quinta-feira, 31 de maio de 2012

[DICA] Dicas para organizar brinquedos em quarto de criança

A bagunça no quarto das crianças é muitas vezes um sério problema aos pais. Desta forma, para você que deseja reverter a situação, elaboramos dicas para organizar os brinquedos. Confira!

Aumentar a família é sempre positivo para os seus membros: os filhos  quando crianças  são uma grande alegria na vida dos pais, porém é muito trabalhoso cuidar de seu comportamento a todo instante.

Muitas vezes isso faz com que os pequenos façam bagunças de grandes proporções, que às vezes até comprometem algum objeto específico ou a própria segurança da criança. Desta maneira, sérias medidas quanto à disposição dos itens devem ser tomadas, a fim de melhorar as condições de bem-estar da família.

Portanto, para você que deseja ficar mais tranquilo (a) durante o dia-a-dia, elaboramos  dicas para organizar brinquedos em quarto de criança. Confira:

Primeiros passos


Primeiramente devemos ter a consciência de que as crianças precisam brincar para o seu desenvolvimento, e por este motivo é um pouco mais difícil manter um padrão sistematizado quanto a organização dos brinquedos.

Assim, a primeira coisa que deve ser feita é verificar a disposição do próprio quarto. As camas, por exemplo, podem ser substituídas por beliches, de modo que sobra ainda mais espaço para a inclusão de armários e a liberação de espaço para que as crianças brinquem – isso também facilitará a sua vida na hora de organizar os brinquedos.
Prateleiras e caixas

Após efetuar a modificarão do quarto, invista na aquisição de prateleiras e/ou caixas de plástico.

Desta forma, os brinquedos maiores, tais como ursos de pelúcia e bonecos em geral podem se manter estabelecidos à vista nas prateleiras, de modo que as peças menores podem ficar dispostas em caixas embaixo da cama ou dentro de armários.
Mantendo a organização

Após se decidir onde tal ou qual brinquedo deverá ficar, limpe pelo menos duas vezes por semana as prateleiras, armários ou caixas onde estes itens ficarão dispostos. Isso é necessário para evitar o acúmulo de pó e assim causar um quadros alérgico nas crianças.


A melhor maneira de organizar brinquedos em quarto de criança  é orientar os seus filhos para que os guardem nos devidos locais após utilizá-los. Jamais faça uso de grosserias pois o cérebro infantil ainda não é apto a um entendimento integral de regras e conceitos.

A cada quatro meses,  faça também a limpeza das caixas, exercendo a sua boa ação doando os brinquedos que a criança não usa mais e jogando fora os quebrados. Desta maneira, sua preocupação diária diminuirá proporcionando mais conforto à família.

Fonte: Portal Angels

quarta-feira, 30 de maio de 2012

[DICA] Os cuidados na contratação de uma babá

A escolha da babá para uma família precisa obedecer alguns cuidados básicos: em primeiro lugar, a entrevista pessoal com a candidata é fundamental, para que se possa observar o asseio corporal, a expressão facial e a maneira de falar, além de indagar sobre a escolaridade e as saídas dos outros empregos (que geralmente reflete a conduta moral da pessoa, se segue preceitos éticos ou não). Outras observações devem ser feitas, como a sua organização familiar e, principalmente, perceber e sentir se acontece a famosa empatia, tão necessária entre pessoas que venham a conviver diariamente.

Caso a entrevista tenha sido favorável, segue-se a etapa das referências de trabalhos anteriores, que devem ser fidedignas. Para se atestar isso, os pais devem verificar pessoalmente a existência do endereço como sendo real. Se a candidata for inexperiente, será preciso buscar referências pessoais, com muito cuidado. Muitas vezes, a busca de antecedentes criminais pode não ajudar muito, pois infelizmente existem vários casos de denúncias de maus-tratos que não chegam a constar na polícia.

Após terminada essa etapa, a mãe deve então chamar a candidata para uma nova entrevista, na qual poderá observar outros itens que tenham sido deixados para trás, citando alguns pontos importantes acerca do trabalho doméstico e as necessidades de sua família. Antes dessa etapa, será preciso evitar que a babá tenha contato com a criança, para que a mesma não seja exposta ao trânsito de candidatas.

Cada família tem sua forma de organização própria, mas de um modo geral existem algumas características que não devem faltar a uma boa babá: ser afetiva, sincera, responsável, higiênica, ter disposição física e emocional para brincar, vontade de aprender coisas novas, capacidade de adaptação e de comunicação, iniciativa, alguma capacidade de organização e fundamentalmente, ser bem- humorada.

Caso a nova babá demonstre flexibilidade, adaptando-se sem dificuldade a situações novas, o que também precisa acontecer com a família, o primeiro passo já terá sido dado. A seguir, muito importante será a comunicação entre ambos: a babá precisa ficar a par do que a família espera de seu trabalho (bem como dos limites de sua atuação) e a família precisa saber o que ela espera em troca. Geralmente, uma profissional que é bem tratada vai retornar em empenho e dedicação em sua função.

Aos poucos, e com alguma paciência, os costumes da família vão sendo mostrados e percebidos. Até mesmo as crianças, quando têm afinidade com a nova babá, costumam facilitar a sua adaptação.
Antes da experiência diária propriamente dita, que faz com que nos certifiquemos da escolha feita, o mais importante, antes de tudo, é a demonstração da vontade de aprender e de acertar nos procedimentos por parte da profissional.

Os certificados de conclusão de cursos na área entram como demonstração de um empenho profissional, embora seja necessário que se verifique a validade dessa certificação, a abrangência e qualidade do conteúdo dos cursos feitos e até mesmo o material didático, se houver. É preciso notar, ainda, que as candidatas que não possuem alguma certificação podem não ter tido essa oportunidade por diversos motivos.

A experiência, por si só, pode não significar tanto se a candidata demonstrar rigidez em seu comportamento, apego a crendices, inadaptabilidade ou desinteresse. Algumas vezes, treinar babás inexperientes pode ser mais eficaz, desde que observadas a responsabilidade e iniciativa necessárias.
Outro ponto que deve ser considerado é a capacidade de organização e profissionalismo de uma candidata que se apresente com um currículo, que pode ser simples e direto, mas que, trazendo informações organizadas e referências atualizadas, facilitam aos pais da criança ao momento da contratação. Isso ainda é uma novidade, e a grande maioria das babás sequer sabem que é preciso muito pouco para se organizar dessa forma.

Finalmente, é preciso destacar que nenhuma destas credenciais vale muito se não estiverem associadas a uma boa impressão e a outras características fundamentais.

terça-feira, 29 de maio de 2012

[DICA] Como Realmente as Crianças Aprendem a Falar

Como os Bebês Realmente Aprendem a Falar:

Você certamente já ouviu que, quando estão aprendendo, crianças são como esponjas; Eles absorvem tudo. Mais ainda, aprendem através da imitação! Não há como ser de outra forma; só podemos aprender imitando!
Nas primeiras seis semanas de um bebê, ela começará a reconhecer quem é sua mãe; será estimulada pelos sons mais altos e audíveis, e escutará as vozes das pessoas mais próximas.

