sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Kit Festa Digital - Pocoyo

O kit é composto por 12 itens, será enviado por email.
Os arquivos vão prontos, sem precisar alterar, é só abrir e imprimir.
Itens:
Água
Batom
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Bisnaga de alumínio
Brownie
CD
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Papinha
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SHORT DIVERTIDO

SHORT DIVERTIDO
Lindo short com desenhos de bichinhos no bumbum para deixar seu bebe ainda mais fofo.

Somente R$15,00

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[DICA] Dia das Crianças: Presentes para meninos

Dia das Crianças: Presentes para meninos


Muita gente acredita que presentear meninos é mais difícil do que presentear meninas. E é mesmo! Principalmente agora, em temos de tecnologia e mentes cada vez mais avançadas. Antes, era só comprar um carrinho, uma bola ou uma pipa que o rapazinho abria aquele sorrisão. Agora…
Bem, agora você tem o Dicas de Presentes para te ajudar a escolher o presente ideal para os meninos. Levando em consideração que mundo mudou, as crianças mudaram e os gostos delas também. Aproveite que o Dia das Crianças vem aí e faça a escolha certa.

 Videogames
A criança adora videogame? Porque não comprar um PSP, Wii, Xbox 360 ou um Nintendo DS?  O problema é que o presente não é muito barato, mas é garantia de sorrisos. O PS3 mais barato, por exemplo, sai por ao menos R$ 1.399 (na versão com HD de 160 GB), mas é possível encontrá-lo por R$ 900 em lojas da internet. O Wii, que custa oficialmente R$ 999, pode ser achado a partir de R$ 550.

Jogos de computador
Jogos de forma geral são bem atrativos para os meninos. Se a criança for muito pequenininha, mas já frequenta o mundo virtual, aposte nos jogos mais educativos e interativos neste dia das crianças, como a coletânea de Coelho Sabido, um jogo que exercita as habilidades e auxilia na coordenação motora da criança. Para as crianças maiores, a dica é apostar uma corrida alucinante em Need for speed, também disponível para videogames. Só evite os jogos de violência!

Camisa do time preferido
Se desde pequeno esse rapazinho já curte futebol. Dar a ele a camisa oficial do time que ele curte pode ser uma boa pedida. Mas atenção, neste caso, dê a camisa original, nada de produtos pirateados. Se o saldo permitir, você também pode montar um kit do time com chaveiro, caneca, bola e outros itens oficiais.

Bicicleta
Para garantir diversão ao ar livre, uma bicicleta pode ser uma ótima opção. Fique atento aos itens de segurança. Algumas já vem com as rodinhas e capacete, para garantir o passeio com toda a segurança para o pequeno.

Carrinhos de controle remoto
Um carro irado para a criança acelerar e fazer muitas manobras radicais, pode ser outra opção de presente certeiro. Estes carrinhos, geralmente, funcionam a bateria e constumam ser resistentes, o que o torna um presente durável.

Mini-veículos
A paixão por carros começa desde cedo! Para incentivar isso, dar para a criança um mini-veículo é o caminho. Alguns são tão parecidos com os modelos reais que contam com vários recursos capazes de proporcionar à criança a sensação de estar dirigindo um carro de verdade, como luz traseira, faróis dianteiros, painel, chave liga-desliga, alavanca que aciona o ronco do motor, acelerador, buzina e retrovisor.

Livros e jogos educativos
Para as crianças pequenas vale investir, sempre, em presentes educativos. No mercado há várias opções de livros pedagógicos de quebra-cabeça, de caça-palavras, para colorir e desenhar, dentre outros. O mesmo acontece com os jogos. Há vários por aí. Uma boa sugestão é você olhar na embalagem do produto sua classificação etária. Assim não tem erro!

Fonte: Dicas para presente

terça-feira, 18 de setembro de 2012

[DICA] A Criança e os Mimos

Uma criança necessita de atenção, carinho, cortesia no trato por parte de quem quer que seja, e especialmente respeito, que se traduz em simplesmente, da parte de nós adultos, do ter o cuidado, o respeito e consideração de não contaminá-las com nossos vícios, manias e maus hábitos.



mãe com bebê

"Respeito é quando ensinamos, não quando corrigimos..."

