segunda-feira, 27 de agosto de 2012

[DICA] Nove dicas para incentivar e ensinar as crianças a lerem



A coisa mais simples e também a mais importante que os adultos podem fazer para ajudar as crianças na fase da Pré ou Alfabetização, a criarem o hábito de buscarem o conhecimento do qual elas irão precisar, para serem bem sucedidas na vida pessoal e profissional, é simplesmente ler alto para elas, começando com isto desde cedo.
A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.

Veja a seguir, As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes, dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar seus pequenos a aprenderem e a criar neles o gosto pela leitura.

1. Leia em Voz Alta, para seu filho diáriamente. Do nascimento até os seis meses, ele provávelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo.
A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.

2. Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.

3. Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no
Circo?"

4. Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.

5. Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"

6. Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.

7. Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.

8. Visite com frequencia uma Biblioteca. Começe fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros da biblioteca. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.

9. Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.

Fonte:U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series

por Criança Genial

terça-feira, 21 de agosto de 2012

[DICA] Mel alivia a tosse noturna, diz estudo

Pediatras, porém, dizem que ele apenas ameniza o desconforto da garganta e não substitui outros tratamentos



  shutterstock
Essa é uma daquelas coisas que a sua avó já dizia: mel é bom pra tosse. Uma pesquisa realizada por uma equipe de pediatras israelenses acaba de reforçar o efeito positivo desse alimento. Publicado na revista científica Pediatrics, o estudo analisou 300 crianças, entre 1 e 5 anos, para identificar se o mel aliviava a tosse noturna.

LEIA MAIS: 8 problemas das crianças na hora de comer legumes e como resolvê-los

Os cientistas dividiram os participantes em quatro grupos. Os três primeiros receberam diferentes tipos de mel e o quarto recebeu placebo – um xarope com a mesma cor e consistência. Os pais responderam a cinco perguntas sobre a tosse dos filhos um dia antes e um dia depois de oferecer o produto, e a conclusão dos pesquisadores foi a de que as crianças que ingeriram mel apresentaram melhora da tosse noturna e menos dificuldade para dormir. Será?

Segundo o pediatra Eduardo Troster, do Hospital Albert Einstein (SP), o mel é uma boa opção para aliviar a irritação da garganta  - que pode fazer com que a tossse se repita -, mas não acaba com ela. “Até porque a tosse é um sintoma, não uma doença”, afirma. Ou seja, se seu filho estiver tossindo porque o ar está muito seco ou porque pegou um resfriado, o mel não vai sumir com o problema, vai apenas aliviar o desconforto.

LEIA MAIS: 4 alimentos que não podem faltar no prato do seu filho (e você nem imagina por quê)

Para Yechiel Moises Chencinski, pediatra e homeopata, o mel é um coadjuvante no tratamento. “É preciso tomar cuidado para não usar apenas o mel e deixar o tratamento correto para depois. O médico deve ser consultado antes que a tosse piore, e é ele quem irá determinar se o mel basta, se é preciso fazer inalação ou tomar algum remédio”, diz. A recomendação também vale para quem tem problemas alérgicos, como asma. O mel está liberado, desde que não substitua os remédios indicados pelo médico.

Outra coisa que é preciso saber é que a tosse é um mecanismo para limpar o pulmão. “Os pais ficam angustiados com a tosse, e é compreensível, mas é importante que eles não tentem freá-la a todo custo”, explica Troster. Isso porque, se o organismo está querendo se livrar do catarro, é preciso deixar que ele saia, e investigar o que está causando o problema. Nesse caso, dar bastante água para a criança é o melhor a ser feito. Ao hidratar, o catarro fica mais fluido e sai mais fácil.


Nem todo mundo pode

Em tese, o mel é uma substância natural e não faz mal para ninguém. Mas não é bem assim. Crianças com menos de 1 ano não podem consumir o produto, porque seu organismo ainda não tem proteção contra a bactéria Clostridium botulinum, que pode estar presente no mel e é responsável pela transmissão do botulismo, doença que atinge os nervos e músculos e pode até matar.

Outra restrição é em relação a quem tem alergia a pólen e picada de insetos. De acordo com o imunologista e alergista Ricardo Martins de Souza Queiroz, do Hospital São Cristóvão (SP), essas pessoas podem apresentar intolerância ao mel.

Os pais também precisam ficar de olho para o alimento não se tornar um adoçante. Colocar no leite quando a criança está resfriada pode se tornar um hábito e fazer com que ela se acostume com aquele líquido adocicado - o que é um problema, já que depois ela pode não aceitar mais o leite puro. E, claro, sempre que o mel for ingerido antes de dormir é preciso escovar os dentes. “O mel é doce e um potencial causador de cáries”, alerta Moises Chencinski.


Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

[DICA] Eta soninho bom!

Crianças de creche e pré-escola precisam de um local tranqüilo e confortável para dormir, repor as energias e voltar a brincar


Dormir para crescer: durante o repouso são liberados hormônios essenciais ao desenvolvimento. Foto: Gustavo Lourenção
DORMIR PARA CRESCER  Durante o repouso são liberados hormônios essenciais ao desenvolvimento.
O almoço da turminha de 3 anos no Centro de Educação Infantil Bryan Biguinati, em São Paulo, acontece diariamente às 11 horas. Logo em seguida, enquanto uma professora organiza a fila na porta do banheiro e põe pasta na escova de dentes dos pequenos, outra espalha os colchões pelo chão da sala. O ambiente está quase pronto. Depois de fazer o xixi e a higiene bucal, cada um vai para a própria caminha. A rotina muda com os de 4 e 5 anos. Como não querem perder um só minuto de brincadeira, eles resistem a esse hábito. Para que descansem assim mesmo, são convidados a fazer atividades mais tranqüilas, como manusear livros e desenhar. Os que sentem vontade de tirar uma sonequinha encontram colchões disponíveis em um dos cantos.
A regra muda em cada escola de Educação Infantil. Em algumas, a hora de repousar vale para todos, sem exceção! Em outras, o que manda é a necessidade de cada criança. Umas vão para os berços, outras para os colchonetes.

Nesse panorama tão variado, o que se destaca de maneira comum, no entanto, é a falta de formação e informação do professor, que, em grande parte das creches e pré-escolas, não conta nem mesmo com o tema dentro das diretrizes pedagógicas. " Isso deveria fazer parte das preocupações de qualquer profissional encarregado de cuidar de uma criança e educá-la", diz Magda Rezende, coordenadora do grupo de pesquisas Cuidado à Saúde Infantil, da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.

O sono é importante para a aprendizagem, para a regulação da emoção e para o crescimento, além de ser uma necessidade fisiológica. Quando uma criança adormece, é porque está realmente precisando. O hormônio somatotrópico, também conhecido como hormônio do crescimento, é liberado durante o dia todo, mais ou menos a cada duas horas. Porém, é durante o sono mais profundo que ele é liberado em uma quantidade tão grande que estimula o desenvolvimento das células e a deposição de cartilagem nas regiões de crescimento.

Pais viram alunos
Foto: Gustavo Lourenção
GRANDES COMPANHEIROS Bichos de pelúcia e outros brinquedos dão segurança na hora do descanso
Além de cuidar da soneca das crianças durante o período escolar, é também função da equipe compartilhar o que sabe com os pais e responsáveis. "Logo no primeiro contato com a família, é importante investigar como os filhos dormem", diz Katia Chedid, orientadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. Alteração de humor, dificuldade de socialização e atraso na fala e no crescimento são sinais de alerta para aprofundar a investigação. Esses problemas podem estar relacionados a noites maldormidas. Nesses casos, um neuropediatra deve ser consultado.

Outra informação que você poderá passar aos responsáveis é que o sono é um mecanismo fisiológico que pode ser ensinado. Há crianças que não precisam de nenhum ritual para adormecer. Marcia Pradella, médica responsável pelo setor de pediatria do Instituto do Sono, em São Paulo, defende que os bebês a partir de 5 meses de vida têm capacidade de dormir sem a ajuda dos adultos. "É melhor que se aprenda bem cedo para, na adolescência ou na vida adulta, não necessitar de recursos como a TV ou mesmo medicamentos."  

Organização é tudo 
Foto: Gustavo Lourenção 
Não há segredos para promover a hora do repouso. Em primeiro lugar, é preciso organizar os horários de trabalho dos funcionários da escola de acordo com a rotina dos pequenos - e não o contrário - para que eles não sejam acordados pelo entra-e-sai. Na Creche-Escola A Ciranda, em Viçosa (MG), os turnos contemplam as necessidades da criançada. "Um pessoal começa às 7 horas e vai até as 11, enquanto outro vai das 11 às 17 horas", explica a diretora, Luciana Fiel. "Dessa maneira, evitamos tumultos no momento de descanso, após a refeição."

No que se refere ao espaço reservado para o repouso, Damaris Maranhão, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, recomenda que seja arejado, com luz indireta e isolado dos demais ambientes. "A área pode ser separada da sala de atividades por um vidro para possibilitar a supervisão constante." O local não precisa ser usado somente para esse fim, mas tem de estar sempre disponível para os que quiserem descansar.

