às frutas que podem ser consumidas com a casca, como a maçã, a pera e a goiaba, que, além de mais nutritivas, são mais resistentes.

11. Libere uma refeição por dia
Se adultos têm o direito de fugir da rotina alimentar nas férias, por que com as crianças e bebês seria diferente? Além de deliciosos, os sorvetes e quitutes garantem o bom humor da criançada. É como faz Renata Chao: “Não dou frituras nem salgadinhos, até mesmo para evitar um mal-estar, mas deixo minha filha de 2 anos tomar um sorvete”, confessa. “Não existe alimento proibido, mas os que devem ser consumidos esporadicamente, como refrigerantes, balas e outras guloseimas”, esclarece a nutricionista infantil Kelen Martins.

12. Não perca seu filho na praia ou na multidão
Esse problema preocupa os pais quando os bebês começam a andar e só termina perto da adolescência. Viajar com amigos e casais que tenham filhos minimiza o risco. A atenção deve ser redobrada quando o destino escolhido é a praia, que em altas temporadas ficam lotadas de guarda-sóis parecidos.

13. Inclua a criança na programação das atividades
Lembre-se de que essa é uma viagem em família e todos têm o direito de se divertir. A típica displicência de solteiros e casais sem filhos de sair pela cidade sem destino provavelmente irá estressar o pequeno. Verifique a necessidade de um guia turístico para determinados passeios. E evite sair de carro sem foco. Ficar perdido por ruas desconhecidas, errar endereços e passar horas queimando gasolina pode ser o estopim para choros nervosos do seu bebê.
“É sempre bom reservar os dois primeiros dias para a criança se adaptar ao novo local, ao hotel, à nova cama etc.”, defende Christiane Pessoa, mãe de uma menina de 10 meses e vive com o pé na estrada. Respeitar os horários do bebê é uma medida que vai garantir a paz das suas noites também. Para alguns casais, é preciso abrir mão da diversão noturna, a não ser que a família disponha de uma babá ou um parente para cuidar da criança.

14. Documentos importantes
Quando o destino é outro país, é preciso providenciar um passaporte. Para férias por aqui, o documento de identidade e a certidão de nascimento são cruciais para provar que os acompanhantes são os pais ou têm algum grau de parentesco. Mesmo que a companhia aérea diga que não é necessário, é melhor providenciá-los para evitar problemas no trajeto.

15. Vacinas
As vacinas da criança precisam estar em dia independente da época do ano. Mas, especialmente para viagens para o exterior, é necessário conferir na embaixada ou consulado do país quais são as vacinas locais que são exigidas. Essa providência precisa ser tomada com muita antecedência, já que cada vacina tem um tempo para começar a valer.

16. Para a viagem não sair mais cara do que o planejado
Antes de viajar, defina o limite de gastos com compras. Afinal, no clima descontraído de férias, é de esperar que aumente a tendência – já normal – de as crianças quererem mimos diversos.

17. Seguro saúde e viagem
Considere a possibilidade de fazer um seguro viagem, pelo menos para a criança. Embora isso possa parecer um dinheiro desperdiçado, se algo acontecer no trajeto, você estará mais bem amparada. Nem é preciso dizer o quanto é importante para todos ter um convênio médico. Caso o passeio seja para o exterior, e a família não tenha um plano de saúde, é recomendado contratar um especial apenas para a ocasião. Até mesmo porque, em muitos países, as farmácias não vendem sequer um analgésico sem prescrição médica. Logo, caso haja um imprevisto, você precisará levar seu filho a uma consulta.

18. Dores de ouvido
Sim, elas são supercomuns em viagens, seja de carro, seja de avião. “Diferenças de pressão no ouvido interno podem provocar dor. O ato de mamar, chupar chupetas e mascar chicletes pode minimizar ou evitar o transtorno”, explica o pediatra José Gabel.

19. Como evitar os enjoos
Em viagens para o litoral, a descida da serra e o ziguezague do carro, e em rotas de avião, a diferença da pressão podem estimular náuseas e vômitos nos adultos e nas crianças. “Uma dica é fazer refeições preferencialmente frias e em pequenas quantidades. Ou então tomar algum remédio que evite o enjoo, receitado pelo pediatra”, esclarece o médico José Gabel. Vale saber: ficar de estômago totalmente vazio também é tão nocivo quanto comer demais.

Fonte: Bebe.com.br