Durante os três primeiros meses de uma criança, ela aprenderá a sorrir; mostrará interesse pelas coisas à sua volta, se divertirá observando o rosto das pessoas, e começará a acompanhar o movimento de coisas ou pessoas com seus olhos.

Assim não é surpresa, que os bebês aprendam os fundamentos da linguagem durante seus primeiros nove meses; mesmo que eles não falem palavra alguma.

A Atividade a seguir, é um bom exemplo de como você pode ajudar seu bebê a desenvolver as bases elementares da linguagem.

Esconde-esconde na Banheira

Como vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória.

Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança.

"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.
"Você está pronta para nossa brincadeira especial?"

Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá uma gargalhada.

Ele diz: "Vamos brincar de Cadê-você," e coloca a toalha na frente do seu rosto, de modo a escondê-lo dela.

Vitória estende a mão e toca no alto da cabeça dele.
O adulto diz, "Cadê-você, Vitória, não consigo ver você."

Ele baixa um pouco a toalha de modo que seus olhos fiquem à vista. Vitória dá um grito de alegria.

Ele cobre seus olhos outra vez e diz, "Cadê-você, Vitória... ainda não consigo ver você."
O Adulto pega a toalha e leva na direção dela dizendo, "Agora é sua vez Vitória."

Ela pega a toalha e coloca-a na frente do seu próprio rosto, imitando-o.
O adulto então dirá: "Onde está Vitória?"

Vitória derruba a toalha na banheira deixando-se ver, e bate com as mãos agitando a água. Ela balbucia para o adulto: "Dadadada. Dabababa."

Ele diz, "Acho que você está dizendo que está cansada de brincar de Esconde-esconde. Vamos brincar com seu Patinho e sua esponja?"

Como muitos bebês, Vitória está aprendendo sobre linguagem, da seguinte forma:
Ela sabe que é divertido brincar com outra pessoa.
Ela levanta os olhos quando o adulto diz o seu nome.
Ela sorri quando o adulto sorri para ela.

Eis como o responsável pela criança, ajuda no desenvolvimento de sua linguagem:
Falando com ela durante uma atividade diária - Que pode ser A hora do banho;
Dizendo seu nome várias vezes, de modo que ela se familiarize com o mesmo e aprenda a reconhecê-lo quando alguém o pronunciar;
Repetindo várias vezes a brincadeira, e então encorajando ela quando diz, "agora é a sua vez de jogar!"
Respondendo aos seus balbucios como se soubesse o que ela está dizendo.

Fonte: Dicas de Atividades

[ARTIGO] Decoração para festa infantil, dicas e fotos

O aniversário de criança é sempre um momento de muita alegria, tanto para os pais quanto para a própria criança que viverá um dia de contos de fada, afinal, não é todo dia que temos um ambiente decorado, muitas guloseimas, presentes e a presença de muitas pessoas da família e amigos.


É importante que papais e mamães saibam que as festinhas infantis ficam na lembrança da criança por muito tempo, por isso, é preciso caprichar e preparar uma festa infantil inesquecível, mas isso não quer dizer que é preciso você gastar horrores, afinal, sabemos que estas festas podem sair bem caras, mas com uma boa pesquisa é possível encontrar os melhores preços.

Como montar a decoração para festa infantil

Sabemos que os detalhes da decoração para festa infantil são importantes para que a festa seja um sucesso, o primeiro passo para montar uma boa decoração para festa infantil é o planejamento, desta forma você pode calcular todo o orçamento disponível e evitar gastos desnecessários, para quem está com pouco dinheiro disponível o melhor é investir em uma decoração simples porém, de destaque, nestes casos a utilização de muitas bexigas é recomendável, você pode montar arcos para enfeitar as paredes deixando assim a decoração mais rica.

Temas na decoração de festa infantil

Além do planejamento, pré definir um tema para a festa infantil é muito importante, desta forma você saberá quais as cores mais apropriadas para montar a decoração.

Na hora de escolher o tema da festa observe quais os gostos do seu filho, ou da criança em questão, veja quais os desenhos preferidos da criança e procure por itens de decoração para festa infantil em lojas especializadas, nestas lojas você pode encontrar diferentes itens a preços variados.

Como dito, a melhor forma de não errar no tema é escolher algo que tenha relação com a criança, dentre os temas mais comuns que vemos em festas infantis podemos destacar as seguintes decorações.

Decoração para festa infantil das Meninas Super Poderosas
Decoração para festa infantil da Moranguinho
Decoração para festa infantil da Hello Kitty
Decoração para festa infantil das princesas da Disney
Decoração para festa infantil da Barbie
Decoração para festa infantil da Polly
Decoração para festa infantil do Ben 10
Decoração para festa infantil do Homem Aranha
Decoração para festa infantil do Batman
Decoração para festa infantil do Super Homem
Decoração para festa infantil dos Backyardingans
Decoração para festa infantil do Barney e seus amigos

O que não esquecer na decoração de festa infantil

Na hora de montar a decoração para festa infantil é preciso ficar de olho nos detalhes, afinal, muitos podem ser esquecidos, no geral não se esqueça do bolo, capriche nesta hora que é super importante, além disso, não esqueça das lembrancinhas para festa infantil que fazem muito sucesso e são super esperadas pelas crianças.

Fonte: Notícias e Moda

segunda-feira, 28 de maio de 2012

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[ARTIGO] Fortaleza-Ce: Um mercado efervescente em festas infantis!!!

O mundo inteiro sabe que o estado do Ceará é conhecido pelas belas praias, serras, sertão, culinária, rapadura, rendas, jangada, povo acolhedor e tantas outras maravilhas.



O que poucos sabem é que na capital do estado, a bela e calorosa Fortaleza, vem em ritmo meteórico e qualitativo consolidando-se um caprichoso mercado de festas infantis para todos os gostos e exigências.

A última Expofestkids, que foi realizada em junho de 2010, trouxe o que há de melhor em termos de serviços e produtos para o mercado de festas infantis de Fortaleza. Fotógrafos e filmadores, decoradores, confeitarias especializadas, bandas musicais, moda infantil, animação infantil, cerimonial, chocolates finos, buffets e um mosaico de encantos mil capaz de mexer com as emoções de papais, mamães, família e todos aqueles que amam festejar o dom da vida dos filhos.

No orkut existe uma comunidade chamada ''Aniversários de Fortaleza'' com mais de 2000 membros e lá há muitos e muitos foruns com riquezas de detalhes sobre o universo festa infantil que vale a pena dar uma consultada.

Ressalta-se que os buffets da terra do sol alcançaram um padrão de qualidade em termos de serviços jamais visto antes. Entre eles estão: O Alegrare, o Big Day, o Oba-lá-lá, o Bala bom bom, La-li-bum e outros.

