quinta-feira, 28 de junho de 2012

Álbum Fotográfico

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[Dica] Bebê a bordo - Viajando com o pequeno

E ai, a mala de viagem para o feriado já está pronta? Confira algumas dicas para viajar com os pequenos e fazer da sua viagem a mais tranquila e proveitosa possível.


 
Pensar em viajar com um bebê parece assustar, mas calma, hoje vamos dar algumas dicas de como fazer isso sem causar frustrações para o bebê e para você.
Para que a viagem seja tranquila tanto de carro, ônibus ou avião o importante é ter em mãos uma boa bagagem que contenha tudo o que a criança precisa durante o trajeto. Não necessariamente a casa inteira, mas uma mala organizada e com itens indispensáveis seu filho ficará mais calmo e você mais relaxada.

Viagens de carro:
Mesmo de carro, que pode ser uma viagem mais curta, pode ser muito cansativa para os pequenos.

Maria por exemplo: nunca gostou de permanecer muito tempo na cadeirinha do carro, se irrita facilmente, levei meses para identificar qual melhor técnica para fazê-la se entreter e assim seguirmos nossa viagem. Ela é muito ativa e ficar presa acaba irritando-a, por isso, quando passamos um bom tempo dentro do carro definimos algumas paradas que a possibilitam andar um pouco, tomar um arzinho e melhorar seu humor.

Cuidado com o tempo do bebê sentado, o xixi pode vir a vazar e molhar a criança.
As malas do bebê devem estar de fácil acesso, com alimentos, roupas, água, sucos a sua vista e não no porta malas.

Descobrimos uma forma de viajar com a pequena e deixá-la entretida o tempo todo e a ponto de dormir, é o aparelho de DVD no carro + Baby Einstein = mágica.

Viagem de ônibus:
A viagem de ônibus é um pouco parecida com a de carro, porém, com o espaço muito mais limitado. No entanto a bagagem deve ser a mesma que a de viagens de carro. Aproveite as paradas para deixar as mamadeiras prontas, alimentar o bebê, trocar a fralda com mais tranquilidade. A viagem durante a noite tende a ser mais tranquila para os pequenos, por isso, tente não deixá-lo dormir durante o dia.

Viagem de avião:
A primeira imagem a viagem de avião parece ser a viagem com o trajeto mais curto, mas dependendo da distância, a viagem de avião pode ser muito demorada, embarque, escalas e tudo mais. Por isso, é importante ter à mão uma mamadeira pronta ou um lanche para que a criança não fique com fome. Leve o que o bebê come normalmente, como leite ou biscoito, papinhas aquecidas e etc.

Em viagens internacionais, a companhia aérea oferece um cardápio especial para os pequenos durante o voo. E alerta: como a temperatura é mais baixa no interior do avião, um casaco mais quentinho é indispensável. Além disso, ter uma chupeta ou uma mamadeira à disposição ajuda a minimizar o efeito da pressão do ar nos ouvidos da criança.

É importante estar atento à quantidade de líquidos na bagagem, que não pode passar de 100 ml. Uma garrafa térmica com água quente para o preparo da mamadeira pode ser aceita pela segurança, já que é destinada à alimentação do pequeno, mas, para evitar transtornos e não depender do bom senso dos funcionários da segurança, você pode usar a água em temperatura ambiente disponível no interior do avião.

Mala de viagem – Itens importantes:

-Cadeira especial para bebês e crianças
-Água e leite
-Lanche e frutas envolvidas em alumínios ou em recipientes térmicos
-Papinhas
-Colheres
-Fraldas descartáveis
-Creme para assaduras
-Lenços umedecidos
-Trocador portátil
-Fralda de pano ou toalha para higienização de mãos e boca
-Chupetas
-Roupas (Calor e frio)
-Meias
-Cobertor ou manta
-Travesseiro
-Livro, brinquedo ou algo para distrair o bebê
-Saco plástico, caso o bebê enjoe
-Remédios para emergência.
-Fraldas de piscina
-Protetor solar
-Boia
-Boné
-Canguru ou sling
-Carrinho (que pode ser levado até a porta do avião)
-Certidão de nascimento ou cédula de identidade da criança
-Passaporte (dependendo do país de destino)
-Em viagens para o exterior com apenas um dos pais, é necessária a autorização do outro.

Se for para hotel:
-Verifique se há uma “copa para o bebê”, com toda infraestrutura e alimentos necessários. Hotéis com serviço de babá são uma boa opção.

E boa viagem!

Fonte: Roteiro Baby Campinas

segunda-feira, 25 de junho de 2012

[DICA] Tirando a fralda

Algumas crianças deixam as fraldas mais cedo que outras. Algumas deixam as fraldas logo que entram na creche/escola. E outras parecem que não vão deixar nunca as fraldas. É preciso muita paciência.

O treino ao penico ou vaso sanitário depende do amadurecimento dos músculos responsáveis pelo controle do ato de urinar e defecar, que são os esfíncteres. Este amadurecimento se dá por volta dos dois anos de idade e adquire a plenitude por volta dos três anos, assemelhando-se ao estado de amadurecimento dos adultos.

Os pais devem ficar atentos, pois a criança sinaliza quando começa a se sentir incomodada por estar molhada ou com fezes, ou seja, está pronta para iniciar o treino.
Geralmente, o controle das fezes é mais bem sucedido e mais fácil que o da urina, pois pelo fato de a criança fazer menos vezes ou uma vez por dia, acontece quase sempre no mesmo horário. Além do quê, é difícil ocorrer à noite, durante o sono e mesmo com o corpo em estado de relaxamento.
Mãe colocando o bebê troninho sanitário - Iakov Filimonov / ShutterStock

É um processo que exige muita paciência e calma por parte dos pais, pois depende também de que a criança reconheça a vontade de evacuar ou de urinar, saiba se expressar adequadamente, para que possa ir ao lugar conveniente. Para isto, já deve ter sido providenciado o penico ou assento sanitário infantil.
Seria interessante, inclusive, que a própria criança escolhesse o seu ¨troninho¨, para que houvesse um estímulo a mais para iniciar o treino. Ele deve ser confortável e que possibilite o apoio dos pés no chão.
Mesmo assim, muitas vezes pode acontecer de não dar tempo.

Os pais devem respeitar as dificuldades infantis, o seu próprio ritmo de aprendizagem, sem críticas, pois ela já se sente frustrada por não corresponder ao que esperam dela, bem como, ao que ela também espera de si mesma.
Durante o dia, a pessoa que está cuidando da criança, pode perguntar-lhe se não está com vontade de ir ao banheiro, pois ela pode estar tão absorta que nem se lembre ou por não querer interromper o que está fazendo. À noite, antes de colocá-la para dormir, leve-a para fazer xixi e não ofereça muito líquido.