Até os 8 ou 10 meses, os bebês ficam em berços, que devem estar distantes uns dos outros no mínimo 60 centímetros. Depois que começam a descer deles por conta própria, o melhor é recorrer aos colchonetes colocados sobre o piso, como na Bryan Biguinati. "As crianças ficam seguras e livres para levantar quando quiserem", explica a diretora, Amélia Olave. O mais adequado é que os colchões sejam forrados com uma lona plastificada para facilitar a limpeza com água e detergente neutro.

Foto: Gustavo Lourenção 

Cada criança tem de ter seu lençol e sua fronha. Mesmo se não forem trazidos de casa, devem ser de uso individual durante a semana. Isso evita a transmissão de pediculose (piolho), escabiose (sarna) ou outras doenças de pele. Para promover a segurança física e afetiva, cada um pode trazer objetos queridos, como bichinhos de pelúcia, chupetas e paninhos.

É essencial ter um adulto sempre observando a turma. Uma criança pode acordar assustada ou indisposta e precisar de ajuda imediata. Não é raro também alguma delas querer brincar, morder o amigo que dorme ao lado ou mesmo tropeçar ao tentar se levantar. Tudo isso deve ser previsto. A babá eletrônica é outro bom recurso. Ela permite ouvir os ruídos que indicam algum desconforto, choro ou apenas que alguém já despertou.

E se alguns querem ficar acordados? A situação é comum e acontece por vários motivos: mudança do horário da família no dia anterior, início de uma infecção, erupção de dentes ou simplesmente o temperamento. Para esses momentos, Luciana tem uma solução. Montar na sala um canto com livros, brinquedos, papéis, lápis de cor e outros materiais utilizados em atividades silenciosas para entretê-los.
Tirar uma soneca na escola... - Desenvolve a cognição e regula a emoção
- Estimula o crescimento
- Promove conforto e bem-estar

Tempo de sono por dia
- Recém-nascido: entre 16 e 17 horas
- De 1 mês a 6 meses: entre 14 e 15 horas
- De 7 meses a 1 ano: entre 13 e 14 horas
- De 2 a 5 anos: entre 11 e 13 horas

Os ritmos e a saúde
Foto: Gustavo Lourenção 

 CADA UM TEM UM RITMO Enquanto alguns dormem em colchonetes, outros brincam O tempo de sono varia de acordo com a idade. Um bebê recém-nascido dorme várias vezes ao longo de um dia. Esse comportamento se mantém até o terceiro mês em cerca de 90% dos casos. Os 10% restantes adormecem somente durante a noite desde o nascimento. Nesse período, ainda não é produzida a melatonina - hormônio que indica para o organismo que está na hora de repousar. Por isso, o nenê dorme conforme sua necessidade durante as 24 horas do dia.

Entre o terceiro e o quinto mês, o sono passa a se concentrar à noite. O bebê amadurece e o mecanismo que regula essa atividade também. Com 1 ano, ele repousa à noite e tira duas ou três sonecas durante o dia. A duração delas também não é rígida: para alguns, bastam 20 minutos, enquanto para outros são necessárias duas horas e meia. Depois dos 3 anos, a maioria das crianças deixa de repousar durante o dia. Para as que vêm de regiões onde até os adultos tiram a sesta, o hábito se prolonga. "É preciso sempre dispor de colchões para esses casos", diz Magda.

As necessidades e os ritmos também são diversos. O sono sofre influência do clima e da vida social. Se os pais vão para a cama cedo, provavelmente o filho fará o mesmo. O estado de saúde também é determinante e alguns transtornos podem se manifestar nessa fase. Eles são divididos em duas categorias: respiratórios (ronco e apnéia) e não respiratórios (fragmentação do sono).

No primeiro caso, a criança tem parada respiratória enquanto está adormecida por causa de amígdalas ou adenóide grandes e acorda antes de entrar no estágio profundo. Com isso, seu organismo não libera o hormônio do crescimento na quantidade ideal e o seu desenvolvimento fica comprometido.

Já os não-respiratórios são chamados de benignos e estão ligados à maturação do sistema nervoso. Seus sintomas são o gemido ou o choro durante a soneca. Eles diminuem com a maturidade até desaparecer. "É importante que a escola conheça os hábitos e o estado de saúde da criança para que possa dar a ela boas condiçoes de sono e, assim, promover seu completo desenvolvimento", conclui Damaris.

 

Fonte: Revista Escola

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

[DICA] Pré-escola particular: como escolher

Como escolher a creche ou pré-escola particular ideal para o seu filho? O que a escola para crianças de até 6 anos deve ter? A que você escolheu está mesmo fazendo o melhor por seu filho? Nossas pistas vão ajudar a descobrir!