A fotografia de bebês está em alta e um dos grandes nomes nessa área é a fotógrafa e foto designer Rosy Carvalho da Pimpo Produções, que vem se destacando pela sua sensibilidade, criatividade e amor em relação ao belo trabalho artístico que faz.

Os filhos são herança do Senhor para nós que somos pais e festejar a vida de um filho é algo inefável. A decoração de uma festa tem custos, gasta tempo e é preciso disposição e muita atenção, enfim há um preço, todavia, o brilho nos olhos de um filho amado, um sorriso espontâneo por saber que há pessoas que o amam em palavras e principalmente em ações, não há preço para o amor, não há preço para a felicidade daqueles que amamos.

Nunca deixe de celebrar a vida do(s) seu(s) filho(s) com amor e verdade. 

Fonte: e-familynet

domingo, 27 de maio de 2012

[ARTIGO] Como lidar com o ciúmes entre irmãos

Sabemos de muitas crianças que recebem o desagradável título de "ciumentas da família" e acabam carregando esse fardo por muito tempo na vida sem que tenham a possibilidade de entender o real significado dessa emoção. O ciúme não é um defeito, como muitas vezes pode parecer. É, na verdade, uma emoção difícil de suportar, pois sentir-se excluído das relações é sempre muito doloroso. É doloroso invejar o outro, sempre inimitável.

Muito comum também é uma criança ofender outra criança de quem sente ciúmes. Faz isso porque está sofrendo e quer que a outra criança, que lhe parece mais feliz, ou mais amada do que ela, sofra também. Ao mesmo tempo gostaria de ser sua amiga. Ambivalência típica entre irmãos. O adulto, no entanto, deveria ter muito mais recursos para suportar essas angústias do que a criança e ajudá-la a aproveitar essa oportunidade para aprender com a experiência, para desenvolver o relacionamento entre todos na família. Infelizmente, não é bem assim que acontece.

Os pais costumam fazer dos ciúmes entre os filhos um dramalhão mexicano, uma tragédia bíblica como a de Caim e Abel sendo encenada diante de seus olhos. Ficam paralisados, se desesperam. Esquecem que a coisa mais interessante para uma criança é observar seus pais, a forma como os adultos se comportam e agem entre si. Sem que percebam, estão educando seus filhos através de seu próprio comportamento. As experiências vividas na primeira infância, influenciarão de forma marcante a personalidade futura.
Confusão em família Acontece que a criança encontra no ciúme um atalho para infernizar a família inteira com escândalos fora de lugar ou choros exagerados. É comum até adoecerem nesses momentos. São crianças que se sentem eternamente injustiçadas. E a mãe se engana ao tentar fazer tudo para que haja igualdade entre os filhos.

Aos olhos da criança nada é justo se ela não tem tudo. Se os pais lembrassem que o ciúme é uma emoção inevitável e necessária para o desenvolvimento psíquico do ser humano, poderiam acolher de forma mais carinhosa essa comunicação tão distorcida que pede amor ao mesmo tempo em que expressa uma dor que não tem sido ouvida ou correspondida.
A "ciumenta" é uma criança muito dependente, que sofre por causa disso. A verdade é que quando uma criança quer chamar a atenção de toda a família, armando a maior confusão até se fazer notar, acaba conseguindo. Provoca o ciúme do irmão ou se queixa de ser provocada, monopoliza e incomoda os adultos que estão ao redor, exatamente para mostrar o quanto se sente a pior das mortais.

Palavra que humaniza
Ao invés da mãe dramatizar ou impor um tom de tragédia na situação, ela deveria colocar palavras nesse sentimento e, consequentemente, humanizar a relação. A raiva nunca resolve nada. Por significar tanto, sofrer o ciúme deveria despertar a compaixão e o amor por parte da mãe.
É fundamental que os pais saibam que a melhor forma de se fazer amar e respeitar é pela palavra e não apenas com beijos e carinhos. Encorajando e colocando em evidência as qualidades da criança, assinalando as diferenças entre ela e as outras, ajudando-a a se identificar com ela mesma e não com outra pessoa.

Se traduzirmos este sofrimento através das palavras e acompanharmos as crianças nessa empreitada, elas não precisarão mais gritar sua fúria. Serão ouvidas e acolhidas e poderão levar essa experiência para sua vida futura.
Se falamos em educar crianças, pensamos a longo prazo. Para que uma criança possa estar alegre, sua casa deve ser alegre. Afinal, uma família é concebida em nome de um desejo de se viver feliz em uma casa onde seus membros compartilhem da alegria de estarem juntos. Do contrário, não vale a pena. Crianças ciumentas geralmente estão entediadas com uma vida empobrecida para sua idade, sem dispor de atividades interessantes ao seu redor. Preferem até uma confusão com o irmão ao nada, à mesmice.

Sensibilidade antes de tudo
A criança se aborrece quando não faz nada de interessante. Quando uma criança passa seu tempo disputando um "lugar ao sol" dentro da família, ela já não desfruta da alegria de conviver, pois está mais preocupada em ganhar a competição.

Mas nem tudo está perdido. A água, por exemplo, é sempre uma grande aliada contra a agressividade contida que não encontra meios de expressão. Que coloquem essa criança na banheira e a deixem se divertir. Uma criança real grita, faz bagunça, se suja, ela está viva.

O importante é entender o que se passa com a mãe quando a criança demonstra simplesmente ser sensível e estar viva, pois pior do que irmãos que brigam enciumados uns dos outros, são mães que arrancam os cabelos por causa deles. Seria mais produtivo se conseguissem transformar a cólera em divertimento, a tragédia em humor, a experiência em aprendizado. Para todos.

Se o ciúme tem origem na relação com os pais, eles podem ajudar muito procurando neles mesmos a solução. Um ser humano racional sente, pensa e fala. Um animal primitivo urra e se debate com ira na luta pelo amor da mãe. Um amor idealizado repleto de fantasias que nada tem a ver com a realidade. Vamos conversar com nossas crianças, vamos ajudá-las a crescerem.

Fonte: Alô Bebê

sexta-feira, 25 de maio de 2012

[NOTÍCIA] Vacinação contra gripe é prorrogada até 1º de junho

O Ministério da Saúde prorrogou a 14ª Campanha de Vacinação contra Gripe em uma semana, até o dia 1º de junho. A ampliação do prazo, que terminaria nesta sexta-feira (25), possibilitará que um número maior de pessoas se vacine e se proteja da doença.