De qualquer forma, de dia ou de noite, os ¨acidentes¨ acontecem, são comuns e as crianças não têm culpa, portanto, não devem ser castigadas jamais.
É importante destacar que o controle esfincteriano não é inato, depende de aprendizagem, do amadurecimento do sistema nervoso e do condicionamento, que se dá devido à repetição dos comportamentos durante o treino.

Não se pode esquecer de que a criança viveu em fralda suja por muito tempo antes desse procedimento ser iniciado e que devia às pessoas cuidadoras o fato de ficar limpa e seca.
Para facilitar o sucesso infantil, os pais devem aguardar o momento certo, que é quando ela começa a ficar incomodada, estimulando-a a se desenvolver, sem pressão. Eles têm que ter a sensibilidade de perceber que a criança está pronta para aprender e não impor o procedimento, pois poderá levá-la a atitudes de rebeldia. Isto não significa que devam ser permissivos, o que atrapalharia o aprendizado.
O controle dos esfíncteres têm relação com o domínio do próprio corpo e com o controle das emoções, por isso é tão importante.

A criança aprende que não pode mais evacuar ou urinar onde e quando sentir vontade. Deverá controlar suas necessidades até chegar ao local correto.
Os pais podem se valer de brincadeiras, momentos descontraídos para ajudar seu filho a não se sentir pressionado e compreender que o controle do próprio corpo é uma conquista valiosíssima, pois está deixando de ser bebê, vai cuidar da higiene e da limpeza e evoluir cada vez mais.

É por este motivo que muitas escolas só aceitam crianças a partir de três anos, pois além de ela ter aumentado significativamente seu vocabulário, podendo se expressar melhor, também já deve ter deixado o uso da fralda e estar apta para fazer uso do banheiro para fazer suas necessidades fisiológicas.
De qualquer maneira, se a criança estiver em condições físicas saudáveis e emocionalmente equilibrada, aprenderá o controle dos esfíncteres naturalmente, sem grandes transtornos.


domingo, 24 de junho de 2012

[DICA] Chá de Fraldas: Brincadeiras, pedidos, o que servir


Chá de Fraldas


O chá de fraldas, trata-se de uma lista de materiais úteis, que a mamãe prepara, para que suas amigas possam ajudar no enxoval do bebê, sendo que normalmente o chá de fraldas pode ser realizado em torno do oitavo (8º) mês de gestação.Normalmente é uma grande diversão para toda a família. Então porquê não fazer essa comemoração?
Muitas mães não gostam das tradicionais brincadeiras, que com o passar dos anos, tornaram-se repetitivas e enfadonhas. Também preferem comprar todo o enxoval  pessoalmente, e evitar possíveis enganos. Também tem as que moram longe da família e amigos. E assim, com a modernidade e possibilidade de escolha, preferem que esse evento passe despercebido.
Outras mães, preferem a alegria que essa festinha pode trazer. Preparam durante semanas as brincadeiras e prendas do grande dia.
Cada grávida deve avaliar os seus motivos pessoais para fazer ou não o chá de fraldas, o importante é respeitar a sua individualidade, sem nenhuma regra, nem pressão.

Pedidos para o Chá de Fraldas

Confira uma lista de alguns presentes que você pode pedir às suas amigas no chá de fraldas:
- Fralda descartável tamanho P (10 Pacotes).
- Fralda descartável tamanho M (10- 11 Pacotes).
- Pomada para prevenir assaduras ( 2 tubos), consulte seu médico antes de comprar.
- Sabonete de glicerina (3).
- Pasta d’água (consulte seu médico).
- Xampu neutro (2).
- Fita adesiva.
- Termômetro (1).
- Escova e pente para cabelo.
- Tesoura para cortar unhas.
- Pagotes de Algodão.
- Lenços umedecidos (2).
- Fraldinhas de pano (10).
- Toalhinhas (5).
- Compressas de gaze.
- Banheira plática (1).
- Calça plástica.
- Babador (4).
- Roupinhas em geral (tamanho de um a nove meses).
- Pratinho e talheres de plástico.
- Toalha de banho (2)
- Brinquedinhos próprios para bebê.

Brincadeiras para o Chá de Fraldas

Veja como fazer brincadeiras no chá de fraldas:

1. A chupeta escondida:
Esconder uma chupeta em algum lugar e falar para convidados procurarem. Quem achar ganha um brinde.

2. Bebendo água ou outra coisa na mamadeira:

Colocar água em 3 mamadeiras e o convidado que beber tudo mais rápido seria o vencedor.
Pode ser legal fazer uma versão com cerveja para os homens e outra com refrigerante.

3. Tamanho da barriga grávida:
Passar um rolo de barbante e uma tesoura pelos convidados e falar pra eles cortarem o tamanho que achavam que a circunferência da barriga esta.

4. Quem come primeiro:
Quem comer primeiro o potinho de papinha daqueles de supermercado. Um casal, o homem dá a papinha para a mulher. Ganha quem comer tudo mais rápido.

5. Gosto da Papinha:
Compre vários potes de papinha para bebês e colheres descartáveis. Retire o rótulo. Faça com que os convidados tentem descobrir os ingredientes da papinha. Você vai se divertir com a cara de nojo de alguns convidados.

6. Palavra Escondida:
Cada convidado deve receber uma fitinha para colocar no braço. A mãe deve determinar uma palavra proibida (pode ser bebê ou o nome do bebê). Durante o chá, a pessoa que disser a palavra proibida, deve dar a fitinha para a outra pessoa. No final, quem tiver mais fitinhas ganha um prêmio.

7. Batata Quente:
Esse jogo é como o da “batata quente”, uma caixa contendo um fraldão com alfinete (de bebê) com flores enfeitadas, bem exagerado, é embrulhado com muitos papeis. E ao sinal de música todos devem passar a caixa. Quando a música parar a pessoa que ficar com a caixa tira um papel. Esse jogo é bem engraçado e como os participantes são avisados sobre o conteúdo ninguém quer ficar com ele no final. Quem abrir o último embrulho da caixa deve usar a fralda pelo resto da festa. É muito animado !

8. Baby Bingo:
Pegue um pedaço de papel e divida em 9 quadrados, o quadrado do meio deve estar escrito bebê, tire xerox e dê para cada participante da festa. Dê para cada participante uma caneta. Cada um deve escrever antes da mamãe abrir os presentes em cada quadrado o que ela vai receber de presente primeiro (específico). A cada abertura de presente que coincidir com a cartela do participante ele deve colocar um x. Ganha o bingo quem encher a cartela primeiro ou se tiver difícil, pode ser combinado uma carreira. O ganhador deve gritar baby bingo. E ganha algum prêmio.