Sim, nós somos os contaminadores, uma vez que elas, psicologicamente, ao nascerem, ainda não são nada, não têm personalidade, costumes, sequer pensam. Mas, logo nos encarregamos de preenchê-las com aquilo que em nós temos de mais precioso, ou seja, nossas vaidades, crendices, superstições, medos, desejo de mudar o mundo de conformidade com nossa imagem e semelhança.
Observe o que motiva um corrupto. Não são os agrados, o prazer de ganhar alguma coisa, de levar alguma vantagem, obter um algo mais que o permita viver de forma mais confortável, algo que lhe dê a sensação de maior poder pessoal? Imagine se existisse uma maneira de tornar nossa vida mais fácil, ainda mais quando isso não requer muito esforço de nossa parte para ser obtido, já que isso tende a chegar para nós como um presente. Não é exatamente isso que busca também um corrupto, alguém disposto a levar sempre vantagem, um homem sem ética, um fiel partidário da lei do menor esforço?

Quando uma criança é tratada como mimos excessivos, quer dizer presentes e alguma forma de coerção para que cumpra seus deveres, ao invés de respeito, ela está diante das mesmas condições que motivam também um corrupto. Criança não precisa de tais mimos, criança precisa de educação, zelo e respeito, disciplina ordenada, que é o sentido de organização pessoal, toque e carinho. Essa espécie de mimo, isso sabemos bem, além de não educar, corrompe o caráter, a formação moral daquela criança, que ainda está criando seus alicerces.

Observe o mundo à nossa volta, as milhares de gerações humanas que já povoaram essa terra, quase todas a mimar seus filhos como uma norma institucional e educacional, e veja-se o resultado obtido. Sabemos bem como a indústria do dar e receber presentes e agrados, cada vez se firma mais em nossos dias. Tornou-se uma religião, faz parte de todas as tradições, de todos os povos, em todos os tempos. Sendo assim, se há tanta cordialidade entre os indivíduos, se aumentam as formas de confraternizar, por que o mundo simplesmente ignora tudo isso e segue moralmente deformado?

Observe o mimo como agrado, o que tal coisa significa à mente infantil. Trata-se de um pagamento, uma compensação, uma demonstração clara, por parte de quem o pratica, de que aquilo lhe deve ser dado, porque, de alguma forma lhe é coisa necessária. Trata-se assim de uma compensação, uma cortesia. E ao lhe ser dada, também lhe informa, que ela, a criança, deve retribuir com algo em troca, seja um simples gesto de obediência, seja um sorriso, o que quer que seja. Mas logo, pela força do hábito, esse tipo de troca se torna uma necessidade, um vício sem o qual, à medida que cresce e quando se torna adulta, ela não consegue mais conviver. Torna-se uma necessidade.

A mãe a “agrada” quando a criança lhe dá alguma coisa, e logicamente também o recebe. Pode ser apenas um sorriso involuntário, e através do mimo, a mãe lhe retribui o gesto. Depois a coisa progride para as pequenas tarefas, ou no desempenho escolar, ou no bom comportamento, e assim por diante. 

É comum os pais ficarem encantados com os primeiros gestos dos filhos, e logo, vêem ali, diante deles, não um ser humano, mais uma espécie de brinquedo animado, vivo, que lhes pertence, que é capaz de reagir aos seus estímulos. E para que as crianças permaneçam “felizes”, sempre sorrindo, já que isso, aos olhos dos pais, quer significar bem estar, logo, as primeiras brincadeiras, expressas através de estímulos sensoriais de todos os tipos, se transformam naquilo que chamamos de mimos pagamentos. Se o mimo, carinho, gratuito, é para nós uma forma válida de educarmos, compensarmos e demonstrarmos afeto pelos nossos filhos, esse mesmo mimo, quando se transforma em pagamento é para eles uma fonte de futura dependência.  