Foto: crianças na pré-escola

O melhor caminho é fazer perguntas simples e observar o funcionamento da escola, por exemplo, as crianças parecem felizes? Brincam sozinhas? Tem uniforme?

Um dos primeiros dilemas de qualquer mãe ou pai de crianças pequenas é o que levar em conta na hora de eleger a escola de educação infantil. Essa é mesmo uma escolha importante: hoje se sabe que os primeiros anos de formação repercutem nas fases seguintes de escolaridade, na saúde e até na personalidade.

Desde a década de 1980, o avanço das tecnologias de mapeamento cerebral confirmou a espantosa velocidade de formação de neurônios nesse período da vida, bem como a imensa plasticidade do cérebro, ou seja, sua capacidade de se modificar à medida que novos conteúdos são absorvidos. "Trata-se de um período crucial, no qual se formam mais de 90% das conexões cerebrais graças à interação com os estímulos do ambiente", afirma João Augusto Figueiró, médico e psicoterapeuta do Hospital das Clínicas e presidente do Instituto Zero a Seis, em São Paulo. Não à toa, pesquisas mostram que crianças que frequentam uma pré-escola estimulante costumam se tornar melhores estudantes. É o que assegura a pesquisadora inglesa Brenda Taggart, que desde 1997 estuda o impacto da formação infantil. Em comparação com as que não foram matriculadas na pré-escola ou que frequentaram escolas inadequadas, elas se revelaram mais cooperativas, independentes e sociáveis, além de apresentar desempenho escolar satisfatório. "A passagem por escolas infantis competentes tem influência a curto, médio e longo prazo", afirma.

Mas atenção: o objetivo da educação infantil não é antecipar etapas. Antes de começar as visitas a escolas candidatas, deve-se ter em mente que uma criança com menos de 6 anos precisa brincar, investigar e explorar o ambiente ao seu redor. Por isso, tentativas de iniciar muito cedo a alfabetização são vistas com reservas: é necessário cuidado para não atropelar etapas e lembrar que cada uma tem seu ritmo. A brincadeira desempenha papel decisivo. É por meio dela que o pequeno compreende como funciona o mundo real. "O desafio atual das escolas é trazer para o centro das suas reflexões o confronto entre as crianças reais, e não aquelas das teorias, e as propostas curriculares", explica a antropóloga e educadora Adriana Friedmann, de São Paulo. Para entender o que isso significa, basta recuperar uma imagem da infância. Enquanto nas gerações passadas aprendia-se a ler textos distantes do dia a dia, com frases como "vovô viu a uva", e sentava-se em carteiras rígidas, hoje as crianças brincam com as letras e trabalham histórias e lendas com liberdade.

Trabalho de detetive

O problema é como identificar uma escola com propostas consistentes para a educação infantil. Com frequência, os pais chegam às instituições com perguntas-chavão, como "Qual é a linha pedagógica?", e quase sempre recebem respostas técnicas e vagas: "Somos socioconstrutivistas", "montessorianas"... Além de vazias de sentido para os pais, essas respostas acabam por nivelar todas as instituições, ainda que elas escondam uma conquista: admitem o valor da experiência prévia do pequeno, deixando de tratá-lo como alguém sem ideias próprias sobre o mundo. Uma boa escola reconhece a criança como criança, respeitando-a sem subestimá-la. O melhor caminho é fazer perguntas simples, óbvias até, e observar o funcionamento da escola. As crianças parecem felizes? Brincam juntas ou cada uma isolada em seu canto? Nos intervalos, os adultos acompanham e intervêm quando necessário ou simplesmente ficam batendo papo enquanto a criança se esborracha no chão? Quando há uma briga, a escola faz o quê? E quando não quer comer? E quando morde? Tem uniforme? Não há resposta-padrão, mas a escola tem de ter uma postura. "É direito dos pais receber respostas transparentes a todas as dúvidas para que tenham segurança com relação aos educadores a quem irão confiar parte tão significativa da vida dos seus filhos", enfatiza a antropóloga Adriana. O próximo passo é cruzar a resposta obtida com o que cada família considera certo e compatível com seus valores. É fundamental conhecer também a rotina proposta, ou seja, como será o dia do seu filho na escola. Terá momentos de descanso ou apenas atividades? Há diversidade ou brincadeiras pré-combinadas? Vários aspectos do desenvolvimento são contemplados (artes, música, esportes) ou o foco é apenas na alfabetização? Quando as crianças brincam livremente? Elas encontrarão na escola coisas que gostam de fazer? Observe que são questões ligadas à vida que os pais desejam para os filhos. Famílias que acham a criança tímida e fechada gostariam que ela convivesse muito com os colegas, por exemplo. Outras, que consideram o filho muito agitado, prefeririam uma escola que também oferecesse atividades mais calmas. Antes de fazer perguntas aos coordenadores, é preciso que os pais as façam a si mesmos.