9. Adivinhar o que ganhou:
Material necessário: Apenas os presentes ganhos e ainda embalados.
Execução: Uma das mais clássicas, onde a gestante tenta adivinhar o que contém cada pacote de presente. Quando errar paga uma prenda.

10. Adivinhar quem é quem
Material necessário: Papéis e canetas.
Execução: Cada convidada escreve algo sobre si mesma. (por exemplo: Sou alegre, mas teimosa. Gosto muito de macarrão ou então, – Tenho experiência com crianças, pois já tenho filhos e adoro a cor azul). Só não pode ser muito explícita para a brincadeira não perder a graça. Cada vez que a gestante errar paga uma prenda.

O que servir no Chá de Fraldas

  • O chá propriamente dito
  • Sanduíches individuais
  • Mousses salgadas para comer com pães ou torradas.
  • Um buffet de sorvetes
  • Uma jarra de água com folhas de hortelã
  • Todos os doces preferidos da sua infância
  • A comida preferida de cada convidado

Fonte: Sempre Tops

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Seu filho range os dentes à noite?


 Shutterstock

Isso é chamado de bruxismo e acontece enquanto ele dorme. Veja mais detalhes:

Por quê: as causas são multifatoriais. A criança pode estar passando por um momento difícil, se sentir sobrecarregada, ter amidalite ou até ter o encaixe dos dentes imperfeito. Existe também um bruxismo que é considerado normal. Ele é esporádico e geralmente surge quando os dentes nascem.

Tratamento: com fonoaudiólogo (que cuida da respiração), otorrinolaringologista (trata da amidalite, por exemplo) e odontopediatra. Pode ser necessário o uso de um aparelho móvel para dormir, com uma placa por cima de alguns dentes para evitar o desgaste.

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira, 21 de junho de 2012

[DICA] Como criar bons hábitos para dormir: 12 a 18 meses

Seu filho já não é aquele bebezinho tão pequeno, mas ainda precisa dormir bastante. Até fazer 2 anos, o ideal é que as crianças durmam cerca de 14 horas por dia, sendo 11 delas durante à noite, mais ou menos.

Com 1 ano exato, seu filho ainda precisa de duas sonecas diurnas, mas, à medida que se aproximar do marco de 1 ano e meio, ele vai começar a ficar pronto para dormir só uma vez durante o dia. O mais comum é que essa soneca aconteça depois do almoço, e dure entre uma hora e meia e três horas. O soninho do dia costuma permanecer até a criança ter 4 ou 5 anos.

A transição de duas sonecas diurnas para uma só pode ser difícil. No começo, você pode alternar, dependendo do quanto a criança tiver dormido à noite. Outra alternativa é colocar seu filho na cama mais cedo nos dias em que só tiver dormido uma vez de dia.

Só tome cuidado para que o fim da soneca seja pelo menos três horas antes do horário de ir para a cama à noite.


Como cultivar hábitos saudáveis

Não há muita coisa de diferente que você possa fazer para ajudar seu filho a dormir bem nesta fase, em relação às estratégias indicadas para quando ele tinha menos de 1 ano. As novidades vão começar a aparecer daqui a pouco, depois que ele fizer 1 ano e meio.

O melhor a fazer agora é continuar com as táticas de sempre, como:

Siga o mesmo ritual na hora de dormir
Se você fizer tudo igual toda noite, antes de botar seu filho na cama, ele vai saber que está chegando a hora de dormir e se sentirá mais seguro e mais calmo. Não precisa ser nada complicado: vestir o pijama, tomar leite, escovar os dentes, contar uma história. Veja aqui algumas idéias.

Mantenha uma rotina mais ou menos fixa de dia
Pelo mesmo motivo, é bom tentar manter os mesmos horários para as principais coisas do dia, em especial as sonecas diurnas e a hora de ir para a cama. Procure manter pelo menos as refeições em horários regulares todos os dias, mesmo nos fins de semana. Dessa forma, o organismo do seu filho se acostuma, e ele sabe o que esperar. Se desregular um dia só, não há problema. Mas várias mudanças seguidas acabam bagunçando o sono dele.

Ensine seu filho a pegar no sono sozinho
Este ponto é essencial para uma boa noite de sono -- não só dele, mas da família toda. Se ele depender da sua companhia, da mamadeira, das canções de ninar ou de qualquer outra estratégia para adormecer, sempre vai precisar de ajuda, não só na hora de ir para a cama, mas quando acordar no meio da noite. Leia nosso artigo para saber o que fazer.

Onde as coisas podem dar errado

Nesta idade, é possível que seu filho tenha dificuldade para pegar no sono, ou então acorde diversas vezes durante a noite. O motivo para os dois problemas é o mesmo: ele está se desenvolvendo a uma velocidade incrível.

A criança fica tão encantada com suas novas habilidades, principalmente com a capacidade de andar, que quer treinar a todo momento, mesmo na hora de dormir.

Se a briga é na hora de ir para a cama, o conselho dos especialistas é deixar a criança um pouco sozinha no berço para ver se ela se acalma. Talvez você possa pensar em usar uma estratégia do tipo "deixar chorar" por alguns minutinhos. Quando seu filho acordar no meio da noite e chorar, não há problema em ir até o quarto dele para acalmá-lo, mas, se ele quiser brincar, lembre-o de que a noite é feita para dormir, e mantenha-se firme.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

MACACÃO INFANTIL CAMUFLADO

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Parto na Água é Seguro?

Muito tem se debatido sobre o parto na água: é seguro? Quais as vantagens? Há maior risco de infecção? Quais os riscos para o bebê? Existem contra-indicações?

O fato é que cada vez essa modalidade de parto tem se tornado disponível em diversas maternidades e pode representar também uma opção para os partos domiciliares (1).

Parto na água

A imersão em água durante o trabalho de parto tem sido referendada como um método útil para o alívio da dor do parto. Uma revisão sistemática disponível na Biblioteca Cochrane avalia a imersão em água durante o primeiro e o segundo estágios do parto (dilatação e expulsão, respectivamente) (2). Foram incluídos 11 ensaios clínicos randomizados (ECR) , dois dos quais avaliaram a imersão em água durante o período expulsivo. Nos ECR avaliando a imersão em água durante a fase de dilatação, observou-se significativa redução da dor e decréscimo da necessidade de analgesia farmacológica (peridural ou combinada). Os autores sugerem que a imersão em água durante o primeiro estágio do parto pode ser recomendada para parturientes de baixo-risco (2).