Devemos nos lembrar que, naquela mente, ainda em formação, não existe nenhum conceito de regras sociais, nem a idéia do errado, ou certo, ou qualquer outra coisa. Mas, aquela pequena psique, ainda sem nada escrito em sua programação, sabe, por instinto, o que é bom para ela, isto é, o que é necessário à sua sobrevivência. Isso não lhe foi ensinado por ninguém, é um dote da natureza para todos os animais. 


mãe e filho
Admitir que não sabemos nos faculta a aprender.


E sobreviver significa simplesmente: se não me favorece deve ser evitado; se ao contrário, favorece, deve ser aceito e cultivado. Mas, ela ainda não possui conceitos sobre ética, sobre comportamento incorreto ou correto, e a depender do meio onde apreende as coisas, tudo isso passa a ser coisa relativa daquela cultura, ou grupo, ou indivíduo educador, no caso, seus tutores, ou pais. 

Uma mente lógica é o que possuímos. Uma mente que foi programada pela natureza para associar às impressões percebidas do mundo exterior, ao que favorece aquele corpo físico, cuja instrução principal é a sobrevivência a todo custo. E logo ela, a criança, percebe que recebe “agrados” sempre que ocorrem “certas” coisas, e uma destas são os mimos que lhe fazem os pais quando esta sorri. Se os agrados lhe favorecem, passam a ser cultivados como coisa necessária.

Mimo, o carinho espontâneo, é coisa válida, torna-a mais segura de si, mais confiante, mais sensível, mas sem a necessidade de trocas de nenhuma natureza, seja porque o bebê sorri, seja porque ele pronuncia alguma coisa engraçada.

Mais crescida, logo aprende que toda espécie de agrado ou compensação está vinculado a um sistema troca, do qual, logo ela se inteira. Dá-se algo para receber uma recompensa, e vice e versa. Nós lhe ensinamos isso, pode ser consciente ou não, mas ensinamos. Depois a coisa ultrapassa a fronteira da compensação física, ou seja, aquela que podemos ver e tocar, e entra no mundo das nossas crenças pessoais. Assim, quando ela fizer alguma coisa considerada correta ou ética, mesmo que nenhum adulto esteja presente para compensá-la, olhos invisíveis, que a vigiam permanentemente, certamente estarão cuidando de uma futura e valorosa compensação.

Assim, nós lhes ensinamos que nada deve ser feito sem que exista uma contrapartida. Trata-se da regra básica de todas as sociedades: é dando que se recebe. Está lá, em nosso manual básico de vida na terra. Assim aprendemos, assim repassamos aos nossos filhos, e o resultado é o mundo que podemos ver hoje. Como podemos esperar que a compaixão sincera desperte em nossos filhos, quando tudo que lhes ensinamos é que “é dando que se recebe”? Pode existir compaixão onde existe o desejo de compensação por alguma ação praticada?

Alguns defendem que não é possível educar sem tais mimos, agrados materiais, como se de fato isso significasse educação. De verdade, não precisamos corromper a mente de nossas crianças com sistemas cada vez mais elaborados de coesão, com promessas que jamais poderão ser cumpridas, tirando delas, logo no berço, sua capacidade de se expressar com naturalidade, espontaneamente.

A criança não precisa ser corrompida para cumprir suas obrigações, precisa sim, ser instruída para não se corromper. Isso se faz simplesmente não a corrompendo com os fáceis agrados de toda vida. Já crescida, consciente das coisas, que mal há em lhes darmos um presente, sem motivo, sem ocasiões especiais, sem cobrança de coisa alguma, de parte nenhuma?

Todo educador, isso inclui os pais, precisa repensar sua forma de agir, e ponderar seriamente sobre o assunto, isso se queremos sinceramente formar indivíduos que não sejam multiplicadores do caos, da deformação moral, da insensibilidade, que ora presenciamos com tanta intensidade em nossos dias.
  


Fonte: Site de Dicas

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Kit Festa Digital - Filme Os Carros - Cars

Kit do Filme Os Carros - Cars. Composto de 12 itens, personalizado com seus dados.