Professores Tinindo

Segundo a pesquisadora em educação Maria Alice Proença, de São Paulo, a escola deve estar de acordo com o conceito dos pais em relação ao que consideram uma infância feliz. Algumas famílias acreditam que encontrar o filho sujo de barro no final do dia é sinal de que brincou e se divertiu. Outras preferem ver a criança limpa, perfumada e com um livro na mão, já mergulhada desde cedo na leitura. "A escola e a família devem ser parceiras e compartilhar valores, crenças e relações de respeito e afeto", aconselha. Mas, além do campo das características individuais, é preciso olhar com atenção para a atividade pedagógica. Algumas pistas para descobrir se a escola faz um bom trabalho são óbvias: uma classe de educação infantil com 30 crianças e um professor provavelmente é incontrolável e exigirá uma disciplina incompatível com a idade. O ideal é que haja um educador para cada dez ou 15 alunos. Do mesmo modo, educar crianças pequenas deixou de ser tarefa para leigos e requer que os professores se preparem e estudem constantemente. Na escola de seu filho, investe-se em formação de professores? Como?
Para a pedagoga Teca Antunes, de São Paulo, uma boa ideia é olhar o que está exposto na parede das salas de aula. "Será possível ver se há produção das crianças ou apenas a reprodução de imagens estereotipadas", analisa. Além disso, é preciso que o ambiente revele empenho em promover a interação. "Mesas individuais mostram que é valorizada a ação de cada um, e não do grupo, e que se evita a conversa entre os pequenos", afirma. Do mesmo modo, armários altos, acima do alcance das crianças, indicam que não há preocupação com a construção da autonomia, já que os alunos sempre dependerão dos adultos para pegar os materiais e brinquedos com que lidarão.
Ao colocar todas as suas dúvidas e perguntas sobre a mesa, não se sinta um peixe fora d’água: as descobertas recentes sobre o valor da educação infantil desencadearam um grande debate no mundo todo, e a questão desembarcou por aqui também. Recentemente, o Ministério da Educação, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Fundação Carlos Chagas avaliaram o desempenho de 174 creches e pré-escolas públicas de seis capitais brasileiras. Foram analisados quesitos como espaço físico, mobiliário, linguagem utilizada com os alunos e estímulo ao raciocínio. Todas foram reprovadas. Os pontos que mais inquietaram os pesquisadores: a má formação dos professores, que não sabem o que fazer com as crianças pequenas em sala de aula, e a falta de uma proposta pedagógica. "As três palavras que mais se ouvem nesses locais são: ‘fique sentado’, ‘durma’ e ‘quieto!’", observa Maria do Pilar Lacerda, secretária nacional da educação básica. A pesquisa deverá oferecer amparo para ações com as prefeituras com a meta de melhorar a educação infantil. Segundo Maria do Pilar, só há pouco tempo as creches começaram a se preocupar com o aspecto educativo. Um avanço recente, que deve melhorar o quadro, foi a aprovação, este ano, de uma mudança na Constituição que torna a educação obrigatória para crianças a partir de 4 anos e habilita os municípios a receber mais recursos. Hoje, estima-se que 25% dos pequenos com idade entre 4 e 5 anos estejam fora das escolas. É um número muito alto. "A meta é que nos próximos anos o atendimento seja universalizado", afirma a secretária.


Fonte: Educar para Crescer

terça-feira, 14 de agosto de 2012

[DICA] Decoração de quarto de bebê em 16 dicas essenciais


dicas decoracao quarto bebe
1 -    Para quartos pequenos, os móveis de tamanhos exageradamente grandes reduzem o ambiente e criam a sensação de um espaço ainda menor e impedem a boa circulação. O ideal é escolher móveis com medidas padrões menores e ideais para o quarto.

2 -    A decoração perfeita não significa entulhar o quarto do bebê de enfeites, quadros, acessórios e móveis. Isso pode ser feito de maneira planejada para que se tenha um ambiente bonito mas sem exageros.

3 -    As cores fortes podem sim ser usadas no quarto de bebê, mas devem ser aplicadas com cautela e em locais onde o bebê não irá olhar constantemente ou que façam o ambiente diminuir.