Até esta quinta-feira (24), no país inteiro, 15,8 milhões de pessoas já tinham tomado a vacina, o que representa 52,46% do público-alvo, formado por pessoas com mais de 60 anos de idade, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois anos, gestantes e povos indígenas. A meta da campanha é imunizar 80% deste grupo prioritário, correspondente a 24,1 milhões de pessoas. Na Bahia, 1,16 milhão foram até os postos, representando 54,19% do público-alvo, que é de 2.219.596 de pessoas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alerta sobre importância da vacina, que é oferecida gratuitamente nos 34 mil postos de saúde de todo o país. Padilha lembra que ela é segura e protege contra os três vírus que mais circulam no Brasil. Prorrogamos o prazo para que todas as pessoas que não tiveram tempo de ir aos postos de saúde possam se vacinar contra a gripe e estejam protegidas no inverno, período de maior circulação do vírus. A vacina é a melhor maneira de evitar a doença, afirma Padilha.

O principal objetivo da campanha de vacinação é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações provocadas por infecções do vírus da gripe. Como resultado da imunização, em 2011, houve redução de 64,1% nas mortes por agravamento da gripe H1N1 foram 53 óbitos, contra 148 no ano anterior. Já o número de casos graves notificados diminuiu 44% - de 9.383 para 5.230. No entanto, se não forem mantidas altas coberturas vacinais, esses números poderão voltar a se elevar neste ano.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, descarta mitos de que a vacina possa ter efeitos nocivos. Ela é segura. A maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina, ressaltou. O secretário explicou ainda que é impossível contrair gripe após a vacinação, como algumas pessoas costumam afirmar. O vírus usado nesta vacina é inativado, observou.

Proteção
Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e, de 39% a 75%, a mortalidade global. Entre os residentes em lares de idosos, a vacina reduz o risco de pneumonia em cerca de 60%, e o risco global de hospitalização e morte, aproximadamente de 50% a 68%, respectivamente.

Fonte: JusBrasil

quinta-feira, 24 de maio de 2012

[DICA] Creche - Será que está na hora?

É, este é mesmo um momento difícil, principalmente para papais de primeira viagem!
Penso que não há uma hora exata, uma idade ideal para o bebê ir à creche. Isto dependerá demais da demanda da família, da necessidade desta. O importante é que não seja uma decisão precipitada e de última hora, com a mãe já prestes a voltar as suas atividades fora de casa.


A escolha da creche deveria ser realmente uma opção dentre outras alternativas. Quero dizer com isto que a creche não pode ser usada como escolha para a falta de "coisa melhor". Se assim for, haverá pouca chance de dar certo.

A creche é sem dúvida uma opção com seus prós e contras. Deverá ser um espaço profissional de lazer, cuidados físicos e emocionais, desenvolvimento e socialização para a criança. Os pais deverão encontrar a sua creche, ou seja, o espaço que melhor lhes dê o sentimento de acolhida, aquele com o qual eles mais se identifiquem, que mais tenha "a sua cara". Enfim, aquele lugar e aqueles profissionais com as quais, eles -os pais- tenham vontade de estar.

A creche há que ser uma parceira na criação de nossos tesourinhos e nunca uma rival, uma competidora por quem faz mais ou melhor pela criança e isto só 'será possível se esta escolha for realmente uma opção consciente e feliz.
Se a opção pela creche te trouxer sentimentos de pena do filho, abandono ou algo assim, pare e pense, reveja seus conceitos sobre o que é uma creche. Veja se o nome te remete à orfanato ou algo parecido. Visite mais creches, observe o movimento das crianças, os adultos que nela estiverem. Marque mais entrevistas com pedagogas, psicólogas e donos das creches visitadas.

Faça de tudo mas não deixe seu filho na creche se não conseguir enxergá-la como um lugar capaz de dar afeto, alegria, saúde e desenvolvimento ao seu bebê. Tem que ser um ganho!

Assim, quando os "contras" surgirem (e surgirão já que nada é perfeito... nem mesmo você...), será mais fácil de aturá-los e administrá-los. Ao entrar para a creche seu bebê certamente já estará iniciando o desmame, entrando em contato com muito mais crianças e adultos, saindo mais, etc. Todos estes, são fatos que poderão resultar num número maior de viroses para o bebê. Este será um período de adaptação ao mundo em todos os sentidos, inclusive no imunológico.

Se vocês já não estiverem certos dos benefícios que a creche pode trazer como opção para a criança, esta questão imediatamente servirá para abalar de vez sua estrutura e confiança em sua opção.

Veja também se seu pediatra é ferrenhamente contrário à creches. Há os que são!
Bancar esta escolha contrariando seu pediatra, requererá muita coragem, convicção e revisão de valores que podem até mesmo resultar na mudança do médico ou da sua opção.

O quase impossível será bancar os dois. Visite creches, muitas se possível. Vá com seu filho e com seu companheiro ; Converse com os profissionais ; Volte para ver de novo ; Veja se a higiene do local te agrada ; Se os funcionários aparentam estar alegres e em paz ; Se as crianças estão felizes (um chorinho esporádico faz parte, não seja radical(!), afinal em casa elas também choram) ; e se parece haver uma razoável relação entre o número de funcionários e o de crianças. Enfim, faça tudo com calma, planeje tempo para fazer junto ao bebê uma boa adaptação... e boa sorte ! Se ao final for esta a sua opção, curta muito esta nova aliada nos cuidados do seu filhote.
Dra. Ana-Heloisa Gama

Fonte: Guia do Bebê

quarta-feira, 23 de maio de 2012

[DICA] Educação vem de berço

Sim: é de pequeno que se ensinam limites. Seu bebê já é capaz de absorver as primeiras noções de certo e errado



A criança se acostuma com as ações da mãe desde cedo.
Você tem receio de impor limites ao seu filho pequeno? Muitos pais têm, pois acham que uma postura mais firme pode traumatizar a criança ou deixá-la magoada. Acredite: é justamente o contrário. Como apontam especialistas em psicologia infantil, se os pais deixarem a condescendência de lado e, com sensibilidade, mostrarem ao bebê até onde ele pode chegar, estarão o fazendo se sentir mais amado e mais seguro.

Quando começam a engatinhar e andar, os bebês fazem do mundo um verdadeiro laboratório. E, como pequenos cientistas, testam todas as hipóteses incansavelmente. São capazes de mergulhar a mão no vaso sanitário, comer a ração do cachorro, sentir as emoções de escalar o armário ou de tomar um brinquedo das mãos de outra criança. Sem noção de higiene, perigo ou regras sociais, o céu é o limite para suas experiências. Na cabeça dos pais, fica a dúvida: até onde permitir que o pequeno vá?

Passar o dia escoltando o bebê pode limitar o aprendizado e a busca por autonomia. Por outro lado, fazer-se de ausente e deixá-lo totalmente livre gera insegurança. Educar uma criança é um longo e constante exercício de sinalizar "sim" ou "não" para as suas atitudes e reações, e muitos pais, depois de um dia exaustivo, relaxam na missão de colocar limites claros para os filhos. Mas o dever de estabelecer os comportamentos que são ou não aceitáveis vai muito além da disciplina e é importante desde o nascimento.

A seguir, características de cada fase do bebê, depois, veja as dicas de como educá-lo sem receio.