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[DICA] ATIVIDADES E BRINCADEIRAS - Segurança no parquinho

ABNT lança novas regras para evitar acidentes em playgrounds e parques de diversão


  shutterstock

A Secretaria da Saúde de São Paulo divulgou nesta semana os dados sobre acidentes em playgrounds e parques de diversão no Estado. Em 2011, 353 pessoas com entre 0 e 19 anos se feriram nesses locais. Essa faixa etária, porém, foi a que teve o menor número de casos. Entre os adultos de 20 a 39 anos foram 584 internações. As informações foram divulgadas um dia após uma menina de quatro anos morrer atingida pela barra de sustentação de um balanço em Águas de São Pedro, no interior paulista.
No próximo dia 30 de julho a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançará oficialmente a nova norma para playgrounds. As regras, que existem no país desde 1999, foram atualizadas. O novo documento é dividido em sete partes, cada uma delas destinada a uma etapa da instalação do playground. Assim, empresas, projetistas e equipes de manutenção poderão visualizar de maneira mais simples quais os requisitos para garantir a segurança dos brinquedos e das crianças que o utilizam.

Segundo Fabio Nakami, coordenador da comissão de estudo e revisão da norma, a expectativa é que o novo formato contribua para facilitar sua compreensão e aplicação, aumentando consequentemente a segurança das crianças. Ele explica que em caso de acidente, a norma também é utilizada para punir os responsáveis. Por exemplo, se a manutenção não foi feita de acordo com as exigências da ABNT, a pessoa que deveria tomar conta disso é punida. Mas a questão é que não há fiscalização o suficiente, então, os pais têm de ficar de olho!
Prevenção é tudo
Para evitar os acidentes no seu condomínio ou na praça do seu bairro, por exemplo, preste atenção em alguns detalhes. Segundo a ONG Criança Segura, checar os equipamentos antes de deixar as crianças se divertirem no parquinho, por exemplo, é fundamental. O ideal é que os brinquedos estejam em bom estado, sem ferrugem, peças soltas ou partes cortantes expostas, e estejam instalados sobre um piso que absorve impacto, como grama, borracha ou areia fina. Qualquer problema deve ser denunciado ao responsável pela manutenção - seja o síndico ou a prefeitura da sua cidade. E nao esqueça de buscar equipamentos apropriados para a idade do seu filho.

LEIA MAIS: Playground ecológico na sua casa

Durante a brincadeira no playground, retire acessórios como capuz e cachecol, pois há risco de estrangulamento. Segundo o supervisor médico do Grupo de Resgate e Atendimento a Urgência (Grau) da Secretaria, Gustavo Feriani, a cadeira dos balanços exige atenção especial. Isso porque caso o corpo seja projetado para trás, a criança fica exposta a fraturas da coluna e da região posterior da cabeça. Se for ejetada para frente, são frequentes as fraturas e ferimentos no punho, mão, braço, face e cabeça. O escorregador também é considerado um local de risco para acidentes com crianças, com quedas de alturas superiores a 1,5 metro, o que pode provocar múltiplas fraturas.
“A melhor recomendação é que um adulto sempre acompanhe as crianças quando estiverem brincando num playground, uma vez que elas não têm noção do perigo e do limite”, avisa Feriani. Ele também alerta para a importância de manter a vacinação (isso mesmo!) em dia. “Como alguns brinquedos podem não apresentar boa conservação, e terem pontos de ferrugem, essa atitude é essencial para imunizar o paciente contra o tétano.”

LEIA MAIS: Como se comportar no playground

Já no caso dos parque de diversões, é preciso observar se há fios desencapados aparentes e oxidação ou ferrugem nos brinquedos, o que indica sinais de manutenção inadequada. Além disso, todos os brinquedos devem ter uma ficha (que fica na entrada de cada atração) especificando as restrições ergonômicas e de saúde.


Fonte: Revista Crescer

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

[PRODUTO] Kit Festa Digital - Pocoyo

Kit do Pocoyo. Composto de 12 itens, personalizado com seus dados
O kit é composto por 12 itens, será enviado por email.
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[DICA] Como fazer seu filho escovar os dentes sem dramas

Aqui, outras mães e um especialista no assunto ajudam a leitora Andréa a fazer o filho escovar os dentes.