4 -    O quarto deve ter berço e cômoda essencialmente, para as outras peças como a poltrona, cama e armários podemos utilizar de recursos alternativos como por exemplo: poltrona que vira cama, ou armário que vira cômoda.

5 -    O berço nunca deve ficar exposto a correntes de vento.

6 -    O uso de ventilador de teto em quartos de bebês tornar o quarto um ambiente fresco e arejado, ajudando o bebê a dormir melhor, evitando também que o recém nascido se sufoque.

7 -    Encostar os móveis nas paredes para liberar o meio do quarto é uma boa dica para conseguir uma área livre para circulação e brincadeiras.

8 -    Os tapetes, cortinas e pisos vinílicos, além de completarem a decoração do quarto também auxiliam na absorção de impactos sonoros internos e externos, filtram a luz excessiva e evitam escorregões.

9 -    A aplicação de tecidos ou papéis nas paredes, como também os rebaixos de gesso ajudam a abafar os ruídos externos.

10 -  Para um sono tranquilo para a mãe e bebê é necessário uma iluminação de efeito com pouca intensidade de luz e que possa ficar ligada durante toda a noite, ajudando assim a mãe em sua amamentação, trocas de fraldas e vigias noturnas.

11 -  A primeira coisa que se deve fazer para definir o quarto de bebê é fazer o lay out dos móveis e definir os mesmos, escolhendo os melhores locais para cada um e as melhores medidas. A partir daí poderemos definir a iluminação e a decoração do quarto.

12 -  O ideal e recomendável é utilizarmos de berços, cômodas e poltronas que são fabricados dentro das normas de segurança da ABNT.

11 -  Não são recomendáveis : lençol de flanela, carpetes e tapetes grossos, paredes texturizadas, enchimentos de penas e edredons de materiais sintéticos.

12 -  Manter a janela do ambiente aberta durante o dia.

13 -  Utilizar materiais de fácil limpeza como a laca.

14 -  Ao adquirir peças novas de mobiliário para o quarto do bebê, espere-as descansar durante 15 dias para perder o cheiro de cola e tinta antes do bebê chegar.

15 -  O uso de cortinado é essencial.

16 -  Não é recomendável a utilização de vidro em nenhum detalhe do quarto, a dica é substituí-lo por acrílico, mas lembre-se de usá-lo sempre com muita cautela ou evitá-lo.

Créditos:.

Arquiteta Mariela Romano
Telefones: ( 62) 9971-0800 / 3088-3322
E-mail: mariela@marielaromano.com e marielaromano@terra.com.br
Site: www.marielaromano.com

Fonte: Quarto de Bebê

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

[DICA] 10 dicas para ser um pai bacana


Aproveitar cada momento ao lado do bebê é essencial para aproximar pai e filho e manter a família unida

É muito comum o papai se sentir excluído da relação com o filho quando ele ainda é recém-nascido. Nos primeiros meses de vida, a mãe é a pessoa mais exigida pela criança, que praticamente mama e dorme o dia inteiro. Entretanto, isso não significa que o homem deva se isentar dessa rotina. Muito pelo contrário: além de ajudar com os cuidados ao pequeno, evitando sobrecarregar a mulher, o homem tem um papel muito importante para o desenvolvimento do bebê.

À medida que o filho cresce, mãe e pai têm maneiras distintas de cuidar da criança, e é fundamental que ela entenda essas diferenças desde cedo. O pai tem o papel de fazer o contorno emocional da família, ajudando a estabelecer regras à educação do filho e, inclusive, contrabalanceando a dificuldade que muitas mães têm em dizer não. “A presença masculina na vida do bebê facilita a transição do relacionamento restrito à mãe para a vida social e o convívio com outras pessoas”, explica a psicóloga infantil Daniella de Freixo Faria, de São Paulo.

Segundo a especialista, o homem também geralmente faz com que a criança desenvolva alguns aspectos necessários para toda a vida, como o senso de limite interno, a independência e a superação dos desafios. “Mesmo que não possa contar com a presença da figura do pai, a criança pode buscar essa referência em outras pessoas próximas, como o tio, o padrinho ou o avô”, diz Daniella.

Com o dia dos pais se aproximando, o especial Vida de Bebê lista dez dicas de como ser um pai bacana para seu filho desde cedo. Confira.

1. Pesquisar sobre a maternidade pode ajudar a tirar as possíveis dúvidas nas consultas com o obstetra.

2. O papel do pai começa mesmo antes de o filho nascer: participar das consultas de pré-natal e conhecer o médico que fará o parto e o pediatra que vai cuidar do bebê.