Primeiros meses: colo e aconchego

Acostumado aos limites do útero, o recém-nascido vive certo desconforto nas primeiras semanas. Além de não controlar o corpo nem os movimentos, a única forma de que ele dispõe para expressar necessidades é o choro - seja de fome, porque está molhado ou de "saudades" da mãe. Por isso, oferecer colo e aconchego traz conforto imediato a um bebê que chora sem razão aparente. Ao mesmo tempo, é preciso estabelecer uma rotina básica que organize a vida dele, com horários estabelecidos para sono, mamadas, banhos e trocas. "Essa ordenação constitui os primeiros limites apreendidos pela criança e ajuda a tranqüilizá-la", diz a psicanalista Vera Ferrari, diretora do serviço de psicologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os primeiros meses de vida também são importantes para determinar um padrão que pode influenciar comportamentos futuros. Por isso, se você é uma mãe do tipo ansiosa, controle-se. Entrar no quarto do bebê a cada dois minutos para ver se está tudo bem, oferecer o peito a toda hora, pegá-lo no colo só porque ele se mexeu e se antecipar às suas necessidades são atitudes que podem torná-lo dependente de atenção. "A criança se acostuma ao padrão que a mãe praticou desde cedo e passa a esperar que os seus desejos sejam atendidos antes mesmo de serem expressados", explica Léa Schuster Albertoni, psicopedagoga e terapeuta familiar, diretora da escola Paulistinha, mantida pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

De maneira inversa, ignorar o choro de um bebê aflito só porque faltam dez minutos para a próxima mamada também está fora de questão. O ponto de equilíbrio é que a presença afetuosa da mãe transmita segurança, mas deixe espaço também para que, aos poucos, a criança descubra os próprios recursos para lidar com situações desafiadoras.

Mãe de Luiggi, de 6 meses, e de Filippo, de 3 anos, a consultora de novos negócios Priscila Vanelli, de São Paulo, atesta que alcançar esse equilíbrio nem sempre é fácil, mas é possível: "Quando não se tem tanta experiência, você age apoiada na intuição e na necessidade. Assim que meu primeiro filho nasceu, eu tinha apenas uma folga semanal. Se não organizasse a rotina e ficasse o tempo todo com ele no colo, nosso dia-a-dia se tornaria complicado".

Quase um aninho: hora do poderoso "não"

Ele jogou o suco no chão e pulou em cima? Antes de pensar em sua criança como uma vilã de 9 meses que pretende irritá-la, considere que fazer distinções entre certo e errado não está entre as habilidades de um bebê tão novo. E ninguém melhor do que os pais para ensiná-lo desde cedo. As ousadias que realmente embutem um perigo, como mexer em tomadas, ferro de passar roupa ou panelas quentes, merecem atenção constante e ação educativa imediata. Se ele está no topo da escada, prestes a cair, tire-o dali e seja firme. Use um tom de voz grave e mantenha as feições sérias para dar peso ao "não". Explicações elaboradas não funcionam nessa idade. Se quiser, justifique a intervenção com uma ou duas palavras que a criança entenda - por exemplo: "Não. A panela queima".

Mas, se bastou seu filho ganhar um pouco mais de mobilidade para que a palavra "não" começasse a ecoar muitas vezes por dia na sua casa, talvez seja hora de você avaliar se não está exagerando nos cuidados e expectativas. "Há mães tão protetoras que calçam luvinhas no bebê para ele não sujar as mãos ao engatinhar", conta a psicóloga Vera Ferrari. Outras tentam evitar a qualquer custo que ele coloque as mãos na boca. E há as que esperam que ele se comporte como um adulto diante das visitas e à mesa. O resultado é uma seqüência interminável de reprovações e, no futuro, uma pessoa com medo de ousar. "Em um ambiente tão restritivo, qualquer novidade parece uma transgressão para a criança. O risco é ela começar a recuar diante de situações novas. Essa atitude, de compasso de espera, pode se perpetuar", alerta Vera Ferrari.

Por isso, convém não dar ênfase à sujeira que o bebê faz enquanto experimenta levar a colher à boca sozinho. Nas situações de aprendizado, a melhor atitude é a de apoio a cada conquista. Gestos e palavras de incentivo têm tanto poder quanto um "não" bem empregado. "Vale tudo para demonstrar aprovação: bater palmas, sorrir, abraçar, comemorar, elogiar. Essas são atitudes que educam positivamente", ensina a psicopedagoga Léa Albertoni.

Dois aninhos: aprendendo a negociar

Nessa fase, a criança entra no que os especialistas chamam de "idade do não", na qual o esporte predileto delas é discordar de tudo. É um teste de resistência para os pais, que não devem entender essas negativas como uma afronta pessoal nem como um desafio à autoridade deles.

Não são incomuns as explosões de furor, que desafiam até os pais mais experientes, principalmente quando as crianças fazem o espetáculo em público. Elas se jogam no chão, chutam, gritam, choram, derrubam tudo o que vêem pela frente, podem até morder e bater, colocando a própria segurança em risco. Para os pais, fica o constrangimento e a necessidade de retomar o controle da situação.

"O Aléssio parece que sente prazer em contrariar. Na hora de ir para o banho, foge correndo pela casa. Se o chamo para comer, fala 'não', quando vou trocar a fralda, é 'não'. Essa virou a palavra favorita dele no último ano. É superdesgastante", reclama a assessora de comunicação Daniela Estevão, de 33 anos, de São Paulo. Não se trata de uma demonstração de rebeldia precoce. O que a criança está testando é a própria autonomia, agora que suas habilidades de se expressar e de se locomover evoluíram bastante.

Para não atrapalhar a declaração de independência dela, é necessário que a família tenha paciência e jogo de cintura. Entrar em uma competição com o filho não vale a pena. Em vez disso, procure oferecer poucas alternativas para que ele escolha. Por exemplo, "você quer comer no prato de bichinho ou no azul?", "quer vestir este casaco ou o de capuz?" etc. Outra medida para diminuir conflitos é explicar com simplicidade o que a criança pode (e o que não deve) fazer. Aos poucos, ela introjetará essas regras e entenderá que em certas coisas pode mexer, em outras não; que há locais para brincar à vontade, mas também existem lugares onde é preciso ficar quieta; que desenhar nas paredes do quarto onde há lousa é bacana, já na sala a mamãe fica brava... Mas prepare sua persistência, pois você precisará repetir muitas vezes essas lições.

É bom lembrar que situações desafiantes (escândalo no shopping, por exemplo) devem ser tratadas como exceção. Se foi resolvido, nada de ficar relembrando o episódio. É preciso estabelecer regras claras, que não se modifiquem com o humor ou a disposição dos pais. Os pequenos percebem quando isso acontece e podem tentar várias artimanhas até você ceder. E, se ao final, todos os argumentos e truques não forem suficientes para convencer o rebelde sem causa, vale apelar para um argumento incontestável: "Sou sua mãe, amo você e sei o que é melhor para você".