O filho da Andréa tem 3 anos e dá um trabalhão para ela na hora de escovar os dentes. Você tem alguma dica para ajudá-la?
Gabriel Rinaldi

Escovar os dentes    Estou com grande dificuldade para escovar os dentes do Leonardo, principalmente os do fundo. Acabo brigando com ele todos os dias por causa disso. Como posso mudar essa situação? Andréa Canassa, 35, Mãe de Leonardo, 3 anos

Escove os dentes do brinquedo
Com meu filho faço o seguinte: dou a ele uma escova para que ele escove os dentes de um coelho de EVA que fica em cima da pia e ele adora. Depois combinamos que eu escovo os dentes dele e ele, os do coelho. Carolina Faustino Ferreira, 33, mãe de João Antônio, 2 anos e 8 meses
 
Conte uma história sobre a cárie
Sempre conto para Sophia a história dos bichinhos que querem destruir os dentes dela. E que no creme dental e na escova ficam os soldadinhos que irão proteger seus dentes. Ela se diverte! Aracele Cristina de Souza, 30, mãe de Sophia, 4 anos e 6 meses
 
Ele começa, você termina
Luísa começou a me dar trabalho para escovar os dentes. A solução que encontrei foi deixá-la escovar os dentes primeiro e até brincar um pouco com a escova. Depois eu dizia: “Você começa e a mamãe termina, OK?”. Quando não dá certo, a deixo escovar os dentes no banho, mas, da mesma forma, ela começa e eu termino. Fernanda Piovezani, 37, mãe de Luísa, 3 anos
 
Quem fizer direito ganha um prêmio
Eu deixava meus filhos escovarem os dentes sozinhos e brincava de fada dos dentes. Dizia que após a escovação a fada tinha que inspecionar a escovação e eles ganhavam um ponto a cada dia quando estava tudo perfeito. No final da semana, aparecia uma moeda embaixo do travesseiro. Andréa Azevedo, 38, mãe de Caio, 10, e Thiago, 6
 
Deixe ele escovar os seus
Uso o truque de contar até dez e deixar meu filho escovar os meus dentes. Depois eu escovo os dele. Ele se diverte com essa brincadeira! Foi uma dica do odontopediatra. Fernanda Derossi, 28, mãe de Robert, 1 ano e 10 meses
 
Tudo o que o mestre mandar
Quando vou escovar os meus dentes, dou a escova para a minha filha e vou falando como ela deve fazer. Ela vai me imitando e dá certo! Só ainda não consegue escovar os dentes superiores de trás, mas eu sempre ajudo. Silvia Mara Rodrigues, 32, mãe de Luana Beatriz, 2 anos 

O que diz a especialista?
A escovação dos dentes faz parte da higiene corporal do seu filho, como tomar banho e cortar as unhas. Ajude-o a entender isso, para que ele aprenda que é importante cuidar da saúde como um todo. Assim que o primeiro dente de leite aparecer, comece a usar uma dedeira ou escova, mostrando que faz parte da rotina de todos: da mãe, do pai, dos irmãos. A melhor forma de educar é dar exemplo, então escove os seus dentes junto, mostrando como se faz. Seja criativa, invente histórias e brincadeiras, como dar nomes para cada dente ou contar como você aprendeu a escovar os dentes quando pequena. A escolha da escova é muito importante, existem diversas com cores e personagens, e você pode investir em uma elétrica, as crianças adoram!

Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp e autora dos livros Dentista não é coisa do outro mundo, Eu e a Escova e O troca-troca dos dentes (todos da Ed. Santos)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

[DICA] Birra demais?

Ataques de birra frequentes podem esconder problemas mais graves, diz pesquisa

 

Se as explosões são agressivas, acontecem diariamente e sem motivo aparente podem ser um sinal de que a criança está “pedindo ajuda”



  shutterstock

Quem nunca viu um ataque de birra no meio do corredor de um supermercado? Aqueles em que a criança bate o pé, se joga no chão, chora, grita e esperneia? Apesar de nos deixar morrendo de vergonha, a birra faz parte do desenvolvimento infantil e acontece quando a criança ainda não tem maturidade suficiente para lidar com uma determinada frustração e acaba explodindo. Essa explosão vem em forma de choro incontrolável, gritos, aquela movimentação intensa difícil de conter.