3. A decoração do quarto do bebê não precisa ser responsabilidade exclusiva da mulher, já que será um ambiente onde a família passará bastante tempo junta.

4. O contato com o bebê ainda recém-nascido é importante para o desenvolvimento da relação entre pai e filho. Tirar a licença-paternidade é uma oportunidade de aproveitar os primeiros dias da criança em casa.

5. O pai pode ficar encarregado de dar os primeiros banhos no bebê, pois esse é um momento em que a criança desenvolve uma relação de reconhecimento da figura paterna.

6. Nas primeiras noites do bebê em casa, levantar para ver o motivo do choro é uma forma de aumentar o contato físico do pai com a criança, o que é importante para fortalecer o relacionamento entre os dois já nos primeiros dias de vida da criança.

7.  Quando a criança for crescendo, assistir aos programas infantis junto do pequeno aproxima pai e filho e pode virar tema para o diálogo entre ambos.

8. Participar das refeições da família e comendo os mesmos alimentos que seu filho é importante para ensinar ao pequeno que há regras para comer.

9. Brincar é uma forma de estimular o desenvolvimento cognitivo da criança. Por isso, solte a imaginação, invente brincadeiras e aproveite para ensinar pequenas lições.

10. Aproveite os horários em que o sol não está muito forte (até às 10h e depois das 16h) para brincar com seu filho ao ar livre. Levá-lo ao parque ou mesmo ao playground do prédio é uma forma de fazer o pequeno interagir com outras crianças.


Coletânea Editorial
Especial para o Terra


Fonte: Vida de Bebê

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Bloquinhos de anotações

Kit de 10 bloquinhos de anotações revestido em papel ou tecido, encadernação wire-o, preenchido internamente com folhas coloridas não pautadas. Pode ser usado como lembrancinhas de aniversários, convites e etc.

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[DICA] 14 Dicas para o Banho do Bebê

14-dicas-para-o-banho-do-bebeO banho é muito mais do que um ato de higiene, é um cuidado com a saúde do bebê. Para que o banho seja algo agradável para a mãe e para o bebê, é necessário atentar para algumas regrinhas fundamentais!
Dar banho em um filho é trocar com ele muito carinho e receber também! Que tal aproveitar o momento do banho para massagear o bebê e estimulá-lo com muitas brincadeiras?
  1. Escolha uma hora do dia que esteja mais quente. Nunca sendo logo após uma mamada, já que dar banho no bebê com o estômago cheio pode provocar regurgitações e desconforto. Ninguém merece ser tão manuseado de barriguinha cheia!
  2. Retire anéis, pulseiras e relógios.
  3. Mantenha as unhas bem amparadas e lixadas e higienizadas!
  4. Certifique-se de que depois do banho seu bebê não será exposto a correntes de ar.
  5. Antes de tirar a roupinha do pequenino providencie as roupas da troca, a toalha, o sabonete, o shampoo. Deixe tudo que você for precisar à mão!
  6. Numa banheira limpa, previamete higienizada, coloque água morna. Comece colocando pouca água. A medida que você for ganhando experiência poderá usar mais água.
  7. Teste a temperatura da água com o cotovelo.
  8. Ao tirar a fraldinha e a roupinha do bebê, faça uma boa higienização eliminando qualquer resíduo de fezes e urina.
  9. Coloque o bebê na banheira e lave o rostinho dele, delicadamente.
  10. Atenção: nunca, jamais, deixe seu bebê sozinho na banheira e no trocador. Muitos acreditam que com pouca idade, como o bebê não sabe rolar e pouco se mexe, nada poderá acontecer. E é então que acidentes, até graves, acontecem!
  11. Lave o corpinho com muita suavidade, vá conversando com o bebê. Fale pra ele como ele é amado, como o banho está gostoso! Com a mesma delicadeza incline a cabecinha do bebezinho para trás e lave-a tomando cuidado para que não entre água nos olhos, nariz e ouvidos. Vire-o de bruços e lave as costas e o bumbum!
  12. Terminado esse banho gostoso, retire-o da banheira e seque-o com uma toalha bem macia. Não precisa esfregar, a pele do bebê é muito sensível!
  13. No trocador, ou em outra superfiicie firme e confortável, seque o corpinho do pequeno, dando atenção a cada dobrinha, entre os dedos, atrás das orelhas. E sempre vá conversando com ele. Vá falando o que você está fazendo. Troque olhares. Se permitido pelo pediatra, use um hidratante próprio para bebês e vá acariciando, cantarolando! Seu bebê vai se sentir mais amado, mais cuidado!
  14. Vista uma roupa limpa e confortável adequada para o clima! Com uma escova macia, escove o cabelinho dele e pronto! Seu bebê está cheiroso e limpo. E não só isso, seu bebê saberá mais uma vez que você o ama muito!
Banho é tudo de bom!