Nos dois ensaios clínicos avaliando o segundo estágio, ou seja, o parto assistido na água, não houve aumento do risco de desfechos maternos e neonatais adversos e verificou-se aumento da satisfação materna (3,4). No entanto, devido ao pequeno número de casos (240) e ao fato de várias mulheres randomizadas para ter parto na água na verdade pariram fora da água, não foi possível, as informações foram limitadas e os autores da revisão sistemática comentam que as evidências são insuficientes para recomendar ou contra-indicar o parto na água. Um outro ensaio clínico randomizado foi publicado depois desta revisão sistemática (5) e os seus resultados devem em breve ser incorporados, podendo gerar novas conclusões: neste estudo, verificou-se, além da redução da necessidade de analgésicos, menor duração do parto e redução do risco de cesárea no grupo que teve o parto na água.

Tendo em vista a escassez de ensaios clínicos randomizados (evidência nível I), e considerando que pode ser de fato difícil randomizar as mulheres para essa modalidade de parto, uma revisão sobre vantagens e desvantagens do parto na água deve se estender aos estudos observacionais, embora esses representem uma evidência de qualidade mais baixa (nível II) (6).

Alguns relatos de caso (7,8) sugerem efeitos prejudiciais para o recém-nascido, relacionando maior risco de desconforto respiratório no período neonatal. Entretanto, relatos de caso constituem um nível de evidência muito pobre (nível III ou IV), porquanto uma relação causal não pode ser estabelecida. Assim, estudos observacionais incluindo grande número de casos e comparando partos na água e fora da água devem ser privilegiados.

Um grande estudo publicado em 2004 comparou 3.617 partos na água e 5.901 controles (9). O parto na água se associou a redução das lacerações perineais, menor perda sanguínea e menor necessidade de analgesia de parto. Não houve diferença na taxa de infecção materna e neonatal. Outros estudos publicados nos anos subsequentes confirmaram esses achados, sugerindo que o parto na água representa uma alternativa valiosa e promissora ao parto fora da água (10, 11, 12, 13). O estudo mais recente foi publicado em 2007 e demonstrou ainda que a imersão em água se associou com menor duração tanto da fase de dilatação como da fase de expulsão do parto, sem aumento do risco de infecção materna e neonatal (14). Todos esses estudos destacam que critérios rigorosos de seleção foram observados e que essas conclusões só podem ser extrapoladas para parturientes de baixo-risco.

Uma preocupação constante de vários leigos e mesmo de alguns profissionais é o risco de aspiração de água, traduzido pelo receio de que “o bebê se afogue”. Devemos, porém, lembrar, que o bebê saudável só “respira” efetivamente quando sai da água. Imediatamente depois do nascimento em água morna (que inibe a respiração), o bebê se mantém como dentro do útero, quando estava imerso em líquido amniótico: a “respiração” não está estabelecida e as trocas gasosas seguem se efetuando através do cordão umbilical. Mantém-se intacto o reflexo de mergulho, de forma que mesmo uma ou duas gotas de água na laringe são suficientes para desencadear esta resposta, inibindo a inalação de líquido (15).

O risco de aspiração ocorre para os bebês deprimidos (com hipoxia grave), que podem até aspirar o próprio líquido amniótico e, por não terem um bom clearance pulmonar, não expelem o líquido aspirado (16). Deve-se concluir, portanto, que o parto na água não é uma boa opção quando existe o risco de sofrimento fetal e deve ser contra-indicado na presença de padrões anômalos de frequência cardíaca fetal (10-14, 17). Salienta-se que a monitorização da frequência cardíaca fetal é importante tanto para partos na água como fora da água, e seu rigor durante o trabalho de parto deve ser observado (17), de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) (18).

O American College of Obstetricians and Gynecology (ACOG) não tem posição oficial sobre o parto na água, e no Brasil a Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) também não se manifestou sobre o tema. Entretanto, na Inglaterra, tanto o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists como o Royal College of Midwives explicitamente apóiam a imersão de água durante o trabalho de parto e o nascimento, tendo publicado uma diretriz específica sobre o assunto (17).

Em suma, respondendo aos questionamentos no início deste artigo, podemos concluir que o parto na água representa uma opção segura para parturientes de baixo-risco que assim o desejem, devendo-se respeitar a autonomia feminina com respeito à decisão do local de parto. Existem algumas vantagens, como redução da necessidade de analgesia, redução de episiotomia e lacerações espontâneas, menor duração do primeiro e do segundo estágio do parto e maior satisfação materna. Não foi documentado maior risco de infecção materna ou neonatal. O risco de aspiração só existe para bebês deprimidos ou acidóticos, de forma que a ausculta fetal é essencial para monitorização do trabalho de parto. Gestações de alto-risco e presença de padrões anômalos de frequência cardíaca fetal representam contra-indicações para o parto na água.

Dentro de uma filosofia de respeito à autonomia materna, as mulheres devem ser informadas sobre as evidências disponíveis acerca do parto na água, devendo fazer uma escolha livre e esclarecida. Possíveis riscos e contra-indicações devem ser discutidos e, como em qualquer procedimento durante a assistência ao parto, deve-se obter a assinatura do termo de consentimento. Fundamental ainda é que o parto na água deve ser assistido por profissionais habilitados com experiência nessa modalidade (17).

terça-feira, 19 de junho de 2012

Kit lápis e bloquinho

Conjunto persolanizado de cx de lápis de cor grande com 12 unidades e bloquinho, coordenado entre si, decoração interna de todos os lápis.
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[DICA] Dicas para preparar o quarto do bebê em uma semana

É possível montá-lo em apenas 7 dias. Foi o que nós fizemos, com a consultoria da designer de interiores Aly Simonetti

Malu Vergueiro

José Wittner/ produção Maite Lamarco
O primeiro passo é definir a cor do quarto. Segundo Aly Simonetti, designer de interiores, essa é uma escolha bem pessoal, que obrigará o casal a pensar no resto da decoração e a combinar quais serão os tons e o estilo do quarto. "Neste procurei fugir dos papéis de parede e optei pela combinação do azul com o marrom, no tom de chocolate, o que permite a leveza que aparece nos móveis e objetos", diz.


Pintura
Pressa não significa necessariamente paredes lisas. Uma idéia original pode ser mais rápida do que parece. A pintura realizada neste quarto, por exemplo, foi feita em quatro horas pela artista plástica Ana Luiza de Paula. Quem quiser pode se aventurar sozinho em casa, usando as dicas dela. Para as listras saírem na medida certa, use fita crepe.

Objetos para decoração
Bichinhos, livros, caixas e outros enfeites podem ser comprados e levados para casa na hora. Junte todos e escolha os que combinam mais com as cores e o estilo do futuro quarto. Às vezes, compensa gastar mais em um objeto especial, que fará toda a diferença na decoração, e usar o restante para reforçar a idéia.