LEIA MAIS: Por que bater não educa e ainda torna o seu filho agressivo, agora e no futuro

Os ataques de birra sempre acontecem por um motivo e são dirigidos a alguém. Por exemplo, seu filho pode estar com sono, cansado ou querer um brinquedo que não vai ganhar e, então, explode, para testar o limite dos pais ou de quem está cuidando dele naquele momento. Mas agora a ciência resolveu olhar para o que pode estar por trás dos ataques que acontecem sem motivo aparente, ou seja, quando ele está brincando ali sozinho e, de repente, explode, sem se dirigir a ninguém.

Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina Feinberg, da Universidade Northwestern, em Chicago, nos Estados Unidos, com pais de 1.490 crianças de 3 a 5 anos, mostrou que, quando a birra acontece diariamente, de forma agressiva e sem motivo, ela pode esconder outros problemas. Para chegar a esse resultado, os pais responderam a um questionário com cinco perguntas sobre o comportamento de seus filhos no mês anterior.

De acordo com o relato dos participantes, 83,7% das crianças têm ataques de raiva ocasionalmente, sempre provocados por um motivo, ou seja, quando a criança se frustra ou está cansada – como aquela situação que contamos no início desta reportagem. Mas 8,6% “explodem” diariamente e sem motivo - e a birra dura mais de cinco minutos e de forma agressiva (com chutes, tentativas de agredir os pais, os irmãos e até a si mesma).

“Apesar de ser um estudo baseado apenas no comportamento das crianças no último mês, pude perceber, ao analisar os dados, que não é comum uma criança ter ataques de birra todos os dias, principalmente quando acontecem sem motivos e não são direcionados a uma pessoa, como o pai ou a babá”, disse, em nota, Lauren Wakschlag, principal autor do estudo e vice-presidente do departamento de medicina da Universidade. No entanto, o especialista destaca que é preciso cautela antes de definir o que é ou não normal no comportamento e desenvolvimento de uma criança.

Para a psicóloga infantil Patrícia Nakagawa, da Universidade Federal de São Paulo, certos comportamentos escondem outros problemas que podem estar causando sofrimento à criança. Pode ser uma crise de ansiedade causada pela mudança de casa, de escola, a morte de um parente querido ou de um animal de estimação, a separação dos pais e até mesmo a falta de diálogo em casa. Essa é uma forma de a criança pedir socorro. O melhor a fazer é procurar a ajuda de um profissional.

LEIA MAIS: E quando o seu filho chora compulsivamente em local público?


Importância da rotina

Se você está na dúvida se os ataques de birra do seu filho estão dentro do esperado, comece, antes de tudo, observando se algo mudou na rotina dele. Criança gosta de saber o que vai acontecer, o que pode e não pode fazer. É assim que ela se sente segura. Por isso, a família toda precisa se organizar. Se alguma coisa diferente aconteceu recentemente, converse com a criança e tente entender o que pode estar provocando essas crises de nervosismo. Se achar necessário, converse com o professor, mas não deixe de pedir ajuda de um especialista.


Sim, dá para evitar!

Vale lembrar que a birra clássica começa muito antes dos berros e do choro. É uma manha, um pedido que não pode ser realizado, um lugar muito agitado e cheio de gente, sono e cansaço. Quando os primeiros sinais surgirem, é hora de negociar. E aí, vale conversar, mudar de ambiente, propor uma brincadeira, pedir a ajuda dele, enfim, mudar o foco! Se mesmo assim, ele explodir, é hora de aprender a lidar com a birra. E aqui não importa se ela acontece todos os dias, de forma agressiva, sem motivo ou é esporádica, por um motivo certo para atingir alguém. O melhor jeito, segundo a psicoterapeuta Teresa Bonumá, de São Paulo, é sempre com muita paciência. Veja a seguir:

- Se a criança estiver em um lugar perigoso em que possa se machucar ao se debater, como, por exemplo, próximo à prateleira do supermercado ou na cozinha, retire-o de lá imediatamente, não importa a intensidade do berro dele.

- Não grite e lembre-se de que você serve de modelo para o seu filho. Por isso, quanto mais calmo você ficar, mais rápido a situação vai se resolver.