Bloquinhos de anotações

Kit de 10 bloquinhos de anotações revestido em papel ou tecido, encadernação wire-o, preenchido internamente com folhas coloridas não pautadas. Pode ser usado como lembrancinhas de aniversários, convites e etc.

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terça-feira, 22 de maio de 2012

[DICA] Como criar o hábito de ler livros nas crianças

O interesse pela leitura pode ser sugerido à criança de uma forma simples, espontânea e duradoura. Todos sabemos que é extremamente importante que as crianças adquiram o hábito da leitura, mas a grande dificuldade reside na falta de conhecimento de muitos pais em como inserir seu filho neste caminho.

O ato de ler ou simplesmente de folhear um livro tornará crianças mais inteligentes, imaginativos e criativos. E se isso é o que você quer para o seu filho, não perca mais tempo. Comece hoje mesmo a construir esse hábito diário tão enriquecedor para ele e para todos. Comece já a fazer de sua casa uma grande biblioteca.

Incentivar a leitura nos meninos e meninas

1 – Para começar, é necessário que seu filho te veja, sempre que possível, com um livro na mão. As crianças sentirão mais interesse por ler um livro se vêem que este hábito está presente a sua volta. Lembre-se que as crianças gostam de copiar. Que é sua forma de aprender. Se eles notam que você gosta de ler e que tratam os livros com cuidado e respeito, elas provavelmente, farão o mesmo.

2 – É necessário estar convencido de que a leitura deve ser empregada como uma forma mais de diversão e não como uma obrigação. Os livros não devem introduzidos no cotidiano da criança só quando ela está aprendendo a ler ou somente quando entre na escola. O contato com os livros deve começar bem antes. Eu diria que antes mesmo de começar a gatinhar.

3 – Quanto o bebê consegue se sentar firme no chão ou no berço, ofereça-lhe livros para que os maneje. Existem no mercado, pequenos e curiosos livros feitos com pano e inclusive com material plástico indicados para brincarem durante o banho. Existem também pequenos dicionários para que seu bebê se vá familiarizando com as palavras, as letras, relacionando-as pouco a pouco com a imagem. O segredo nesta idade, é fazer com que o bebê veja o livro como mais um brinquedo, com o qual poderá aprender, crescer, descobrir, criar fantasias, e ouvir muitas histórias interessantes e encantadoras. No princípio, trate de dar preferência aos livros ilustrados, com poucas palavras, e faça com que seu filho o toque, o acaricie, cheire, e tenha todo tipo de contato com ele. Existem livros que contem sons incluídos e também pedaços de lã, e de outros materiais para que os bebês desfrutem também com o tato. Existem livros com cheiros também!

4 – Quando ficam um pouquinho maiores, o ideal é ler em voz alta, seguindo sempre as estórias do livro. Dê importância especial ao tempo que dedica para tomar seus filhos nos braços e compartilhar com eles o prazer de ler um conto, longe das distrações da televisão. Comece com os contos tradicionais, clássicos, mas fundamentalmente escolha livros que agradem a todo mundo. Se um livro é cansativo, esqueça-o e busque outro que seja interessante.

5 – Quando seu filho já está numa idade em que consiga estar mais quieto nos lugares fechados, leve-o para visitar uma biblioteca. A criança, quando se familiariza com os livros, aprende a manuseá-los, está construindo uma amizade, um laço com a leitura. Se sentirá mais próxima ao lugar e desejará voltar muitas vezes para escolher o livro que quiser.

6 – Outra forma de estimular o interesse da criança pelos livros, é converter um livro em um prêmio. Cada vez que tiver que premiar seu filho por algo importante, presenteie um livro sobre o seu assunto favorito.

7 – Quando seu filho já está desfrutando dos livros, participe da leitura. Quando terminar de ler o conto, peça-lhe que lhe conte algo que aconteceu com algum personagem, ou inclusive faça com que seu filho adivinhe o que passará no final. Aproveite para fazer comentários sobre as situações boas e más, e fazer comparações de um pedaço da estória com suas experiências, como “o que você faria no lugar dele?” “Será que isso vai acontecer com a gente algum dia?”.

8 – Assim que sentir que seu filho já se interessa pelas estórias, que se envolve com a trama, e se identifica com os personagens, comece a participar e a imaginar finais diferentes, e a viver várias sensações rindo, emocionando-se, e não deixe de surpreendê-los com novos contos. Dê continuidade a esse costume abastecendo sempre sua casa com livros e revistas.


Fonte: Guia Infantil

[DICA] Dinheiro também é coisa de criança


Quando o assunto é dinheiro você pede para as crianças saírem da sala? Caso sua resposta seja sim, está na hora de rever seus conceitos. A educação financeira é essencial para o desenvolvimento pessoal dos pequenos. E, o assunto, abordado em algumas escolas, deve começar a fazer partes das conversas em casa também.
A pedagoga Amanda Castanheira mostra algumas formas de ensinar seu filho a lidar com o dinheiro e, especialmente, a enfrentar problemas financeiros.

Princípios básicos

Na escola, as noções matemáticas começam a serem passadas por volta dos seis anos de idade e esta é uma das melhores épocas fazer para começar o aprendizado. Em casa o cofrinho pode ajudar. “Ele ensina a criança a poupar dinheiro para um objetivo firmado e a exercitar a moderação financeira”, ressalta Amanda.

Outra ferramenta muito utilizada pelos pais é a mesada. A atitude dá liberdade à criança, para que ela decida sozinha como utilizar a quantia, além de administrar o valor ganho. A idade ideal para começar a dar mesada é a partir dos oito anos, pois os pequenos já sabem fazer cálculos mentais e compreenderem as operações matemáticas.

“Essas habilidades permitem a utilização adequada do dinheiro”, conta a psicóloga. A quantia variará de acordo com o orçamento familiar e só deve ser oferecida caso os pais tenham condições para isso. Nada de passar aperto, certo?

Tire suas dúvidas

  • Remunerar ou não seu filho por alguma atividade cumprida vai depender do trato que fizerem. Mas tente variar. “Recompense-o com algo diferente como um passeio ao cinema, uma tarde de piquenique ou algo que ele goste”, ensina Amanda. Quando envolver dinheiro, use o bom senso e não ultrapasse os limites do seu orçamento.
  • Caso a família enfrente dificuldades financeiras oriente-o e controle-o para não consumir exageradamente. “A criança deve estar envolvida nessa mudança de rotina”, explica.
  • Na hora de dar presentes fora de época tome cuidado para não estimular o consumismo na criança. Controle isso conversando com o pequeno. Alerte-o de que tudo tem seu tempo e valor.
  • O desejo e insistência da criança por ter objetos que estão fora do orçamento da família são comum e fica evidente na infância. Para solucionar o problema, estabeleça datas específicas para a aquisição desses itens. “Quando a prática é rotina da família, presentear esporadicamente, sem comprometimento, enriquece as relações e contribui para a educação financeira”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Dica de Mulher

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Vamos levar a criançada pra se divertir!! É Gratuito!!