Estante
Os modelos disponíveis no mercado para pronta entrega são muitos. Existe, por exemplo, a de estilo escada, usada nesse quarto, que não requer furos na parede.
Outra sugestão é armar a estante usando prateleiras de madeira, vendidas em lojas especializadas. Geralmente, o material vem com todas as instruções necessárias para a montagem e não exige muita habilidade.

Trocador
Quase sempre ele é vendido por encomenda, mas a maioria das lojas de móveis infantis possui modelos para pronta entrega. Se as opções forem poucas, prefira os modelos básicos e retos para ter mais chance de combinar com o resto da decoração. Veja se a altura é adequada ao seu tamanho, para evitar futuras dores nas costas. Lembre-se de ter um lugar para o kit higiênico. Se o trocador for pequeno, providencie uma pequena prateleira para colocar acima dele.

Geralmente é possível comprar kits prontos. Aqueles feitos de vime branco, por exemplo, estão presentes em quase todas as lojas de artigos para bebê. Mas você pode montar uma versão mais adequada à sua decoração. Em lojas de artigos para casa, você encontra uma infinidade de modelos de garrafa térmica e potes. Aí é só garimpar.

Luminária
É aconselhável que o ambiente tenha luz indireta, por isso é bom optar por uma lâmpada fraca. "Escolhi colocar a luminária ao lado da poltrona para criar um cantinho aconchegante", diz Aly. Os preços variam bastante conforme o modelo, mas nada impede que você use uma peça que já tem em casa: solução rápida e econômica.

Poltrona
Muitas lojas têm versões para serem levadas na hora. Prefira as básicas que depois possam migrar para outros cômodos da casa. O melhor é decidir-se por tecidos fáceis de limpar, como o couro sintético. A poltrona pode ser de uma cor só – nesse caso, uma almofada nos tons do resto do quarto incorpora a cadeira na decoração –, mas modelos estampados também são encontrados com facilidade.

Berço
Aqui valem os mesmos conselhos para a compra do trocador: escolher modelos básicos, retos e disponíveis para pronta entrega. Ter rodinhas no pé, alturas diferentes para o colchão e uma lateral que abaixa são opções bem-vindas e práticas. No caso de comprar móveis de laca branca, lembre-se de que existem as versões brilhante e fosca, e a produção ficará mais interessante se todo o mobiliário seguir a mesma linha.

Tecidos
O mais comum é mandar fazer colchas, kit de protetores de berço, colchonete para trocador e almofadas sob encomenda, mas há boas variedades de modelos prontos para a venda imediata, em diversas estampas, cores e tecidos. É onde podem entrar cores novas que combinem com os tons da parede.

Tapete
Fique de olho nas cores do quarto na hora de escolher o tapete, encontrado para venda imediata em uma variedade enorme de cores, tecidos e formatos. Uma boa dica são os materiais antialérgicos e fáceis de lavar. "Detalhe que pode fazer a diferença no resultado final da decoração, o tapete proporciona a sensação de aconchego no ambiente", diz Ali.

Cortina
Uma boa cortina de algodão branco é fácil de lavar e deixa o quarto do bebê bonito e com uma luz tênue. Algumas lojas especializadas em construção e decoração possuem kits prontos para você montar a cortina de forma prática, incluindo varões e argolinhas. Outras disponibilizam corte de tecidos do tamanho que você quiser, na hora da compra.

Cronograma de decoração
Segunda
Definir a cor das paredes e sair para comprar a colcha e as almofadas.

Terça
Escolher as tintas e pintar o quarto.

Quarta
Providenciar os móveis.

Quinta
Comprar a cortina, os tapetes e a luminária.

Sexta
Selecionar os enfeites.

Sábado
Receber e arrumar os móveis.

Domingo
Cuidar dos últimos detalhes.

Fonte: Revista Crescer

segunda-feira, 18 de junho de 2012

[DICA] Ele quer chocolate. E agora?

Seu filho dificilmente resiste a um chocolate? Ele pode ser pequeno, mas não é bobo, pois nós adultos também adoramos essa guloseima. Chocolate é muito bom, mas os exageros não.

O chocolate é nutritivo e energético, contendo nutrientes como cálcio (bom para ossos e dentes) e fosfato, proteínas e outros minerais (indispensáveis ao crescimento), além dos fenóis e flavonóides, substâncias naturais que reduzem o colesterol e, portanto, o risco de doenças cardiovasculares e arterioesclerose.

A deliciosa guloseima fornece a energia que a criança utiliza para brincar, estudar e correr. Porém, toda essa energia para quem está acima do peso não é bom. Crianças gordinhas não devem retirar o chocolate da dieta, mas restringir como sobremesa aos fins de semana.

A sensação de felicidade que o chocolate provoca não só nas crianças é verdadeiro. A ingestão desse alimento faz com que o organismo aumente a produção da substância feniletilamina (que nome estranho!), neurotransmissor responsável por essa sensação de bem-estar.

Mas se consumido em quantidades exageradas, a criança pode se intoxicar causando diarréias, náuseas e vômitos. Nesse caso, suspender o chocolate até que os sintomas desapareçam e hidratar a criança com líquidos em abundância são os melhores remédios.

Normalmente, alguns tipos de chocolates contêm estimulantes como a cafeína que, em excesso, podem deixar seu filho mais agitado na hora de dormir, principalmente se for uma criança hiperativa. Esses estimulantes podem reduzir o apetite, sendo melhor o consumo depois das principais refeições.

Para a criança diabética, mesmo os chocolates diets têm que ser consumidos com moderação, já que o teor de gordura é ainda mais alto. Os que são intolerantes à lactose, o chocolate amargo e meio amargo não possuem leite e podem ser consumidos.

Outro probleminha desse doce maravilhoso é que muitas crianças trocam as refeições do dia a dia pelo consumo desenfreado de chocolate. E isso não é nada bom.

É importante a realização de refeições contendo todos os grupos de alimentos, para garantir o crescimento e o desenvolvimento normal da criança. Lembre-se mamãe e papai: chocolate para o seu filho só como sobremesa de vez em quando ou para reforçar o lanche da manhã ou da tarde.

por Bruno Rodrigues


Fonte: Guia do Bebê

quinta-feira, 14 de junho de 2012

[DICA] Natação para Bebês

A natação é o único exercício que estimula todas as partes do corpo, pois a água proporciona movimentos tridimensionais. O bebê não encontra barreiras para se mexer e também não sente o peso da gravidade sobre o corpo e aprende a nadar brincando. Nesta faixa etária nadar significa, simplesmente, movimentar braços e perninhas com ou sem apoio dos pais, além de pequenos mergulhos.