Fonte: Bebe Dicas

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

[DICA] 11 dicas para escolher o nome do bebê



Para ajudar nessa dura missão, separamos dicas valiosas de especialistas do mundo afora. Veja abaixo
11 dicas para escolher o nome do bebê
1. O nome deve ter um significado especial
O ideal é que ele expresse algo que soe positivo para você. Afinal, o nome é sempre o que causará a primeira impressão nas pessoas, além de refletir como os pais enxergam o filho quando se tornar um adulto. Se imagina que o bebê, por exemplo, será um atleta, escolha um nome que esteja relacionado a força física e agilidade.

2. Combine com o sobrenome
Repita a combinação diversas vezes para verificar o ritmo. Se você tem um sobrenome comum, como Silva ou Sousa, pense em um nome um pouco menos usual para fazer a associação perfeita. Uma boa dica é procurar no Google quantos homônimos o seu filho terá. Se a lista for muito grande, melhor pensar em outra opção. É importante também verificar se há redundância — Fernanda Fernandes, por exemplo. Se a cacofonia não lhe agradar, melhor escolher outro nome.

3. Leve a grafia em consideração
Se o nome escolhido tiver uma grafia pouco habitual, caberá a seu filho (coitado!) corrigi-la a todo instante. Por outro lado, se o nome é facilmente encontrado, a grafia diferente poderá torná-lo menos trivial.

4 . Repare como ficam as iniciais juntas
Cheque se as iniciais do nome, principalmente a do primeiro e a do último juntas, não formam nenhuma expressão com significado indesejado. O nome Ricardo Augusto Tavares Orsolin, por exemplo, forma a rubrica RATO. Em muitas empresas, as pessoas são identificadas pelas iniciais, em crachás por exemplo. O nome também fica reduzido em cartões de crédito e assim por diante. Então, esse tipo de detalhe também conta.

5. Decida se quer, ou não, honrar alguma tradição familiar
Será que a família tem a tradição de dar certo nome, herdado de geração para geração? Veja se realmente o significado dele condiz com seu desejo. E lembre-se: essa decisão é dos pais, que não devem se sentir pressionados a seguir o comportamento familiar. Se, no entanto, preferir a diplomacia, uma saída é usar esse nome tradicional como o do meio.

6. Pense nos possíveis apelidos
Você está preparado para ouvir seu filho sendo chamado por um apelido? Beatriz, por exemplo, comumente vira Bia, mesmo que a gente insista no nome original. Então, não dá para fazer nenhuma escolha sem imaginar todos os apelidos que determinado nome poderá render.

7. Repita, repita, repita
Antes de tomar a decisão final, pronuncie o nome centenas de vezes. Um ótimo exercício é usar as mais variadas entonações e sentidos, para ver se a sonoridade agrada pra valer.

8. É legal dar nomes exóticos?
Pense duas vezes antes de dar um nome pouco comum para o seu filho. Pesquisas apontam que crianças com nomes “estranhos” são mais facilmente alvos de brincadeiras de mau gosto nas escolas durante a infância. Mas, se não se importa com isso, vá em frente.

9. Nomes fora de moda costumam voltar
Lembre-se disso. Não se incomode se gostar de um nome que parece em desuso. Ou o contrário: não escolha um nome só porque ninguém mais é chamado assim, na esperança de ser original. Nomes considerados antigos costumam voltar à voga . Joaquim, por exemplo, já foi considerado um nome fora de moda e, agora, retornou com tudo. Isso sempre muda e não pode ser fator determinante.

10. Nomes de celebridades: muito cuidado
Essa é uma boa maneira de homenagear os seus ídolos. No entanto, pense duas vezes antes de fazê-lo, principalmente se a celebridade ainda estiver na ativa. Afinal, ninguém sabe como a Madonna, por exemplo, entrará para a história.

11. As emoções da hora do nascimento importam
A lista está acabando e você já notou quantos fatores precisa levar em consideração na escolha do nome do seu bebê. No entanto, a hora do nascimento é o momento que realmente importa! As sensações e emoções que veem à tona fogem da lógica. Assim, uma boa dica é: esqueça a opinião de amigos, familiares e escolha um nome ou sustente uma decisão anterior baseando-se nos sentimentos desse momento tão especial. Receba seu bebê com todo o amor e carinho. E não perca a oportunidade de olhar para o seu rostinho e ser a primeira pessoa a pronunciar o seu nome.

Fonte: Bebe.com.br