TEATRO MUSICAL
BACKYARDIGANS no Shopping Aldeota.
Dia 27/05 às 17hs no Piso L1.
Evento Gratuito!




[DICA] Colo vicia?

Pelo menos em algum momento, pais de primeira viagem se perguntam: “Colo vicia?”. Vivemos numa sociedade onde a independência tem muito valor, mas, como criar um filho independente se ele só fica grudado em você dia e noite? Por que o bebê pede tanto colo?


 O bebê foi gerado num ambiente agradável a ele, onde não sentia frio ou calor, fome ou sede, tinha um balanço gostoso e um barulhinho constante, ritmado que o fazia dormir sossegado a todo tempo que quisesse. O útero é a casa dos sonhos, o mundo dos sonhos. De repente ele dali é retirado, exposto ao frio pela primeira vez, é exaustivamente manuseado, ruídos diferentes surgem, a fome chega, o mundo perfeito acabou! Sem sombra de dúvida isso é extremamente desagradável.

Há de ser senso comum que depois de viver uma vida inteira no útero o berço não é o melhor dos lugares pra ficar. O berço é frio, tem textura e cheiro diferentes, é muito grande, nem se compara ao aconchego do útero. Ao chorar por conta da nova situação e ser aninhado no colo, ele percebe que ali sim é muito melhor, pois o remete a um ambiente familiar. No peito da mãe ele pode ouvir novamente as batidas do coração que tantos meses embalaram o seu sono.

É lógico que, quando qualquer pessoa encontra uma situação ideal, não irá querer deixá-la pra se aventurar em um mundo inóspito. Ao ser colocada no berço ou no carrinho novamente, o bebê chora porque quer demonstrar sua insatisfação e angústia. O bebê, quando chora, está mostrando aos pais que alguma coisa não está bem. Se você, adulto, consegue contornar situações ruins com facilidade, o bebê não o sabe fazer.
Não o rotule como “bebê manhoso”. O bebê não possui essa capacidade de mentir aos pais para conseguir o que quer, ele é transparente em suas sensações. O bebê sente saudade da gostosa sensação vivida por meses no útero materno e não está acostumado à solidão vivida fora do útero.

Aninhe seu bebê em seus braços, passe a ele conforto e segurança que só o seu colinho pode oferecer e creia, é tudo o que seu bebê mais quer! Colo é uma fonte de segurança, um porto seguro. E o tempo passa, muito rápido. Aquele bebezinho que queria viver no seu colo vai querer ganhar o mundo e, mesmo com sua insistência, seu colo não será mais tão atraente.

Fonte: Bebe Dicas

domingo, 20 de maio de 2012

Sapato Ortopé Feminino

SAPATO ORTOPÉ FEMININO Nº 17 COR DOURADA SEMI NOVO

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Berço Portátil

BERÇO BUTERFFLY GALZERANO,DESMONTÁVEL,ÓTIMO PARA VIAJAR,VIRA UMA BOLSA. TEM TROCADOR DE FRALDAS,PORTA OBJETOS PARA TROCA,COLCHÃO E VÉU DE PROTEÇÃO. SEMI NOVO (ÓTIMO ESTADO DE CONSERVAÇÃO)

Somente R$190,00.

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sábado, 19 de maio de 2012

Kit Personalizado - Festa Digital - Pocoyo

Kit do Pocoyo.

O kit é composto por 12 itens, será enviado por email.
Os arquivos vão prontos, sem precisar alterar, é só abrir e imprimir.

Veja abaixo os itens:

Água
Batom
Bis
Bisnaga de alumínio
Brownie
CD
Convite
Lápis de cor
Exibível
Tag
Papinha
Tublete

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[DICA] Os 5 Tipos Mais Comuns de Choro do Bebê

É frio? É dor? É solidão? O choro do bebê é uma grande incógnita e a chave para desvendá-lo é a convivência! Para ajudar, vamos examinar quais são os tipos mais comuns de choro do bebê.



Chorar para o bebê é natural, tanto quanto o nascer. Ele vem ao mundo na maioria das vezes chorando, o que é motivo de alegria para os pais. Ouvir o primeiro choro do filho, aquele choro de vida, alivia o coração e traz muita alegria. Ali na maternidade, tudo ainda muito recente, os pais ainda não sabem distinguir o porquê do choro do bebê.

O bebê chora por que esse é o seu meio de se comunicar com os pais, com o mundo. É através do choro que ele expõe seus anseios e suas necessidades. Cabe aos pais procurar, com muito amor, compreender o que cada chorinho quer dizer. Dizer que o bebezinho chora por manha, por malcriação é um pensamento que deve ser banido e ignorado! O bebê chora por que precisa!
Vamos então relatar as causas mais comuns que provocam o choro dos bebês!

1- Calor ou Frio
Use o bom senso! Observe como seu bebê reage! Se você acha que está quente, põe uma roupa mais leve mas observe se o bebê vai reclamar! Caso esteja frio agasalhe sim, mas sem sufocar o bebê!

2- Cólicas
Os primeiros 3 meses de vida do bebê geralmente são cheios de cólicas que podem aparecer ao cair da tarde, mas também há casos de crianças mais sensíveis que têm cólicas ao longo do dia.

3- Fralda suja
Fraldas molhadas ou sujas de cocô geram angústia no bebê. Esteja atenta!

4-Fome ou sede
Bebês muito novinhos se alimentam num intervalo de tempo menor. Nas mamadas, ele mata a sede e a fome. Lembrando que o primeiro leite é o que mata a sede. O leite do final da mamada é um leite mais gordo e é esse que mata a fome do bebê por isso é importante que o bebê esvazie o seio a cada mamada para que ele realmente se satisfaça.

5- Nervosismo
Eles são pequenos, não falam, mas sentem tudo. Qualquer mudança na casa é sentida pelo pequenino. Quando a mãe está com o emocional abalado, isso é transmitido para o bebê. Lembre-se que o bebê conhece a mãe profundamente. Estava ali no aconchego do útero e sentindo tudo o que a mãe sentia. Um caso clássico de um bebê que fica nervoso é quando vêm as cólicas e os pais ficam angustiados e nervosos, sem saber o que fazer, causando mais agitação no bebê.
Portanto, procure sempre manter a calma, a tranquilidade e se estiver muito tensa por algum motivo procure deixar o pequeno, naquele momento, com o pai, com a vovó, com uma tia!

Fonte: Bebê Dicas

[DICA] Proteja seus filhos do cyberbullying

O que é cyberbullying?