Quanto mais cedo o bebê começa a natação, mais relaxado ele ficará na água. Essa adaptação, no entanto, exige duas presenças fundamentais: a de um professor especializado e dos pais. Com aulas regulares de natação desde cedo, o bebê tem seu desenvolvimento psicomotor estimulado. Os pais mergulham o bebê na piscina e ele movimenta pernas e bracinhos, sem engolir água. Além disso, o desenvolvimento emocional também é fortalecido, devido à participação dos pais em um momento tão gostoso.


Os mergulhos devem ser feitos somente após a adaptação do bebê a este novo "mundinho aquático e quentinho". O bebê pode tossir, chorar,  mas com palavras carinhosas e de estímulo ele vai sentir-se cada vez mais à vontade e, talvez, até sentir-se um pouquinho como nos meses em que viveu em outro "mundinho aquático, seguro e quentinho": o útero materno.
O reconhecimento a cada conquista é fundamental.

É preciso elogiar com palavras de incentivo: "Muito bem!", "Parabéns!", "Que mergulho bonito". As aulas devem ter um caráter lúdico e dinâmico.
Não há contra-indicação fisiológica para o início das atividades na água. Um bebê de três meses, no entanto, tem movimento reflexos e é muito frágil - corre mais riscos de doenças como inflamações de ouvido. Recomendamos a natação para depois dos seis meses, quando o bebê já tomou as segundas doses da maioria das vacinas e tem mais movimentação do corpo. Nesta idade, ele também consegue receber mais informações.

A natação é benéfica para bebês com diagnóstico de alergia, com tendência a bronquite ou a rinite alérgica. O pediatra deve avaliar as condições do bebê antes de iniciar as aulas de natação.
Além da orientação de um professor especializado, é necessário que a piscina e os ambientes sejam limpos e aquecidos. A água da piscina deve receber atenção especial para proteger bebês tão novinhos.

Vantagens da Natação para Bebês

E são inúmeros benefícios que a natação proporciona aos bebês.
O bebê vai crescendo e freqüentando as aulas de natação.
Mas o bebê não sabe que:
  • A natação para bebês melhora sua coordenação motora;
  • A natação para bebês aumenta a resistência cárdio respiratória;
  • A natação para bebês desenvolve noções de espaço e tempo;
  • A natação para bebês estimula o apetite;
  • A natação para bebês ajuda prevenir várias doenças respiratórias;
  • A natação para bebês o torna física e psicologicamente mais apto para o auto-salvamento;
  • A natação para bebês o deixa mais ágil para engatinhar, sentar, andar ou correr;
  • A natação para bebês faz seu  coração bater rápido e a sua respiração aumentar, fortalecendo-o;
  • A natação para bebês é muito divertida e proporciona momentos de intensa felicidade dentro da água.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

[DICA] Planejando a festa de 1 ano

Motivo para comemorar não falta!

Você tem toda razão de querer comemorar o primeiro aniversário de vida do seu filho. Além do que, há tanta coisa bonita no mercado que dá vontade de fazer a mesa de bolo mais linda do mundo e convidar todos os amigos e familiares. É óbvio que seu filho merece. Se você quiser e puder investir na festa, vá em frente.

Se não puder, ou não achar necessário, porém, não há nenhum motivo para se sentir culpada.

Com essa idade, o tamanho da comemoração não faz diferença para a criança. Se você fizer só um bolinho em casa, com meia dúzia dos parentes mais próximos, seu filho sentirá o gostinho da festa e você vai ter uma boa recordação. Talvez ele fique até mais tranquilo e à vontade que em meio a uma multidão.


É preciso levar em conta a criança

Com 1 ano de idade, a maioria das crianças não é muito chegada a pessoas estranhas, nem gosta de lugares novos. Muita balbúrdia pode assustar bebês mais tímidos, e, por mais que seu filho já tenha amiguinhos, ele ainda não é capaz de brincar com eles, apenas ao lado deles.

O que um bebê dessa idade mais gosta é de atenção individual. Adora brincar com as pessoas às quais está acostumado e seu principal passatempo é fazer papai e mamãe darem risada! Tudo isso mostra que uma festinha pequena já é suficiente para alegrar o bebê.

Se mesmo assim o sonho da sua vida for dar uma megafesta para o seu filho, programe-a para um horário em que ele esteja descansado, e esteja preparada para ter de "recolhê-lo" por um tempo da festa se estiver muito assustado. E reveja suas expectativas: com bebês dessa idade, não é muito improvável que bem naquele dia ele resolva dormir exatamente na hora do parabéns, ou que acorde com febre.

Leve os imprevistos na esportiva e aproveite você para receber os amigos, se tiver que deixar a estrela da festa mais resguardada.


O horário da festa

Seu filho já deve ter uma rotina mais ou menos fixa de sonecas durante o dia. O mais seguro é programar a festinha para o meio da tarde, quando ele tiver tirado a soneca de depois do almoço e estiver descansado. Um horário como 16h também vai agradar os pais de outras crianças pequenas.

A festa também não precisa ser muito longa. É provável que seu filho acabe ficando irritado se a festa começar às 16h e o parabéns só for acontecer lá pelas 20h. Isso vale ainda mais se houver vários outros convidados da mesma idade. Uma vez que um comece a chorar, todos vão chorar também, e não era bem esse o coro que você estava imaginando para a hora do bolo.


Recreação

Festas de aniversário de 1 ano normalmente nem precisam de recreação, pois na maioria das vezes há muito mais convidados adultos que crianças -- a não ser em famílias com muitos primos ou quando o bebê tem irmãos um pouco mais velhos.

Deixe para investir em atividades divertidas nas próximas festas. Espalhe alguns brinquedos do seu filho e pronto! Caso você tenha uma piscina de bolinhas ou algo parecido, as crianças vão gostar. Se quiser, organize uma brincadeira de roda ou algo bem simples. O ideal é ter um espaço livre para que a criança possa engatinhar ou arriscar os primeiros passos sem trombar com os convidados.


O que servir

Lembre-se de que os convidados são bebês, e que muitos pais preferem que crianças pequenas ainda não comam chocolate, por exemplo. Por isso, é boa ideia ter alternativas ao brigadeiro entre os docinhos, e pode valer a pena fazer um bolo branco, com doce de leite, por exemplo. E cuidado com a vela na hora do parabéns -- é mais provável que seu filho queira pôr a mão nela, em vez de tentar soprar.


Em vez de garfinhos de plástico, ofereça colheres aos convidados bebês -- garfinhos de plástico podem quebrar ao ser mordidos.

Sirva água e suco para as crianças pequenas, e evite oferecer aos adultos amendoim ou outros alimentos com que os bebês possam engasgar.

Nessa idade, gelatina serve mais como brinquedo que como comida, e certamente vai acabar no chão. Se houver muitos convidados da mesma idade, vale a pena investir em potinhos de sobremesas tipo iogurte para oferecer. Sanduíches simples, fáceis de morder, também fazem sucesso, assim como pães de queijo.