- Desvie o foco da criança. Como ela está nervosa, evite conversar. Quando perceber que se acalmou, é hora de dar um abraço bem gostoso para ela perceber que está tudo bem e, só então conversar. Tente explicar a ela o porquê explodiu usando uma linguagem fácil para que a criança entenda.

- E, se achar necessário, você pode dar ao seu filho um castigo, sempre de acordo com a idade. Por exemplo, se ele jogou o brinquedo no chão pode ser que ficar sem ele já seja suficiente. Se ele for mais velho, vale excluir algo importante para ele, como a TV ou o computador por alguns minutos. O mais importante é que a criança perceba a relação entre o que fez e a consequência. Aos poucos, seu filho vai entender e, se for preciso, peça, sim, a ajuda de um especialista. Vai ser bom para ele e para você!

 

[DICA] Mitos e verdades sobre ter um bicho

Muitas dúvidas vão passar pela sua cabeça antes de comprar ou adotar um pet. E você vai ouvir tantas informações e conselhos desencontrados que fica difícil saber o que é mentira e o que não é nos cuidados que devemos ter com a nossa saúde e com o animal. CRESCER mostra os mitos e verdades para acabar com suas dúvidas



Steven Errico

Estou grávida e preciso afastar meu gato da minha casa
Não, mentira. Você vai ouvir isso de muita gente porque os gatos podem transmitir toxoplasmose, uma zoonose que pode causar má formação no feto. Mas o animal não é o principal responsável. Carnes malpassadas, frutas e verduras mal lavadas também são perigosas. Você vai ter de tomar alguns cuidados a mais, sim, e diminuir o contato e os carinhos ao bicho, mas não precisará abandoná-lo. A doença é transmitida por meio do contato com as fezes. Por isso, você não deve recolher a sujeira do bichano. Fique atenta, pois o autêntico banho de gato, feito com a língua, pode espalhar partículas pelo corpo. Banhos semanais diminuem o risco, embora gato e água não sejam melhores amigos, e não se esqueça de lavar as mãos após acariciar o pet. Se você ainda está programando a gravidez e tem um gato, pode fazer o exame de sorologia de toxoplasmose. Se o resultado for positivo significa que você já teve contato com a doença e o organismo reagiu bem, sem sintomas. Nesse caso, os riscos são bem menores. Converse com seu médico e com o veterinário de seu gato para tirar qualquer dúvida.

Tanto cães quanto gatos precisam tomar vacinas todos os anos
Verdade. Para evitar a transmissão de doenças, cães e gatos devem ser imunizados anualmente. Os cachorros devem tomar a vacina contra raiva, gripe canina e a V8, que protege contra leptospirose, cinomose, adenovírus, coronavirose, parvovirose, adenovírus tipo 2 e parainfluenza, hepatite infecciosa canina. Gatos precisam tomar as vacinas contra raiva e quádrupla felina.

Meu filho tem alergia e nunca vai ter um bicho
Em partes. Na maioria dos casos, a convivência com um animal só traz benefícios. Muitas vezes, a criança vai ter reações mais fortes no começo e depois passa a tolerar mais e a alergia diminui. Em situações crônicas, como asma ou outras alergias respiratórias, o contato pode, sim, ser prejudicial. Antes de decidir ter um pet, analise a reação de seu filho. Se durante a visita à casa de alguém que tenha bicho ele já começar a sofrer, use o bom senso. Agora, se o animal já estiver na sua casa, nem sempre é recomendável separá-lo da criança, pois a doença tem um fundo emocional. Nesse caso, a saída pode ser manter os pelos do bicho curtos e passar pano úmido no chão e nos móveis diariamente.

Meu cachorro toma banho toda semana. Por isso, pode subir na cama do meu filho
É mentira. Por mais limpo que o bicho seja, ainda assim é bom que eles não tenham acesso aos quartos da família. Os animais soltam pêlos, pisam no chão, no xixi, no cocô e acabam trazendo bactérias indesejadas. Eles podem passear por todos os cômodos, mas o ideal é que os quartos sejam preservados. OK, os veterinários e os pediatras sabem que muitos deles vão ficar na cama mesmo assim. Então, não descuide da frequência dos banhos.