A anonimato dos usuários da internet tem permitido a proliferação de um comportamento nada exemplar: o cyberbullying. Esse comportamento se caracteriza pela disseminação de mensagens de ameaça, humilhação ou intimidação por meio de sms e da internet (redes sociais, fóruns, sites de compartilhamento de fotos e vídeos e programas de mensagens instantâneas).
O cyberbullying pode ser considerado pior que o bullying tradicional, pois essas mensagens ficam gravadas, podem ser compartilhadas a qualquer hora do dia, podem se multiplicar atingindo proporções inimagináveis e pior que isso, os agressores podem ficar impunes pois não são facilmente reconhecidos.


O cyberbullying pode ser iniciado por conhecidos da vítima ou até por desconhecidos. Alguns exemplos de como isso pode acontecer seguem abaixo:
  • Divulgação do número de telefone da vítima ligado a mensagens de cunho sexual;
  • Compartilhamento de fotos da vítima com o intuito de ridicularizar a imagem dela;
  • Criação de grupos online para ameaçar ou humilhar a vítima;
  • Disseminação de capturas de tela com mensagens da vítima para ofendê-la.
Esses são apenas alguns exemplos das diversas maneiras que o cyberbullying pode atingir uma vítima. Por isso é importante estar sempre atenta aos sinais que o seu filho dá de que está sofrendo qualquer tipo de humilhação, ofensa, ameaça ou ridicularização no meio virtual.
Neste ano, pais preocupados começaram a registrar denúncias de cyberbullying em atas notariais. Eles acreditam que o documento possa servir como prova em processos movidos contra os agressores.

Como proteger seus filhos do cyberbullying


Controle a privacidade

Tente manter as informações dos seus filhos em privacidade. Compartilhar informações pessoais, como problemas psicológicos pelos quais estão passando ou números telefônicos, pode fazer com que seu filho seu alvo de bullying virtual. Quanto menos exposto seu filho estiver, menores são as chances dele sofrer cyberbullying.

Oriente a família

Aconselhe seus filhos para que eles não reajam aos ataques via internet. Responder ao cyberbullying pode promover ainda mais essa atividade e encorajar o bully (agressor) a manter esta prática tão cruel.

Registre todos ataques

Faça capturas de tela (print screen) de todas mensagens abusivas e registre os ataques de todas maneiras possíveis. Isso pode ajudar a provar que o cyberbullying ocorreu e até servir de recurso para investigadores encontrarem o suspeito da agressão virtual.

Promova o respeito

Incentivar o respeito às diferenças e sobretudo ao ser humano ajuda a formar uma sociedade livre de bullying. Todo agressor precisa de uma vítima e de uma plateia – em geral da mesma faixa etária. Por isso, é importante sempre valorizar as atitudes respeitosas para que os agressores não tenham ao seu lado pessoas exaltando o bullying, desencorajando então essa prática.

Cuida da relação entre você e seu filho

Para que você esteja sempre a par de tudo que acontece com seu filho (inclusive os acontecimentos mais sórdidos) é importante manter um relacionamento saudável e próximo entre vocês.
Se seu filho tiver medo ou vergonha de abordar os mais diferentes assuntos com você, é pouco provável que ele admitirá que está sofrendo bullying – e o pior – quando você ficar sabendo, pode já ser um pouco tarde demais.
Além disso, é essencial que você seja um exemplo para seu filho. Evite fazer piadas sobre os outros ou tomar qualquer atitude que se caracterize como bullying. Desta maneira você trata o assunto da forma que deve ser – como uma atitude reprovável, que não deve ser encorajada e muito menos exaltada.
Fique de olho e não permita que seu filho sofra calado. Ouça o que ele tem a dizer e não o julgue. Amor, carinho e compreensão são as chaves para conseguir amenizar os danos psicológicos causados por qualquer tipo de bullying.


Fonte: Dicas de Mulher

terça-feira, 15 de maio de 2012

[DICA] Comunicação entre mãe e filhos na infância

Durante os primeiros anos da infância dos filhos, pais e mães ficam cheios de dúvidas sobre a comunicação com eles – como deve ser, como devem repreendê-los ou elogiá-los, entre outros aspectos do relacionamento entre pais e filhos.
Em vista disso, sugerimos algumas dicas de especialistas a respeito da comunicação entre pais e filhos que pode ajudar na hora da dúvida e quebrar alguns mitos relacionados ao tema.


Seja realista com seu filho


Embora muitos acreditem que evitar que a criança tenha conhecimento sobre a parte triste da realidade da vida seja uma forma de protege-la de possíveis traumas ou de decepções, ser realista pode ser muito mais eficaz para mantê-la preparada para o que vem pela frente durante a vida.

Quando a criança erra, por exemplo, é importante ser realista e deixa-la assumir a responsabilidade pelo que fez. Mudar os fatos nesses casos pode impedi-la de aprender a lidar com situações assim e aprender qual é o caminho correto a seguir.

Mesmo que pareça que você está sendo “dura” com a criança, é essencial que ela saiba reconhecer quando não se esforçou para fazer o que é certo e que precisa corrigir isso. Caso contrário, ela pode sofrer com isso no futuro, pois será difícil para ela lidar com situações de erro – no trabalho – por exemplo.

Além disso, ela precisa aprender desde pequena a lidar com decepções e momentos tristes, pois isso faz parte da vida. Protege-la fazendo parecer que o mundo é um lugar perfeito não vai ajuda-la a crescer como ser humano e ter forças para enfrentar as dificuldades que surgirem.

Feedback positivo na medida certa


Elogios nem sempre são a melhor saída para consolar seu filho após situações de fracasso. Elogiar uma criança pelo esforço que não rendeu o que ela esperava pode até desanimar a criança e desmotiva-la a se esforçar mais.

Elogiar é necessário, mas apenas quando for um elogio sincero a respeito de um resultado realmente positivo. Não elogie seus filhos apenas para fazer com que eles se sintam bem depois de ter falhado.

Quando seu filho estiver se esforçando e mesmo assim não conseguir avançar, procure ajuda-lo a descobrir a dificuldade e supera-la em vez de tentar motivá-lo com elogios.

Além disso, prefira elogiar suas ações e não suas habilidades. Assim, você evita que ele se frustre quando encarar uma situação em que precisa se esforçar além de sua habilidade normal.

Lembre-se que a infância é uma fase de exploração e seu filho precisa conhecer tanto os aspectos bons quanto os aspectos ruins da vida, de forma natural, conforme essas situações se apresentarem no ambiente familiar.

Porém, se sentir que mesmo com esses cuidados a comunicação entre vocês está precária, o ideal é buscar aconselhamento de um profissional de Psicologia.


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Convite

 Convite feito em papel nobre, desenvolvido de acordo com o tema da festa. utilização de técnicas de scrapbook

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Caixa de Costura

Caixinha de costura em tecido 100% algodão. Acompanha: agulhas, alfinetes, abre casa, passa linha, alfinetes de fralda, dedal, fita métrica, linha branca, linha preta e tesourinha.

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terça-feira, 8 de maio de 2012

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Berço Cannaa

Berço Cannaa ótimo estado, novinho!
Padrão americano.
Acompanha com colchão Pró-saúde Baby

Somente R$300,00


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