Escolhendo o tema

Na festa de 1 ano, o tema não faz muita diferença, já que a criança ainda não demonstrou nenhum grande interesse. Aproveite sua chance de escolher à vontade! Balões, pratinhos e copinhos coloridos já criam um bom visual para as fotos, por isso a festa nem precisa ter "tema".


Lembrancinhas

A não ser que haja crianças um pouco maiores, você pode até abrir mão das lembrancinhas. Não dê balas e pirulitos para bebês, já que eles podem ser perigosos. Se você quiser mesmo oferecer uma lembrancinha, procure escolher alguma coisa que seja, além de bonitinha, útil, como livros de história ou copinhos e pratinhos infantis.


Que tipo de presente comprar

Crianças de 1 ano adoram qualquer coisa que faça barulho ou tenha luzes (ou ambos!). Há vários brinquedos desse tipo no mercado. Mas pode ser uma coisa mais simples também. Livrinhos de páginas rígidas, com texturas diferentes para serem sentidas com os dedos, fazem sucesso e são resistentes. Livros tradicionais, com histórias para serem lidas por um adulto, música e filmes são outras idéias.

Brinquedos de puxar e de empurrar são especialmente atraentes nessa fase, quando as crianças estão perto de andar. Se quiser dar um presente maior, pode investir num carrinho ou velocípede, de preferência com uma haste para um adulto empurrar, já que ainda vai demorar algum tempo para o bebê conseguir pedalar.

Roupas também são ótimos presentes para essa idade. O bebê ainda não faz objeções e o estoque de presentes da época do nascimento a essa altura já deve ter acabado.

Mais dicas para que a festa seja um sucesso

• Deixe um trocador à disposição dos convidados.

• Ofereça um lugar tranquilo para bebês mamarem ou dormirem.

• Se a festa for em casa, tire seu animal de estimação de circulação -- para a segurança dele próprio!

• Fique de olho no chão, durante a festa, para não deixar nenhum objeto engolível ou perigoso ao alcance dos bebês (principalmente restos de balões estourados).

• Os bebês vão brincar um ao lado do outro, e não juntos. Deixe alguns brinquedos à mão num espaço livre, onde eles possam circular pelo chão.

• Tente relaxar -- faça as coisas no ritmo do bebê e tente se desvencilhar da sua idéia pré-concebida de como seria a festa perfeita. Talvez não seja nada daquilo que você sonhou.

• Recrute um voluntário para tirar fotos ou filmar a festa. Você vai estar muito ocupada para fazer isso, e corre o risco de ficar sem a lembrança.


Fonte: BabyCenter

segunda-feira, 11 de junho de 2012

[DICA] Animais de estimação para as crianças

Ele alegra, ensina e até cura. Com os cuidados e a escolha certa, crianças e bichos podem ser uma dupla de sucesso. Pesquisa mostra, também, os benefícios durante um tratamento médico.

Seu filho surpreendeu este ano ao pedir um animal de estimação como presente de Natal? Saiba que o benefício principal destacado pelas famílias que têm bichos, pelos pediatras e até por estudiosos é o companheirismo, pois o animal provoca diversos estímulos na criança. O bebê exercita a coordenação motora fina ao ter de controlar sua força para acariciar um cachorro, um gato, um coelho. Treina a marcha ao engatinhar ou tentar andar (por vezes, correr) atrás do animal. Olfato, visão e audição são provocados pelos sons, cheiros e movimentos dos bichos.

Um estudo realizado pela Universidade Loyola, em Chicago, mostrou os benefícios dos animais nos hospitais. Os investigadores afirmam que acariciar um cachorro pode ajudar pacientes internados a reduzir pela metade a quantidade de analgésicos que precisam tomar.

Cientistas norte-americanos já haviam revelado também que ter um animal é um ótimo aliado contra o estresse. Os donos dos bichos que participaram do estudo tinham a frequência cardíaca e a pressão arterial significativamente mais baixa se comparados com aqueles que não tinham um animal de estimação.

O mascote, sobretudo o cachorro, faz ainda com que a criança exercite sua autoridade num mundo de "adultos-juízes", que arbitram sobre a vida dela o tempo todo. "Com o animal, ela terá a oportunidade de ser o juiz, mandar e desmandar. Além disso, expõe para a criança o significado de preservação à vida e de limite à dor", diz a pediatra Sandra Oliveira Campos.

Cachorros, gatos, passarinhos, peixes, ratos e até ursos são figuras constantes no universo dos pequenos. Estão no abajur do quarto, no border do papel de parede. São heróis em filmes e em livros infantis. Essa relação é fomentada, criada, incentivada porque, acima de tudo, traz bem-estar. Estudos mostram que o contato com animais ativa áreas do cérebro relacionadas com as emoções. Não é por outro motivo senão a sensação de bem-estar, físico e mental, que terapeutas lançaram mão da terapia com animais para tratar crianças hospitalizadas ou com deficiências mentais. "É um excelente treino para a afetividade", diz Sandra.

As melhores raças para as crianças

O bicho escolhido pelo seu filho foi um cachorro? Escolher nem sempre é fácil. Com mais de 20 anos de experiência em clínica, a veterinária Maria Inês Ferreira nos ajudou a compor uma tabela com as 16 raças mais indicadas para viver com crianças, dentre as 400 disponíveis no Brasil.

Há sempre a necessidade de supervisão de um adulto nas brincadeiras, pois o cão pode ter um desvio de comportamento, dependendo de como elas acontecem. Se a criança o chatear, ele pode ficar agressivo. Quem quiser saber sobre outras raças pode acessar o site http://www.kennelclub.com.br.

Fonte: Crescer

quarta-feira, 6 de junho de 2012

[DICA] Como Aliviar a Cólica do Bebê

O bebê costuma a sentir cólica nos três primeiros meses de vida, e o seu choro costuma a ser muito intenso, o que acaba preocupando muitos pais. Ainda não existe uma causa definida para a cólica, existem vários palpites para as suas causas. Pediatras e psicólogos discutem ainda o assunto.

As cólicas em bebês  podem ser causadas por diferentes motivos, tais como intolerância a lactose, imaturidade do aparelho digestivo ou alergia ao leite de vaca. Normalmente o recém-nascido não tem a estrutura gastrointestinal amadurecida, o que gera dores e motiva crises de choros devido ao desconforto.

Embora com todos os progressos da ciência, o problema ainda não tem solução mas existe algumas formas de acalmar e aliviar a cólica do seu filho. Para poder ajudar aliviar a cólica do bebê é importante que os pais fiquem tranqüilos para poder tomar uma atitude, embora não seja fácil ver o bebê chorando de dor.

Ajude seu bebê a relaxar, pois ao chorar, ele só está querendo uma ajuda para lidar com situações que está lhe incomodando.

Uma forma de aliviar a dor da cólica é dar um banho morno, um pouco mais longo do que normal. Pois isso fará com que o bebê se lembre do útero e se acalme. Outra dica é colocar o bebê de bruços, com roupa, sobre uma bolsa de água morna envolvida em uma toalha. A mãe não pode se estressar na hora da crise de choro, esse nervosismo muitas vezes é sentido pelo bebê.

No momento que as cólicas começarem a se manifestar também é interessante massagear o abdômen do bebê com movimentos circulares e colocar uma compressa de água morna sobre a barriguinha para aliviar as dores. A amamentação pode continuar normalmente, isso porque o leite materno não causa cólicas.

Essas atitudes farão com que seu bebê sinta-se mais aliviado e tranqüilo. E lembre-se que a cólica é uma fase e logo vai passar. Se o choro persistir por causa das dores, pode-se procurar ajuda de um médico pediatra para orientar com mais exatidão sobre como proceder. Em todo caso os pais não precisam ficar preocupados com as crises de cólica do recém-nascido, afinal, elas fazem parte do desenvolvimento.

Fonte: Mundo das Tribos

segunda-feira, 4 de junho de 2012

[DICA] 15 dicas para criar crianças criativas

Entre a televisão, os DVDs, o computador e os jogos de consola, as crianças estão mais amigas das altas tecnologias e dos gadgets – ou seja, daquilo que já está pronto a consumir e ainda por cima muito facilitado – do que das suas próprias mãos e imaginações que, bem estimuladas, podem revelar pequenos grandes artistas. Criar crianças criativas é mais fácil e divertido do que imagina e saber pensar de forma inovadora e sem limites é uma excelente ferramenta para a vida.

  1. Faça questão de organizar actividades criativas que possa desenvolver com os seus filhos, pelo menos uma vez por semana. Por exemplo, a tarde de sábado pode estar reservada para pintarem um mural na parede do jardim ou então para fazerem artes decorativas ou uma sessão de cozinha infantil. Varie muito, para que possa perceber quais as actividades criativas mais apreciadas e, quem sabe, descobrir algum talento escondido. Tenha uma lista de possíveis passatempos para os dias chuvosos ou quando a pequenada está especialmente irrequieta.
  2. A vossa própria casa deve ser um local de inspiração. Faça questão de encher as paredes de arte, fotografia e ilustração; tenha sempre música a tocar e introduza a pequenada a todo o tipo de géneros musicais. Se puder, crie um “cantinho artístico” em casa – recheado com papel, cadernos, tintas, marcadores, lápis de cera, tecidos, plasticina, revistas velhas, cola, etc. – onde as crianças possam expressar a sua criatividade de forma espontânea.
  3. Motive as crianças para desenvolverem projectos distintos de tudo aquilo que já viram, ou seja, incentive-as a terem as suas próprias ideias e a executá-las. Pode fazer perguntas como “o que será que aconteceria se…” para estimular a imaginação. Encoraje os miúdos a terem mentes abertas e a experimentarem um pouco de tudo.
  4. Quando a pequenada pedir que seja você a fazer um desenho, inverta a situação, dizendo que adorava ver o que eles conseguiriam criar. Nunca espere perfeição ou maturidade de um projecto infantil, mas sim deve valorizar a genuidade e originalidade destas pequenas obras de arte.
  5. Tente dar igual (ou até mais importância) a todo o processo criativo, em vez de concentrar as atenções exclusivamente no resultado final. Porém, as obras-primas das crianças devem ser exibidas para toda a família poder contemplar, sendo esta uma forma de não só aplaudir a criatividade da criança, como incentivá-la a continuar.
  6. Limite o tempo que os miúdos passam em frente à televisão, computador e consolas de jogos, mas não o tempo livre que têm para realmente brincar, criar e inovar. Incentive-os a criarem os seus próprios jogos, a organizarem peças de teatro ou a elaborarem um livro ou revista – é uma excelente forma de descobrirem e se apaixonarem pela sua imaginação.
  7. Envolva-se nas brincadeiras das crianças, mas deixe que sejam elas os líderes – mesmo que não estejam a fazer as coisas como deviam ou como gostaria que as fizessem, deixe-as chegar ao fim. Desta forma, para além de ganharem confiança nas suas próprias ideias, vão poder perceber o que correu menos bem e como fazer da próxima vez.
  8. Faça questão de expor as crianças ao mundo da arte e da cultura: desde lições de música ou de dança, passando por visitas frequentes a museus, galerias de arte e até concertos e peças de teatro. Desde que possam apreciar, haverá sempre alguma coisa que vão retirar destas experiências, permitindo ainda o desenvolvimento de um gosto que os possa acompanhar durante o resto da vida.
  9. Não descure a escrita criativa (pode ajudá-los a escrever num diário, uma história ou uma peça de teatro para depois ensaiarem); a leitura (importantíssimo para estimular pequenos cérebros e fomentar o gosto por este excelente hábito; leia em voz alta – eles adoram!); e até a fotografia (com as máquinas digitais, os miúdos podem tirar centenas de fotografias sem gastar um cêntimo e será sempre muito interessante observar as suas perspectivas).
  10. Impulsione as crianças a fazerem perguntas e envolva-as nas próprias respostas, estimulando-os para dizerem “porque é que acham que é assim?” e “se isto fosse diferente?”…
  11. Encontre um equilíbrio entre actividades tradicionais como puzzles, exercícios de linguagem e matemática; e as novas tecnologias, caso de kits de ciência, pesquisar na Internet ou criarem um blogue em conjunto.
  12. Façam palhaçadas, brincam às escondidas e riam muito, afinal de contas, o humor também é uma forma de criatividade.
  13. Passem tempo ao ar livre, explorando o vosso bairro ou fazendo pequenas viagens até ao campo, praia e cidade – dê a conhecer o melhor de todos os mundos aos seus filhos. Apreciem a beleza das nuvens, das árvores, do mar, dos riachos, dos pássaros, das flores, dos arranha-céus e dos habitantes das cidades…
  14. Envolva-os em exercícios de faz-de-conta, lançando perguntas como: “se eu pudesse inventar uma máquina…”; “se eu tivesse três desejos…”; “se eu pudesse mudar o mundo…”
  15. Faça questão de, para além de transmitir sabedoria às crianças, ensinar-lhes capacidades práticas e hábitos de raciocínio – ensine-os a puxarem pelas suas próprias cabeças. Veja tudo como uma oportunidade de conhecimento e transmita isso aos seus filhos.

Fonte: Pequenada